

Qual é a pessoa que mora em São Paulo que nunca viu os grafites do Iaco?
Esses dias aconteceu uma coisa engraçada, um amigo meu tirou uma foto e se referiu ao desenho como um “dragão”… e eu sempre achei que fosse um “dinossauro”!
Isso me fez procurar saber mais e até entrar em contato com o próprio, que me confirmou que são Dinossauros! rsss… enfim!
Nessa busca achei o flickr do Iaco e vi que além dos seus famosos dinos e tipografias manuscritas (que eu acho bem bacana) nas ruas de São Paulo, ele também realiza trabalhos em camisetas, skins para celular e notebooks e tb em bonecos de pano bem bacanas!
Vale a pena conhecer o trampo do cara: http://www.flickr.com/iaco321

Safra nova começando hoje!
Por Rômolo. Todas as segundas aqui na Ideafixa. Para ver todas as tiras publicadas, clique aqui.

Qualquer um que possa passar por Paris até o dia 29 de novembro não pode perder na Fundação Cartier a exposição “Born in the Streets – Graffiti”. O objetivo é contar a história dessa arte ‘ilegal’ que começou nas ruas de Manhattan, Bronx e Brooklyn nos anos 70 e mostrar as diversas técnicas utilizadas atualmente. Fotografias, vídeos e claro, grafites servem de suporte para contar esta história. Para ilustrar essa diversidade, a Fundação Cartier convidou 10 artistas, de diferentes países , entre eles Cripta e Vitché, ambos de São Paulo, para fazer instalações que ocupam todo o espaço da galeria, inclusive os vidros. Como era proibido fotografar dentro da sala de exposições, as imagens que ilustram este post são do muro ([re]grafitado constantemente), dos painéis nos jardins e dos corredores de saída e banheiro (que servem de lienzo para artistas anônimos). Todos os vídeos estão disponíveis on-line na web da Fundação.

Acompanho o trabalho do Galvão há algum tempo, sou fã. Comprometido com a arte antes de qualquer outra coisa, o rapaz segue por aí embelezando as cidades. Atualmente participa da exposição Caligrafia na Galeria Choque Cultural(SP) e acabou de fazer uma ação muito bacana pra marca Desmobilia. A trilha assim como o trabalho é do grande caralho. Veja o making of.