
A máquina de tatuar, quem diria, não nasceu com o nobre objetivo de marcar definitivamente a pele de marinheiros do passado, e hipsters, rebeldes e uma dúzia de coxinhas do presente.
Um projeto muito semelhante com a máquina que conhecemos hoje, foi feito por Thomas Edison (1847 - 1931), empresário e inventor americano que dentre suas contribuições universais estão a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio, o microfone , e de grânulos de carvão para o telefone. Edison também teve papel determinante na indústria do cinema e foi o fundador da empresa General Eletrics (GE).

Thomas Edison, por volta dos 30 anos de idade.
A American Eletric Pen foi a solução do jovem inventor de 28 anos, para copiar documentos. O ano era 1875 e ainda não existia nenhum gadget (além dos dedos) para realizar tal tarefa. A caneta elétrica perfurava o documento que se desejava copiar, fazendo o contorno das letras, ao mesmo tempo que a sua carga de tinta era transferida para a folha de baixo - o que me lembra um outro episódio do We (L) Tattoo onde mostramos um cara que tatual papel.

Exemplo de documento onde a caneta foi usada
16 anos depois, através das mãos de Samuel O’Reilly, a maquininha foi aperfeiçoada, adicionando-se a ela uma agulha especial. O que acelerou o processo de feitura das tattoos, que antes eram realizadas de forma muito parecida com a dos índios.
Charles Wagner, aprendiz de O'Reilly, seguiu os passos do mestre após a sua morte. Esse era o cartão usado por ele na época, e uma foto em que usa a caneta.


| Via brasilgeblogs
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