
>>O diretor de arte Danilo Rodrigues colocou seu portfa novo no ar. Fera!
O estilo de trabalho, os traços e as ideias sao ótimas referências.
Sorte a minha trabalhar com ele. ;)


>>O diretor de arte Danilo Rodrigues colocou seu portfa novo no ar. Fera!
O estilo de trabalho, os traços e as ideias sao ótimas referências.
Sorte a minha trabalhar com ele. ;)
Sim, esse aí em cima é o job script do Mark Coleran. O cara desenvolve o design de interfaces pros aparelhos usados em filmes, e não é só de ficção científica não. Onde quer que haja um device moderno com um visor digital scaneando a vítima pode saber q o Coleran esteve por lá. haha
O Colares (rapaz sagaz que trabalha comigo) apareceu na agência com o Reel desse cara como se fosse a coisa mais normal do mundo, haha mal sabia ele que ia mudar o dia e a perspectiva de todos por aqui. Eu to até agora de cara com a magnitude do trabalho desse homem e com o impacto que isso tem no dia-a-dia das pessoas que fazem e que consomem tecnologia.
Pensa só, o cara é capaz de criar uma estética e funcionalidade pra um device que ainda nem existe, muitas vezes atendendo uma necessidade que ainda não existe. é um criador de tendência. Por consequência, ele desperta desejo e vira referência, logo, em pouco tempo já podem existir devices nas ruas seguindo sua criação ou, na pior das hipóteses, uma porrada de comerciais pseudo-futuristas safados na tv copiando o cara e adotando ele como clichê de futuro presente.
Enfim, não são os trabalhos dele que me deixam admirado (por melhores que sejam) fico de cara com o poder que ele tem nas mãos. E apesar de tudo, não acho algo tão distante assim. Qualquer um de nós pode causar uma pequena revolução ao seu redor, sacudir alguns paradigmas. Não precisa levantar uma bandeira nem tocar fogo em ninguém, só fazer um bom trabalho criativo e pensar na frente.
Antecipar a necessidade é o primeiro passo pra fazer com que ela exista.
Até hj não sei se o Isaac Asimov tinha plena noção do quanto suas histórias revolucionariam a ciência. Mas o fato é: Revolucionou, pra caralho! haha
No meio de tanto UP tem um que não para de crescer, o Mashup é uma nova ordem que tem em divertido muito na web e trazendo essa vibe de transformação, convergência e reciclagem que o mundo precisa. Tem muitos hit, acessório e plataforma voltando do mundo dos mortos desde que o homem percebeu que a gente cria quando a gente transforma.
Eu tenho um grande amigo metido no meio dessa bagunça que me enche de orgulho sempre que faz uma presepada. haha e dessa vez o Faroff se superou! O cara já era o Rei do Mashup misturando ícones do Pop com o Gueto do Leste Europeu. Agora, cansado de esperar pelo meu help no FinalCut, eles mesmo editou algumas imagens e fez o clip de alguns dos seus maiores sucessos.
O canal no youtube tá bombando e dá pra baixar os singles todos lá no myspace.
Mais do que um jabá, esse post é uma pilha a mais pra todo mundo perceber que a chave da criação é a referência! Conhecer linguagens, descobrir e decodificar mensagens, embaralhar todas elas e dizer algo novo. O munda tá pedindo pra ser transformado e a internet ta colocando as ferramentas e os insumos na cara das pessoas. É só pegar e realizar. Tenho muitos amigos criativos, mas poucos são realizadores. Tem uns que criam e perdem, outros que criam e vendem. Eu acredito mais nos que realizam e tocam alguma coisa boa pra frente.

