
Eu me considero um cara iconoclasta. Não sou de “babar ovo” em ninguém (tampouco espero reciprocidade), mas tem gente que chega em nossa vida – ainda que não pessoalmente, mas através de sua arte, seu trabalho – e a muda completamente. Para mim, um destes poucos foi o portuga José Saramago.
Perdemos José, aquele ateu velho, chato e rabugento, mas que escrevia divinamente como ninguém, e dizia com bastante simplicidade que o Amor é a única arma que temos contra a Morte.
Registro aqui minha singela homenagem (assim, bem chavão, como ele tanto odiava) sobre papel a este gênio das letras.










