Posts Tagged ‘francês’

out
08

Puts, mais uma coletivo muito bom! Mas dessa vez não são brasileiros! São os franceses do Bisou GTI!

Como eles não têm site (só MySpace e um Blog), vou tentar resumir: são 5 VJs e DJs que misturam live sets acompanhados com seus trabalhos (videos) em suas apresentações. Com eles está Elroy Neopen do Play Collective.

A notícia não é nova, e eu vi lá no Fubiz onde tem uma seleção legal dos videos deles. O que é novidade aqui eu vi no Fubiz também, que é o novo video do DatA, chamado Rapture - que foi dirigido pelo Nicolas Andre & Damien Vignaux.

Por Bruno Fujii, em 8 de outubro de 2008 às 11:32 am       0 comentários »
set
11

Lysergid é o portfolio mega colorido de Loïc Sattler, digital artist. Ele é francês e tem esse blog, que é bem legal. A ilustração abaixo está na última edição do Grafuck, uma publicação que reúne trabalhos de arte, design e fotografia que tenham como tema sex/erotic/fuck, também participam Alberto Seveso e James Roper.

E esta é para o livro NO1BCo1, que vai ser lançado ainda este ano.
Behance.

Por Luisa Bernardes, em 11 de setembro de 2008 às 12:02 am       0 comentários »
ago
22

Comfira o trabalho do frances JR, original e objetivo.

Por Everton Carvalho, em 22 de agosto de 2008 às 1:53 pm       0 comentários »
ago
09

Este é um dos 90 recipientes que o artista italiano Piero Manzonium numerou e no qual pôs 30 gramas de suas fezes. O título da obra é singelo: “Artist’s Shit” (Merda de artista), grafado na latinhas em inglês, francês, italiano e alemão. Hoje cada lata está avaliada em 100 mil euros. A galeria Tate de Londres comprou uma em 2002 por 22mil e 300 libras com dinheiro público. O museu justificou a aquisição: “Manzonium foi um artista internacional incrivelmente importante ”.

Atualmente é difícil encontrar alguém que faça críticas consistentes a arte contemporânea. Aliais é difícil encontrar quem tenha um posicionamento crítico perante qualquer coisa. Quando muito do que se lê por ai são resenhas que parecem ter sido encomendadas para não dizer compradas ou escritas por alguém que pouco entende do assunto.

Porém, ainda existem pessoas que ousam criticar (bizarro dizer isso, mas hoje criticar se tornou ousadia) a sintomática artes plásticas de hoje. Mesmo que estas poucas vozes às vezes pareçam sumir diante a parafernália midiática e espetaculosa da cultura contemporânea, elas ecoam.

Uma dessas vozes é a de Luciano Trigo – Escritor, jornalista e editor de livros com seu blog Máquina de escrever. São de grande inspiração suas análises e críticas para pensarmos o cenário artístico atual, no qual qualquer porcaria é entitulada arte e pode ser vendida por milhões de dólares. Segue abaixo dois trechos de suas análises:

“Na arte, isso se refletiu de duas maneiras: primeiro, o fim da tradição do novo , isto é, a idéia de que tudo já tinha sido feito, e que só restava citar, recombinar, copiar ou simplesmente se apropriar de recursos do passado; segundo, a capitulação do artista ao mercado e às instituições . Os próprios museus aderiram a uma dinâmica associada ao consumo, ao entretenimento e ao espetáculo: a arte se tornou uma ramificação a mais da indústria cultural, e hoje, em termos práticos, seu status no mundo é mais ou menos semelhante ao da moda, com todas as suas características (incluindo as famosas tendências ). A esfera da cultura se reduz ao lazer e entretenimento comercializável, perdendo sua função crítica.”

Vivemos a era da reiteração . Mecanismos vorazes de repetição do mesmo, reiterado em versões cada vez mais caras, esmagam o impulso da criação, ou ao menos limitam drasticamente, sobre a aparência da diversidade, o campo da inovação artística. Hoje ele é dominado pelas variações lúdicas sobre propostas do passado, se possível com um efeito desconcertante ou irônico como o de uma gracinha: transgressões controladas, apropriações de apropriações, citações irônicas e provocações tediosas constituem hoje o vocabulário de boa parte da arte contemporânea de sucesso, isto é, da arte reconhecida pelo mercado e pelas instituições, isto é, da arte oficial.”

“Por tudo isso, não se trata aqui de contestar este ou aquele artista, esta ou aquela obra, o que seria inútil, mas de compreender o contexto e a dinâmica da produção artística contemporânea. Existem, é claro, artistas de verdade e impostores, mas para o sistema isso não faz diferença. Ou alguém realmente acredita que um coelho de alumínio de Jeff Koons (coelho no qual ele sequer encostou o dedo) pode valer (eu disse valer, não custar) mais que um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Henry Moore?”

Outra voz crítica importante é a do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna. Suas críticas estão nos livros Descontruir Duchamp – a arte na hora da revisão e A cegueira e o Saber . Fiquei sabendo que ele lançará um terceiro livro sobre o assunto: O enigma vazio - impasses da arte e da crítica , que coincidirá com a bienal de arte de SP que já está sendo chamada de “a bienal do vazio”.

Abaixo alguns dos títulos dos artigos do Livro Desconstruir Duchamp:

- Fotografia do equívoco – A aura está no livro, na foto, no texto. Diante da obra real há o desencanto

- Suicídio da arte – O rei está nu e há muito rolou as escadas, sem aura e sem vestes

- O inacabado, o rascunho, o precário, etc. – Na modernidade, esboço e processo são tomados pela obra realizada

A seguir um trecho do livro A cegueira e o saber do artigo Ulisses e esse “mal-estar”

“…não temos que analisar nada, as coisas não fazem mesmo sentido, gostamos da superficialidade, do provisório, da confusão entre marginal e mocinho, de apropriação procedente e indébita, da transgressão pela transgressão, do brilho instantâneo das drogas ou dos flashes. Enfim estamos sadomasoquisticamente achando um barato “o mal-estar” da contemporaneidade.”

Para terminar o post uma obra de “arte” contemporânea.

“A obra acima, de Damien Hirst, integra a série conceitual “As Quatro Estações” e é composta por uma estante de aço inoxidável e vidro, com 6.136 pílulas de diversas cores, que aludem às estações do ano. É a mais cara obra de um artista vivo do mundo: foi comprada por 19,1 milhões e dólares em 2007.” Luciano Trigo - Leia está crítica na íntegra

Por rafaelnobre, em 9 de agosto de 2008 às 10:50 pm       27 comentários »
ago
06

Nesta animação de Louis Clichy a música cantada por Edith Piaf é perfeitamente interpretada.  De uma forma engraçada, bonita e extremamente criativa. Eu acho esse filme genial em termos produção. A forma como a música e a imagem se relacionam, resumindo, é muito legal!O que acho muito bom ainda é o desenho simples.  Este é um exemplo onde o menos é mais. E a história de amor dos dois persongens se torna intensa como a música.

Outro trabalho que eu gosto, deste mesmo artista, é Juranessic, que tem no site da produtora dele, vale muito a pena conhecer o trabalho.

Por Fernanda Trovão, em 6 de agosto de 2008 às 5:41 pm       8 comentários »
mai
26

A type foundry de Jack Usine, Smeltery, oferece uma porrada de fontes free, muita coisa de qualidade e di gratis. Ele também tem outros experimentos com tipografia e algumas fontes são apenas vendidas. Pega lá.

Por heto, em 26 de maio de 2008 às 6:03 pm       3 comentários »

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