Tá, começo admitindo um coisa em alto e bom…caps lock (afinal to escrevendo): EU TENHO PREGUIÇA!
Preguiça de pintar depois de desenhar, preguiça de criar algo proativo, preguiça de trabalhar. Não sou viciado em trabalho. Aliás não tenho vício nenhum. Tenho algumas manias, como mania em falar muito, mas não poderia chamar isso de vício. No entanto, há exato um ano e meio trabalho com uma equipe em que preguiça não entra! Quanto mais trabalho a peça parece ter, mais bonito é.
Você têm que olhar e pensar: “Que trampo de chinês”!
Pareceu fácil de fazer? “É ruim!”
Poxa, nada contra aos estilos “Vik Muniz” ou”Kris Kuksi” da vida. Acho lindo. Realmente vc olha e pensa:”Poxa, isso eu não saberia fazer”. E aqui na agência que trabalho tem que ser assim. Com isso estou sendo obrigado a ter não só inspiração e mas também transpiração. “Baby you got work it out”
Mas aí me pergunto, onde fica as máxima do: “less is more” ou “publicidade é um boa idéia simples”?
Não sei qto a vcs, mas sempre me chamou muito mais atenção design e ideias limpas. Talvez seja pela minha paixão por logotipos e marcas. Neles somos obrigados a simplificar ao máximo, mantendo a estética a beleza.
Quer colocar aquele detalhe a mais? “Cuidado com redução.” Quer colocar aquela cor a mais? “Cuidado com aplicação”.
Ok, hje em dia, seguindo a tendência, existem vários logos e marcas complexas, mas ainda sou fã das mais simples. Isso tudo me faz treinar o meu poder de “resumo gráfico”. Isso é engraçado, pq não sou nada conciso em palavras, mas amo design conciso, simples, minimalistas.
Acho que até sei pq: se uma imagem vale por mil palvras, acho que mil imagens vale por uma gritaria. E eu odeio gente que grita!
Tá, tá bom… pode ser a minha preguiça falando alto de fazer algo complexo, trabalhado. Mas eu tb digo: fazer algo simples e bonito é bem mais dificil. Justamente pq passa a sensação : “ahhh isso eu sei fazer, não vale”.
Será que sabemos mesmo?
Eu acho que não. Fazer algo simplório é facil. Fazer algo simples (e bom) isso sim é difícil. Mais dificil até que peças “quebra-cabeça”, com ilustrações mega encaixadas, por exemplo. Sempre achei isso. Mas como aqui na minha equipe não pensam assim, achava q tava ficando louco. Que não tinha referencial nenhum. Até que comecei a observar que (graças a Deus) tem gente que tb admira design simples.
Tanto que o no festival de Cannes do ano passado o Grand Prix de design foi dado a nova identidade da Coca-cola. Simples assim:
Seguindo essa ideia, procurei em minhas referências as coisas simples mais legais que tinha aqui pra fazer uma pequena galeria ilustrando o que to falando.
Saca só:
Não convenceu? Ok, vou tentar de novo:
Existe um designer inglês de apenas 25 anos, que descobri sem querer dias e que mesmo sem saber já tinha visto vários de seus trabalhos pipocando pela net (da-lhe ffffound!). Com vcs Olly Moss!
A sua série de cartazes black and red para oito diferente clássicos do cinema, ilustra bem como ser simples tb pode ser incrível.
O Franco Atirador
Rain Man
Indiana Jones e a Última Crusada
Taxi Driver
Outra História Americana
Duro de Matar
(MEU FAVORITO)
O Grande Ditador
Eu achei o máximo! Pronto falei!
Vocês concordam comigo?

semana passada vi a primeira parte do The Facehunter Show em paris, logo no inicio, Yvan Rodic (a.k.a face hunter him self) sarcasticamente comenta que quando começou a fotografar pessoas na rua, só ele e Scott Schuman (a.k.a the sartorialist) faziam esse tipo de trabalho, hoje dá pra tropeçar em outros milhares de fotógrafos que resolveram ir para as rua atrás das melhores montações.
navegar por esses links é delicioso (e para mim, quanto mais, melhor), além de rechear meu quadro de referências, me fez perceber certas intenções, cores, misturas, que caracterizam um lugar, não é dificil olhar para as meninas de paris e sem ao menos saber onde aquela foto foi tirada, pensar “ow, isso é muito paris!”.
inevitavelmente, veio a pergunta “e são paulo?”. Será que esses símbolos são tão perceptíveis para construir uma identidade partindo do que as pessoas vestem? Como em toda metrópole, a gente vê de tudo, fato. Mas mesmo depois de 4 anos vivendo e respirando a cidade cinzenta,
fico pensando, “dá pra garimpar um conjunto de caracteristicas próprias e exclusivas da cidade?”.
fica como meta para o próximo post, construir um quadro com peças, cores e ícones fashion que emanem são paulo. Quem animar com a reflexão, please mande sugestões. E se tiver alguém de outra cidade que gostou da brincadeira, email me. Vamos construir isso juntos.
para instigar um pouquinho mais, alguns looks nas ruas de são paulo, via freakstyle