
“Eu acuso os interrogadores do Batalhão Bomboná de Medellín de serem desumanos torturadores sem alma e sem compaixão pelo ser humano, de serem psicopatas treinados, de serem criminosos com salário oficial, pagos pelos colombianos…” (ABAD, Héctor)
Héctor Abad Gómez, professor universitário e sanitarista, morreu um 1987, assassinado por “milícias” colombianas. Seu filho, Héctor Abad, escritor, demorou 20 anos para organizar seus relatos, sua vida, e principalmente para ter coragem de escrever num livro toda a história do pai (A ausência que seremos – 2011 – ed. Companhia das Letras). Leia mais…











