Posts Tagged ‘foto’

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22

Para quem gosta desse tipo de imagem pra olhar, pra fazer colagens, fiz uma seleçãozinha aqui.

Leifpeng

Já postei esse aqui, mas tem muita coisa e vale relembrar. O forte são as ilustrações.

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Agencia Eureka

Um arquivo imenso. Tem anatomia, botânica, livros infantis, publicidade… algumas imagens bem grandes.

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Depression Press

Mais voltado pro design, o arquivo do Depression Press tem muitos letterings, fontes ornamentais, movie titles e o escambau.

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Miss Retro Modern

Destaque pros albuns de decoração setentista, arquitetura e vintage cookbooks.

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Superbomba

Fotos de gente bonita e descolada.

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Sci-Fi-O-Rama

Pra quem adora aquele clima de ‘futuro antigo’.

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Espero que o post seja útil! E quem tiver mais tesouros como esses, por favor postem aqui nos comments!

Por Janara, em 22 de outubro de 2008 às 10:54 am       6 comentários »
out
16

O que você faz com as lembrancinhas e cartões-postais bregas da lojinha de souvenir, no ponto turístico que você eventualmente visita? O fotógrafo britânico Michael Hugnes leva até sua cena original e fotografa, resultando num trabalho bem divertido.

A “brincadeira” não tem um set definido no flickr dele, mas pode ser vista com esta busca aqui e também virou livro, Souvenirs. Seu site e seu flickr tem mais de suas fotos e outros trabalhos, igualmente interessantes (ou até mais, na real… ahahha)

Por Denise, em 16 de outubro de 2008 às 10:18 pm       5 comentários »
set
11

Lysergid é o portfolio mega colorido de Loïc Sattler, digital artist. Ele é francês e tem esse blog, que é bem legal. A ilustração abaixo está na última edição do Grafuck, uma publicação que reúne trabalhos de arte, design e fotografia que tenham como tema sex/erotic/fuck, também participam Alberto Seveso e James Roper.

E esta é para o livro NO1BCo1, que vai ser lançado ainda este ano.
Behance.

Por Luisa Bernardes, em 11 de setembro de 2008 às 12:02 am       0 comentários »
set
08

É com grande orgulho e satisfação que escrevo esse post para anunciar aos quatro ventos que no último dia 05 saiu o resultado do prêmio International Photo Awards 2008, e nossa editora e fotógrafa, Alicia Ayala, recebeu a segunda colocação na categoria environmental com as fotos The Smoking Buenos Aires (que ilustram o post), retratando o problema pelo qual a capital portenha passou no início do ano.

As imagens de cunho fotojornalístico concorreram com mais de 22 mil trabalhos de profissionais de todo o mundo. Só duas pessoas do Brasil figuraram entre os vencedores, porém, Alicia saiu como representante da Argentina por levarem em consideração o endereço de residência do inscrito. Foi o primeiro concurso que ela participou.

Lauren Greenfield, que figurou na edição Mulher da IdeaFixa, foi premiado em edições anteriores. O trabalho de todos os vencedores será publicado no 2008 Annual Awards Book.

Colaboradores e leitores da IdeaFixa, juntem-se a nós para comemorar essa vitória que agrega valor tanto ao trabalho de Alicia (que já me fotografou, uh!) quanto à IdeaFixa.

Parabéns, Alicia! Você merece! =)

Por priscilla, em 8 de setembro de 2008 às 1:30 pm       12 comentários »
set
07

pode resultar em imagens bem divertidas, como as do russo Dmitry Maksimov.

Por priscilla, em 7 de setembro de 2008 às 9:16 pm       0 comentários »
ago
23

Quem são, na verdade, os superheróis da América? Isso é o que a fotógrafa mexicana Dulce Pinzón mostra em sua série de fotografias “The Real Story of the Superheroes“. Imigrantes mexicanos vestidos como os maiores superheróis dos EUA e do México, em seus locais de trabalho, provam que herói é aquele que se sacrifica pelos outros, não importa como. E sempre com bom humor, claro. Imagine onde Aquaman trabalha…

Post colaboração de Daniel Trezub.
Por priscilla, em 23 de agosto de 2008 às 2:35 pm       1 comentário »
ago
19

Uma graphic novel super bonita e trabalhada feita pelo escritor e músico Rodrigo dMart e pelo designer Everson Nazari.
Eles misturam quadrinhos, literatura, música, orixás e bonecos feitos a mão. Lindos demais, tem fotos do processo no site. Estão a procura de editor! Someone?
Flickr do Índio.

Por Luisa Bernardes, em 19 de agosto de 2008 às 10:26 pm       1 comentário »
ago
19

Editor de fotografia da Folha de Londrina, o fotógrafo Sérgio Ranalli tem um olhar único, sensível, rápido e muito humano. Suas fotos são daquelas que a gente gostaria de ver estouradas nos jornais, deixando o texto bem pequenininho… É preciso um olhar de artista para fazer diferente na fotografia de coitidiano.


Acidente com caminhão carregando tinta

Há 3 meses, foi ao Haiti e de lá, trouxe imagens maravilhosas, chocantes, um retrato do povo haitiano que vale a pena conferir.

Ele tem um flickr e um blog com um arquivo de imagens muito boas.

Por Denise, em 19 de agosto de 2008 às 6:58 pm       0 comentários »
ago
12

Tem um artigo fascinante sobre o documentarista Errol Morris no New York Times, falando sobre como as imagens podem ser usadas como arma.

