Thomas Doyle é um artista nascido em Michigan atualmente trabalhando em Nova Iorque, que desenvolve um interessantíssimo e belo trabalho de escultura. Seu trabalho propõe uma série de “micromundos” construídos em uma escala de 1:43, frente aos quais o espectador vira um sujeito onipresente que descobre momentos, experiências e recoleta memórias e sonhos. Tweet
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As mães invisíveis
21.11.2011
/ Em
fotografia
Eu sei que é meio sinistro para começar a semana, mas eu achei isso fascinante. No final do século XIX e início do século XX, para destacar seus filhotes nas fotografias, as mães se escondiam atrás de tecidos, criando um aparato sinistro para suporte das crias. O mais interessante ao ver essas fotos é a (…)
Continuar lendooi, eu sou a bia e vou colocar uma série de contos bobos aqui, pra vocês lerem quando não quiserem trabalhar. sabem que o ministério do trabalho e o mistério do planeta recomendam 10 minutos de pausa a cada 40 minutos de trabalho né? dá pra matar um. os desenhos são sempre colaborativos, se alguém (…)
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