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Valerie Hegarty tem uma linha de trabalho que fala por si. O que mais me impressiona é o senso de harmonia que a destruição traz a algumas das peças. Gosto também da sugestão de movimento causada pela manutenção de partes das obras “originais”.
Para finalizar, é uma estética real, já que as texturas e formas da deterioração são texturas e formas reais, e não representações. Enfim, acho que são esses os motivos que fazem eu gostar tanto, mas e você com isso, né?
Por dado, em 8 de dezembro de 2008 às 2:07 am
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