“Se você quiser enganar alguém com uma fotografia, há milhares de maneiras de faze-lo. Você não precisa de Photoshop ou de manipulações digitais sofisticadas. Você não precisa de um computador. Tudo o que você precisa é mudar a maneira como essa imagem será recebida”, explica.

Como exemplo, ele utiliza as fotografias apresentadas por Colin Powell às Nações Unidas em 2003 para justificar a guerra que estava por começar no Iraque.

Via Boing Boing.

Por priscilla, em 12 de agosto de 2008 às 3:36 pm       0 comentários »
ago
09

Este é um dos 90 recipientes que o artista italiano Piero Manzonium numerou e no qual pôs 30 gramas de suas fezes. O título da obra é singelo: “Artist’s Shit” (Merda de artista), grafado na latinhas em inglês, francês, italiano e alemão. Hoje cada lata está avaliada em 100 mil euros. A galeria Tate de Londres comprou uma em 2002 por 22mil e 300 libras com dinheiro público. O museu justificou a aquisição: “Manzonium foi um artista internacional incrivelmente importante ”.

Atualmente é difícil encontrar alguém que faça críticas consistentes a arte contemporânea. Aliais é difícil encontrar quem tenha um posicionamento crítico perante qualquer coisa. Quando muito do que se lê por ai são resenhas que parecem ter sido encomendadas para não dizer compradas ou escritas por alguém que pouco entende do assunto.

Porém, ainda existem pessoas que ousam criticar (bizarro dizer isso, mas hoje criticar se tornou ousadia) a sintomática artes plásticas de hoje. Mesmo que estas poucas vozes às vezes pareçam sumir diante a parafernália midiática e espetaculosa da cultura contemporânea, elas ecoam.

Uma dessas vozes é a de Luciano Trigo – Escritor, jornalista e editor de livros com seu blog Máquina de escrever. São de grande inspiração suas análises e críticas para pensarmos o cenário artístico atual, no qual qualquer porcaria é entitulada arte e pode ser vendida por milhões de dólares. Segue abaixo dois trechos de suas análises:

“Na arte, isso se refletiu de duas maneiras: primeiro, o fim da tradição do novo , isto é, a idéia de que tudo já tinha sido feito, e que só restava citar, recombinar, copiar ou simplesmente se apropriar de recursos do passado; segundo, a capitulação do artista ao mercado e às instituições . Os próprios museus aderiram a uma dinâmica associada ao consumo, ao entretenimento e ao espetáculo: a arte se tornou uma ramificação a mais da indústria cultural, e hoje, em termos práticos, seu status no mundo é mais ou menos semelhante ao da moda, com todas as suas características (incluindo as famosas tendências ). A esfera da cultura se reduz ao lazer e entretenimento comercializável, perdendo sua função crítica.”

Vivemos a era da reiteração . Mecanismos vorazes de repetição do mesmo, reiterado em versões cada vez mais caras, esmagam o impulso da criação, ou ao menos limitam drasticamente, sobre a aparência da diversidade, o campo da inovação artística. Hoje ele é dominado pelas variações lúdicas sobre propostas do passado, se possível com um efeito desconcertante ou irônico como o de uma gracinha: transgressões controladas, apropriações de apropriações, citações irônicas e provocações tediosas constituem hoje o vocabulário de boa parte da arte contemporânea de sucesso, isto é, da arte reconhecida pelo mercado e pelas instituições, isto é, da arte oficial.”

“Por tudo isso, não se trata aqui de contestar este ou aquele artista, esta ou aquela obra, o que seria inútil, mas de compreender o contexto e a dinâmica da produção artística contemporânea. Existem, é claro, artistas de verdade e impostores, mas para o sistema isso não faz diferença. Ou alguém realmente acredita que um coelho de alumínio de Jeff Koons (coelho no qual ele sequer encostou o dedo) pode valer (eu disse valer, não custar) mais que um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Henry Moore?”

Outra voz crítica importante é a do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna. Suas críticas estão nos livros Descontruir Duchamp – a arte na hora da revisão e A cegueira e o Saber . Fiquei sabendo que ele lançará um terceiro livro sobre o assunto: O enigma vazio - impasses da arte e da crítica , que coincidirá com a bienal de arte de SP que já está sendo chamada de “a bienal do vazio”.

Abaixo alguns dos títulos dos artigos do Livro Desconstruir Duchamp:

- Fotografia do equívoco – A aura está no livro, na foto, no texto. Diante da obra real há o desencanto

- Suicídio da arte – O rei está nu e há muito rolou as escadas, sem aura e sem vestes

- O inacabado, o rascunho, o precário, etc. – Na modernidade, esboço e processo são tomados pela obra realizada

A seguir um trecho do livro A cegueira e o saber do artigo Ulisses e esse “mal-estar”

“…não temos que analisar nada, as coisas não fazem mesmo sentido, gostamos da superficialidade, do provisório, da confusão entre marginal e mocinho, de apropriação procedente e indébita, da transgressão pela transgressão, do brilho instantâneo das drogas ou dos flashes. Enfim estamos sadomasoquisticamente achando um barato “o mal-estar” da contemporaneidade.”

Para terminar o post uma obra de “arte” contemporânea.

“A obra acima, de Damien Hirst, integra a série conceitual “As Quatro Estações” e é composta por uma estante de aço inoxidável e vidro, com 6.136 pílulas de diversas cores, que aludem às estações do ano. É a mais cara obra de um artista vivo do mundo: foi comprada por 19,1 milhões e dólares em 2007.” Luciano Trigo - Leia está crítica na íntegra

Por rafaelnobre, em 9 de agosto de 2008 às 10:50 pm       27 comentários »
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