Posts Tagged ‘moda’

set
24

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Não, isso não foi uma pesquisa de meses, foi o que eu encontrei em 3 dias. E só coloquei a metade, acredite.

Onde começa a modinha e acaba o significado?


Por Janara, em 24 de setembro de 2008 às 11:17 am       24 comentários »
set
11

Belos exemplos de trabalhos contemporâneos feitos à moda antiga:

via graphic exchange, outra boa parada para degustações visuais.

mais sobre o assunto: leiam o livro

Por Rafael Nascimento, em 11 de setembro de 2008 às 6:05 pm       0 comentários »
ago
26

Michael está expondo agora na Hasted Hunt gallery. No site você pode ver algumas fotos da exposição e no site do seu representante também, uma boa coleçãozinha de fotos de moda, celebridades, beleza e publicidades. Cores, técnica e criatividade para fazer não usual o feijão com arroz.

Por Alicia Ayala, em 26 de agosto de 2008 às 8:38 pm       0 comentários »
ago
09

Este é um dos 90 recipientes que o artista italiano Piero Manzonium numerou e no qual pôs 30 gramas de suas fezes. O título da obra é singelo: “Artist’s Shit” (Merda de artista), grafado na latinhas em inglês, francês, italiano e alemão. Hoje cada lata está avaliada em 100 mil euros. A galeria Tate de Londres comprou uma em 2002 por 22mil e 300 libras com dinheiro público. O museu justificou a aquisição: “Manzonium foi um artista internacional incrivelmente importante ”.

Atualmente é difícil encontrar alguém que faça críticas consistentes a arte contemporânea. Aliais é difícil encontrar quem tenha um posicionamento crítico perante qualquer coisa. Quando muito do que se lê por ai são resenhas que parecem ter sido encomendadas para não dizer compradas ou escritas por alguém que pouco entende do assunto.

Porém, ainda existem pessoas que ousam criticar (bizarro dizer isso, mas hoje criticar se tornou ousadia) a sintomática artes plásticas de hoje. Mesmo que estas poucas vozes às vezes pareçam sumir diante a parafernália midiática e espetaculosa da cultura contemporânea, elas ecoam.

Uma dessas vozes é a de Luciano Trigo – Escritor, jornalista e editor de livros com seu blog Máquina de escrever. São de grande inspiração suas análises e críticas para pensarmos o cenário artístico atual, no qual qualquer porcaria é entitulada arte e pode ser vendida por milhões de dólares. Segue abaixo dois trechos de suas análises:

“Na arte, isso se refletiu de duas maneiras: primeiro, o fim da tradição do novo , isto é, a idéia de que tudo já tinha sido feito, e que só restava citar, recombinar, copiar ou simplesmente se apropriar de recursos do passado; segundo, a capitulação do artista ao mercado e às instituições . Os próprios museus aderiram a uma dinâmica associada ao consumo, ao entretenimento e ao espetáculo: a arte se tornou uma ramificação a mais da indústria cultural, e hoje, em termos práticos, seu status no mundo é mais ou menos semelhante ao da moda, com todas as suas características (incluindo as famosas tendências ). A esfera da cultura se reduz ao lazer e entretenimento comercializável, perdendo sua função crítica.”

Vivemos a era da reiteração . Mecanismos vorazes de repetição do mesmo, reiterado em versões cada vez mais caras, esmagam o impulso da criação, ou ao menos limitam drasticamente, sobre a aparência da diversidade, o campo da inovação artística. Hoje ele é dominado pelas variações lúdicas sobre propostas do passado, se possível com um efeito desconcertante ou irônico como o de uma gracinha: transgressões controladas, apropriações de apropriações, citações irônicas e provocações tediosas constituem hoje o vocabulário de boa parte da arte contemporânea de sucesso, isto é, da arte reconhecida pelo mercado e pelas instituições, isto é, da arte oficial.”

“Por tudo isso, não se trata aqui de contestar este ou aquele artista, esta ou aquela obra, o que seria inútil, mas de compreender o contexto e a dinâmica da produção artística contemporânea. Existem, é claro, artistas de verdade e impostores, mas para o sistema isso não faz diferença. Ou alguém realmente acredita que um coelho de alumínio de Jeff Koons (coelho no qual ele sequer encostou o dedo) pode valer (eu disse valer, não custar) mais que um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Henry Moore?”

Outra voz crítica importante é a do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna. Suas críticas estão nos livros Descontruir Duchamp – a arte na hora da revisão e A cegueira e o Saber . Fiquei sabendo que ele lançará um terceiro livro sobre o assunto: O enigma vazio - impasses da arte e da crítica , que coincidirá com a bienal de arte de SP que já está sendo chamada de “a bienal do vazio”.

