Posts Tagged ‘cores’

out
03

Frank Magnotta é um artista nova-iorquino que faz essas “viagens” de ilustrações, tem uma puta imaginação e uma técnica mais foda ainda. Uma pena ele nunca ter se interssado por cores, mas tudo bem. :) Entrevista na Fecal Face.

Por Luisa Bernardes, em 3 de outubro de 2008 às 3:09 pm       2 comentários »
set
02

Ilustrações fodas! Gostei de todas… só isso!

www.stickfort.com

Por Fabio Favaro, em 2 de setembro de 2008 às 11:06 am       4 comentários »
ago
09

Este é um dos 90 recipientes que o artista italiano Piero Manzonium numerou e no qual pôs 30 gramas de suas fezes. O título da obra é singelo: “Artist’s Shit” (Merda de artista), grafado na latinhas em inglês, francês, italiano e alemão. Hoje cada lata está avaliada em 100 mil euros. A galeria Tate de Londres comprou uma em 2002 por 22mil e 300 libras com dinheiro público. O museu justificou a aquisição: “Manzonium foi um artista internacional incrivelmente importante ”.

Atualmente é difícil encontrar alguém que faça críticas consistentes a arte contemporânea. Aliais é difícil encontrar quem tenha um posicionamento crítico perante qualquer coisa. Quando muito do que se lê por ai são resenhas que parecem ter sido encomendadas para não dizer compradas ou escritas por alguém que pouco entende do assunto.

Porém, ainda existem pessoas que ousam criticar (bizarro dizer isso, mas hoje criticar se tornou ousadia) a sintomática artes plásticas de hoje. Mesmo que estas poucas vozes às vezes pareçam sumir diante a parafernália midiática e espetaculosa da cultura contemporânea, elas ecoam.

Uma dessas vozes é a de Luciano Trigo – Escritor, jornalista e editor de livros com seu blog Máquina de escrever. São de grande inspiração suas análises e críticas para pensarmos o cenário artístico atual, no qual qualquer porcaria é entitulada arte e pode ser vendida por milhões de dólares. Segue abaixo dois trechos de suas análises:

“Na arte, isso se refletiu de duas maneiras: primeiro, o fim da tradição do novo , isto é, a idéia de que tudo já tinha sido feito, e que só restava citar, recombinar, copiar ou simplesmente se apropriar de recursos do passado; segundo, a capitulação do artista ao mercado e às instituições . Os próprios museus aderiram a uma dinâmica associada ao consumo, ao entretenimento e ao espetáculo: a arte se tornou uma ramificação a mais da indústria cultural, e hoje, em termos práticos, seu status no mundo é mais ou menos semelhante ao da moda, com todas as suas características (incluindo as famosas tendências ). A esfera da cultura se reduz ao lazer e entretenimento comercializável, perdendo sua função crítica.”

Vivemos a era da reiteração . Mecanismos vorazes de repetição do mesmo, reiterado em versões cada vez mais caras, esmagam o impulso da criação, ou ao menos limitam drasticamente, sobre a aparência da diversidade, o campo da inovação artística. Hoje ele é dominado pelas variações lúdicas sobre propostas do passado, se possível com um efeito desconcertante ou irônico como o de uma gracinha: transgressões controladas, apropriações de apropriações, citações irônicas e provocações tediosas constituem hoje o vocabulário de boa parte da arte contemporânea de sucesso, isto é, da arte reconhecida pelo mercado e pelas instituições, isto é, da arte oficial.”

“Por tudo isso, não se trata aqui de contestar este ou aquele artista, esta ou aquela obra, o que seria inútil, mas de compreender o contexto e a dinâmica da produção artística contemporânea. Existem, é claro, artistas de verdade e impostores, mas para o sistema isso não faz diferença. Ou alguém realmente acredita que um coelho de alumínio de Jeff Koons (coelho no qual ele sequer encostou o dedo) pode valer (eu disse valer, não custar) mais que um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Henry Moore?”

Outra voz crítica importante é a do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna. Suas críticas estão nos livros Descontruir Duchamp – a arte na hora da revisão e A cegueira e o Saber . Fiquei sabendo que ele lançará um terceiro livro sobre o assunto: O enigma vazio - impasses da arte e da crítica , que coincidirá com a bienal de arte de SP que já está sendo chamada de “a bienal do vazio”.

