
Don e Ryan Clark são dois irmãos que dividem o Invisible Creature, um estúdio de design que já foi nomeado para o Grammy (confiram os trabalhos para albums de bandas como Foo Fighters, etc) e deram um update generoso no site.

Don e Ryan Clark são dois irmãos que dividem o Invisible Creature, um estúdio de design que já foi nomeado para o Grammy (confiram os trabalhos para albums de bandas como Foo Fighters, etc) e deram um update generoso no site.

Até 6 de Janeiro de 2010
O que é que os Estados Unidos da América representam para ti? Não importa a tua nacionalidade. Se és designer, ilustrador, fotógrafo, ou estudante, se tens uma agência de design ou és simplesmente um artista, podes responder a esta pergunta!
Toda a info, em inglês: http://usabydesigners.com/

Tinha pensado em escrever um post enorme resumindo o que pude conferir do TMDG 2008, porém acho que vou dar destaque para as Palestras que mais me chamaram a atenção, então pegando o embalo do meu amigo Armando Fontes vai aqui um primeiro post sobre a participação de Joshua Davis no evento.
Joshua, pra quem não sabe, gera suas imagens por códigos em ActionScript, de forma que nunca um print será igual ao outro. E, diferentemente de artistas digitais mais puristas como John Maeda & cia, Joshua cria pequenos elementos que serão replicados, rotacionados, coloridos e distorcidos para compor suas peças. O resultado é impressionante, pois possui um requinte e um “cuidado impreciso” ímpar.
Comparando-se a Jackson Pollock, utilizando a máxima “Drawing using gesture as an input” (Desenhar usando o gesto como dispositivo), durante aproximadamente duas horas este skatista de 37 anos regado a 4 Red Bulls conduziu a platéia na palma da mão, fazendo por muitas vezes que nos esquecessemos de que era uma palestra e não um stand-up comedy. Sobrou até para a tradutora.
O resto eu roubo descaradamente do Armando aqui

Tem um artigo fascinante sobre o documentarista Errol Morris no New York Times, falando sobre como as imagens podem ser usadas como arma.
“Se você quiser enganar alguém com uma fotografia, há milhares de maneiras de faze-lo. Você não precisa de Photoshop ou de manipulações digitais sofisticadas. Você não precisa de um computador. Tudo o que você precisa é mudar a maneira como essa imagem será recebida”, explica.
Como exemplo, ele utiliza as fotografias apresentadas por Colin Powell às Nações Unidas em 2003 para justificar a guerra que estava por começar no Iraque.
Via Boing Boing.