
Para meu primeiro post resolvi referenciar uma linguagem que muito me agrada e que aparentemente perdeu o posto de “arte principal” no meio artístico: a pintura.
O trabalho de Mustafa Maluka agrega diversas referências da cultura que ele vive. Ele é um jovem de 20 e poucos anos que produz pintura na África do Sul. Quem foi na última Bienal de São Paulo teve a chance de ver ao vivo as telas de 3m de altura, com massas de cores estrategicamente posicionadas, o fundo feito por serigrafia e as velaturas dos rostos.
A grande questão do trabalho dele é que esses rostos são retirados de revistas, fotografias, jornais, etc. e Mustafa os transforma pinturas. Ou seja, ele atribui significados a estes rostos de diversas etnias. Significados múltiplos, ligados ao pensamento cultural.
Mesclando a cultura urbana, hip hop, grafite, a influência da cidade, ele pensa em questões
extremamente atuais utilizando uma técnica antiga, com alguns diferenciais.
Prestem atenção nos títulos dos trabalhos!







