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Por: Janara
05/01/2011


Seria um crime não dedicar uma coluna dessa série para o grande mestre brasileiro dos desenhos. 8 em cada 10 ilustradores são fãs do Benício. Digo 8 porque tem um que ainda não conhece e outro que faz caretinha para realismo.

Benício nos deu o prazer de tê-lo na oitava edição da Revista IdeaFixa (Auto-Retrato) e também está no primeiro livro da IdeaFixa. E está nos cartazes de vários filmes conhecidos até por quem achava que não conhecia o trabalho dele. Ninguém melhor para descrevê-lo do que o próprio:

“José Luís Benício ou simplesmente Benício. É um ilustrador brasileiro nascido em Rio Pardo, Rio Grande do Sul. Em 1936. Iniciou sua carreira aos 16 anos como aprendiz de desenhista na Clarim Publicidade, em Porto Alegre. Em 1953, já no Rio de Janeiro, começou a trabalhar na Rio Gráfica Editora como auxiliar de desenhista. A partir de 1961 ingressou na McCann Erickson Publicidade onde realizou importantes trabalhos para a Coca-Cola, Esso e outros grandes clientes. Em 1963, já consagrado, mudou-se para Denison Propaganda. Na década de 70 criou cerca de 300 cartazes para o cinema, incluindo os 30 de “Os Trapalhões”, além de sucessos do cinema nacional como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “Independência ou Morte”. Em 1982 entrou para a Artplan Comunicações, onde ficou 20 anos”

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Por: Janara
23/12/2010


Nesse post de final de ano resolvi fazer um mashup, unindo minhas duas seções favoritas. O primeiro post sobre tattoo que fiz na IdeaFixa foi sobre esse cara, mas a seção nem havia nascido ainda. Decidi que ele precisava de mais atenção. O nome do guri é Nick Baxter. E vocês vão ver porque chamo de guri quando verem a carinha dele no fim do post. Jovem e extremamente talentoso. Suas tatuagens já seriam desenhos impresssionantes no papel, imagina na pele. Mas também tem um vídeo para mostrar que Nick desenha bem sobre qualquer superfície.

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Por: Janara
15/12/2010


Arthur Rackham (1867~1939) foi um ilustrador de livros inglês que nos deixou incontáveis imagens das mais conhecidas histórias infantis. Aos 18 anos assumiu o cargo de escriturário na Westminster Fire Office, ao mesmo tempo que estudava na Escola de Arte Lambeth. Em 1892 largou sem emprego e começou a colaborar para o The Westminster Budget como repórter e ilustrador. Suas primeiras ilustrações foram publicadas em 1883. As ilustrações de Rackman são facilmente identificáveis pelas cores.

Seus trabalhos mais conhecidos são para livros infantis como os Contos dos irmãos GrimRip van WinklePeter Pan e Alice no país das maravilhas. Dessa última história selecionei 13 imagens que estão aqui embaixo em sequência. Depois dela um apanhado de várias outras histórias como o Flautista de Hamelin, As viagens de Gulliver, João e Maria, etc.

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Por: Janara
07/12/2010


A primeira imagem do post é só um truque estratégico, porque peitinho vende. A gente já viu nessa seção vários especialistas: em realismo, em pinups, em ficção científica, e até um especialista em putaria art nouveau que foi censurado por um delegado fake. Hoje vamos falar de Jean Giraud, mais conhecido sob o pseudônimo de Moebius, que é especialista no que quiser e com as mãos nas costas. Eu que não desenho nada tenho mais raiva dele que de todos os outros. Essa habilidade de ser realista, surrealista, cartunista, futurista e até desenhar mal se der vontade, é para poucos.

Eu tô cansadona hoje, então permita-me ser preguiçosa e copiar deliberadamente a bio do nego da wikipédia:

Jean Giraud (nascido em 8 de maio de 1938) é um artista francês de história em quadrinhos que também colaborou na produção de diversos filmes. Giraud é também conhecido pelos pseudônimos de Moebius e Gir. Ele começou a publicar suas primeiras tiras aos 18 anos, logo tornando-se um dos ilustradores mais consagrados da Europa.

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Por: Janara
30/11/2010


Depois de toda loucura do Cut & Paste posso finalmente voltar a atividade normal das seções fixas do site, e essa aqui é a minha favorita. O tópico de hoje é Aaron Horkey, um cara que levanta uma questão sobre a qual reflito há algum tempo. Quanto o meio em que o artista vive é um fator de influência para a qualidade da sua obra?

Aaron nasceu e foi criado no coração do centro-oeste americano, mais especificamente na pequena comunidade rural de Windom, Minnesota. Entre as características chave da sua personalidade estão a falta de habilidade de lidar com pessoas e uma atenção quase perversa para os detalhes. Além disso, Aaron acredita ter nascido 100 anos mais tarde.

Quando fico 1, 2 horas presa no trânsito de São Paulo para vir para o trabalho ou voltar para casa, essa questão do tempo e da metrópole sempre vem à minha cabeça. Será que uma pessoa que vive numa cidade tranquila tem vantagem sobre quem vive nessa loucura aqui? Ou será que isso não influi em nada e o que vale mesmo é o empenho pessoal e não o habitat? O determinismo de lugar é um fator decisivo?

No que você acredita?

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