Abaixo alguns dos títulos dos artigos do Livro Desconstruir Duchamp:

- Fotografia do equívoco – A aura está no livro, na foto, no texto. Diante da obra real há o desencanto

- Suicídio da arte – O rei está nu e há muito rolou as escadas, sem aura e sem vestes

- O inacabado, o rascunho, o precário, etc. – Na modernidade, esboço e processo são tomados pela obra realizada

A seguir um trecho do livro A cegueira e o saber do artigo Ulisses e esse “mal-estar”

“…não temos que analisar nada, as coisas não fazem mesmo sentido, gostamos da superficialidade, do provisório, da confusão entre marginal e mocinho, de apropriação procedente e indébita, da transgressão pela transgressão, do brilho instantâneo das drogas ou dos flashes. Enfim estamos sadomasoquisticamente achando um barato “o mal-estar” da contemporaneidade.”

Para terminar o post uma obra de “arte” contemporânea.

“A obra acima, de Damien Hirst, integra a série conceitual “As Quatro Estações” e é composta por uma estante de aço inoxidável e vidro, com 6.136 pílulas de diversas cores, que aludem às estações do ano. É a mais cara obra de um artista vivo do mundo: foi comprada por 19,1 milhões e dólares em 2007.” Luciano Trigo - Leia está crítica na íntegra

Por rafaelnobre, em 9 de agosto de 2008 às 10:50 pm       27 comentários »
ago
06

Fólio com ilustras bem fodas de Tomer Hanuka.

Dica do amigo Fábio Galvão

Por Fabio Favaro, em 6 de agosto de 2008 às 4:56 pm       1 comentário »
ago
04

Wagner Pinto do Upgrade do macaco
usa em seus desenhos símbolos de umbanda, candomblé, alquimia, folclore
e mais um monte de coisas. Ele é de Porto Alegre, mora em São Paulo e
está em várias páginas desta edição da Rojo e na Zupi. Um artista bem foda, que se expressa com linhas e cores de um jeito fresh e instigante.

Flickr!




Por Luisa Bernardes, em 4 de agosto de 2008 às 10:08 pm       1 comentário »
jul
31
Eu não consegui entender e decifrar o que significa EEPMOM, e nem sei se precisa também, os trabalhos desse cara falam por si só… gostei não só da simplicidade do traço como o reaproveitamento dos desenhos em outras cores compondo coisas bem bacanas.
Tirando que o site em si ta mto bem feito tanto em flash como no HTML, belo fólio.
http://eepmon.com/

Dica de Matheus Vigliar

Por Fabio Favaro, em 31 de julho de 2008 às 10:22 am       0 comentários »
jul
17

Hello! Este é meu primeiro post aqui no IdeaFixa! Demorei, mas cheguei. Estava realmente esperando algo bom pra postar, e vi esse portifa de ilustração bem bacana, diretamente da Patagonia. O nome do hermano é Alex Dukal. As cores tem um “Qzinho” de Mark Ryden, e isso me deixa muito feliz :)

Por cleber, em 17 de julho de 2008 às 3:38 pm       2 comentários »
jul
09

Tem gente que, como eu, adora a casa. Jogos americanos, pratos descolados, objetos interessantes e estampas criativas fazem a nossa cabeça, além de móveis bonitos, idéias práticas e sempre, bom gosto. O Design Sponge é um site/blog assim, tipo o IdeaFixa, mas voltado para o lar-doce-lar. O que há de tendência em design de produtos, cores e decoração está lá.

São indicações de artistas, “antes-e-depois” em casas, o que há de novo em estampas para tecidos e papel de parede, avisos de liquidação de lojas legais, entre outras informações interessantes. Acessa lá!

*Aliás, estes dias, estava eu tentando comprar uma toalha dessas que vendem em rolos, meio plastificadas, e pensei: cadê os nossos designers super talentosos vendendo estampas para empresas um pouquito mais populares? Tem que ser quase mestre pra não comprar alguma coisa que não tenha estampa da casa da vó.

Por Denise, em 9 de julho de 2008 às 10:00 am       4 comentários »
jul
05

Portfolio mais legal da semana. Mais aqui.

Por Janara, em 5 de julho de 2008 às 10:33 pm       2 comentários »
jun
12


Não sei pronunciar o nome de Maciej Hajnrich mas seu portfólio está de parabéns.

Por Felipe Tófani, em 12 de junho de 2008 às 10:48 am       0 comentários »
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