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Por: Janara
07/01/2010


Aproveitando a deixa confessional do meu amigo Fábio Girardi no seu lindo post sobre cores, agora confesso eu: que preguiça de ver portfolio! Ando preferindo zanzar por sites de arquitetura, decoração, design de produto ou mesmo discussões que tratam ou não design mas acrescentam uma nova idéia ou motivo para inspiração, seja ele proveniente ou não das artes plásticas e visuais.

Mas tem gente que rouba o nosso coração , e nesses dias quentes o dono dele é Eduardo Belga. Ilustrador brasiliense e como a gente adora falar em Curitiba: um lazarento. Belga mistura sexo, terror, metal, tensão, preto e branco, pústulas, consolos, monstros, vermes e alguma droga que ainda não conseguir identificar. Selecionei 11 das minhas imagens favoritas nesse post, mas você pode ter seu coração roubado e sua inveja atacada dando uma passeada pelo seu flickr. Para adicionar no twitter: @ebelga.

E vc? Quem nesses dias roubou o se coraçãozinho?

Leia mais…

09/10/2009

fiquei impressionado com a técninca. nunca tinha visto nada parecido. Qual será o nome disso? HiddenFrame? Foldmotion? haha sem dúvida é uma referência bem legal pra usar em histórias animadas, até mesmo em mídias impressas. espero que inspire a todos!

animation and concept by Donato Sansone
sound design by Enrico Ascoli enricoascoli.com

25/02/2009




Pra mim o ano só começou depois que eu vi essa animação. O roteiro, a linguagem, AS Linguagens e o acabamento são de prima! Eu já perdi a conta de quantas técnicas diferentes de animação estão metidas ali no meio. Vale a pena dar um pulo no site, ver a ficha técnica e curtir alguns estudos pré-animação.

[dica via Marcelo no twitter]

13/10/2008


Walter Benjamin em 1935 escreveu A arte na era da reprodutibilidade técnica. Este extenso ensaio de Benjamin marcou profundamente todos os estudos culturais posteriores porque se introduz de frente nos problemas que surgem da circulação da arte na modernidade a partir da aparição dos novos meios de reprodução, como o cinema e a fotografia, onde a mão do artista é substituida pelo olho e a máquina.

O pdf do texto foi baixado de um link no Wikipedia e a tradução não é a melhor.

“As nossas belas-artes foram instituídas e os seus tipos e usos fixados numa época que se diferencia decisivamente da nossa, por homens cujo poder de acção sobre as coisas era insignificante quando comparado com o nosso. Mas o extraordinário crescimento dos nossos meios, a capacidade de adaptação e exactidão que atingiram, as ideias e os hábitos que introduzem anunciam-nos mudanças próximas e muito profundas na antiga indústria do Belo. Em todas as artes existe uma parte física que não pode continuar a ser olhada nem tratada como outrora, que já não pode subtrair-se ao conhecimento e potência modernos.
Nem a matéria, nem o espaço, nem o tempo são desde há vinte anos o que foram até então. E de esperar que tão grandes inovações modifiquem toda a técnica das artes, agindo, desse modo, sobre a própria invenção, chegando talvez mesmo a modificar a própria noção de arte em termos mágicos.”

Paul Valéry: Pièces sur l’art. Paris (s. data) pp. 103/104 (‘La conquête de l’ubiquité”).

03/10/2008

Frank Magnotta é um artista nova-iorquino que faz essas “viagens” de ilustrações, tem uma puta imaginação e uma técnica mais foda ainda. Uma pena ele nunca ter se interssado por cores, mas tudo bem. :) Entrevista na Fecal Face.

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