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20/03/2011


A Rojo NOVA – