
Acredito que dificilmente verei alguém que se diz “designer de papéis de parede” – mas creio que o trabalho de Dan Funderburgh vai um pouco além disso.
Com padrões que remetem à arte do oriente médio e à (p)op art, seu trabalho se mostra como uma espécie de “artesanato digital”, não muito diferente de Marian Bantjes e outros loucos inspirados de nossa época.
E, como desabafo, gosto de ver coisas assim, com essa precisão digital, mas com um aspecto físico forte. Dá o que pensar para quem fica nesse universo RGB quase o tempo todo como eu.