Abaixo alguns dos títulos dos artigos do Livro Desconstruir Duchamp:

- Fotografia do equívoco – A aura está no livro, na foto, no texto. Diante da obra real há o desencanto

- Suicídio da arte – O rei está nu e há muito rolou as escadas, sem aura e sem vestes

- O inacabado, o rascunho, o precário, etc. – Na modernidade, esboço e processo são tomados pela obra realizada

A seguir um trecho do livro A cegueira e o saber do artigo Ulisses e esse “mal-estar”

“…não temos que analisar nada, as coisas não fazem mesmo sentido, gostamos da superficialidade, do provisório, da confusão entre marginal e mocinho, de apropriação procedente e indébita, da transgressão pela transgressão, do brilho instantâneo das drogas ou dos flashes. Enfim estamos sadomasoquisticamente achando um barato “o mal-estar” da contemporaneidade.”

Para terminar o post uma obra de “arte” contemporânea.

“A obra acima, de Damien Hirst, integra a série conceitual “As Quatro Estações” e é composta por uma estante de aço inoxidável e vidro, com 6.136 pílulas de diversas cores, que aludem às estações do ano. É a mais cara obra de um artista vivo do mundo: foi comprada por 19,1 milhões e dólares em 2007.” Luciano Trigo - Leia está crítica na íntegra

Por rafaelnobre, em 9 de agosto de 2008 às 10:50 pm       27 comentários »
jul
30

A onda de tocar a userpic do Twitter com a brincadeira do site Por que tão sério?
foi divertida, mas quem soube explorar de verdade o personagem mais
fascinante do Batman - O Cavaleiro das Trevas foi o fotógrafo Vitor Shalom.

Natural de Brasília, é fotógrafo de moda e esteve presente na IdeaFixa 11. Além do site oficial, ele também publica no Flickr.

Por Denise, em 30 de julho de 2008 às 3:33 pm       6 comentários »
jul
03

Desde o dia 12 de junho está no ar o Portal SENAI Design que traz notícias que vão além das informações de capas de revistas e tendências que já vimos tantas vezes . O Portal traz links multidisciplinares quem unem temas como imigrantes ucranianos do Paraná e White Stripes, além de colocarem a arquitetura como fonte de inspiração inesgotável para a moda.

Temas que tiram o pensamento do óbvio, fechado, quadrado e que te levam a ir mais além e a ter idéias realmente criativas.

O site está dividido em três áreas principais: calçados/couro/artefatos, vestuário e mobiliário . Cada uma dessas áreas trazem matérias de referências locais, internacionais e uma lista de fornecedores. Estamos pensando em lançar sapatos de salto desenhados pelos artistas da IdeaFixa, mas nem sabiamos por onde começar…no site tem tudo! Desde onde comprar couro, forma e até embalagens!

osgemeos - detalhe de uma tela exposta no MAM

Este post foi patrocinado pelo Senai, mas não teria sido publicado se não tivesse tudo a ver com a IdeaFixa (quanto mais canais de inspiração melhor para nós!) e demonstra também a seriedade do projeto, o quanto os idealizadores estão apostando porque vêem nele muito futuro.

Por Alicia Ayala, em 3 de julho de 2008 às 4:00 pm       7 comentários »
jun
05

Fotógrafo francês que gosta de Galliano e Alexander McQueen. Faz imagens impressionantes com cores, líquidos e tecidos. Começou seu trabalho com moda há mais de 20 anos com Thierry Mugler e hoje faz muita Vogue e Citizen K. É um Color obsessed total!!
Mais fotos…e + !

Por Luisa Bernardes, em 5 de junho de 2008 às 10:42 pm       6 comentários »
mai
21

Björk sempre foi minha garota favorita por ser a artista mais singular de sua geração. Adoro sua postura impenetrável frente a mídia, tocando um foda-se as críticas
tacanhas. Amo a sonoridade - única, pulsante e surpreendentemente orquestrada -
e no quesito estilo, que mais me toca, ela é divina. Acho que é uma das poucas
pessoas que, de fato, tem estilo próprio e inconfundível. (O que é o show do
álbum Volta com aquela fanfarra e o figurino?)

Editorial para a revista Dazed and Confused

Então fui procurar possíveis referencias que compõem
a identidade visual da Björk e achei o blog de street fashion de Reykjavik (http://www.reykjaviklooks.blogspot.com),
capital da Islândia. Os conterrâneos da Björk são excêntricos, multicoloridos e
lindos como ela, nada da imagem elfos na neve que se tem dos islandeses.


Fotos do blog reykjaviklooks.blogspot.com

E pra quem adora os maxi-volumes, franjas,
cores neon e estampas gritantes dos modelitos Björk, pode conferir a nova
coleção de Bernard Willhem - um de seus estilistas favoritos. Bernard criou
todo o figurino do álbum Volta, inclusive a escultura da capa do álbum,
uma das colaborações mais inspiradas de ambos.


Fotos do catálogo Fall Winter 08-09 Women
de Bernard Willhem

Por Narah Julia, em 21 de maio de 2008 às 10:24 am       5 comentários »

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