Ontem navegando pelo facebook, descobri esse grupo do Rio Grande do Sul chamado Shoot the Shit, do qual a proposta é “transformar Porto Alegre na melhor cidade do Brasil”. Hmmm… deveras gaúcho.
Brincadeiras a parte, eles estão mostrando que o assunto é sério, e através de projetos e ideias inesperadas, já estão fazendo a diferença. Por coincidência, hoje o Heto me mostou esse ótimo exemplo que é o projeto “Que ônibus passa aqui?”. Onde um simples adesivo colado em pontos de ônibus pode ajudar os perdidos de plantão. Leia mais…
Sim, esse aí em cima é o job script do Mark Coleran. O cara desenvolve o design de interfaces pros aparelhos usados em filmes, e não é só de ficção científica não. Onde quer que haja um device moderno com um visor digital scaneando a vítima pode saber q o Coleran esteve por lá. haha
O Colares (rapaz sagaz que trabalha comigo) apareceu na agência com o Reel desse cara como se fosse a coisa mais normal do mundo, haha mal sabia ele que ia mudar o dia e a perspectiva de todos por aqui. Eu to até agora de cara com a magnitude do trabalho desse homem e com o impacto que isso tem no dia-a-dia das pessoas que fazem e que consomem tecnologia.
Pensa só, o cara é capaz de criar uma estética e funcionalidade pra um device que ainda nem existe, muitas vezes atendendo uma necessidade que ainda não existe. é um criador de tendência. Por consequência, ele desperta desejo e vira referência, logo, em pouco tempo já podem existir devices nas ruas seguindo sua criação ou, na pior das hipóteses, uma porrada de comerciais pseudo-futuristas safados na tv copiando o cara e adotando ele como clichê de futuro presente.
Enfim, não são os trabalhos dele que me deixam admirado (por melhores que sejam) fico de cara com o poder que ele tem nas mãos. E apesar de tudo, não acho algo tão distante assim. Qualquer um de nós pode causar uma pequena revolução ao seu redor, sacudir alguns paradigmas. Não precisa levantar uma bandeira nem tocar fogo em ninguém, só fazer um bom trabalho criativo e pensar na frente.
Antecipar a necessidade é o primeiro passo pra fazer com que ela exista.
Até hj não sei se o Isaac Asimov tinha plena noção do quanto suas histórias revolucionariam a ciência. Mas o fato é: Revolucionou, pra caralho! haha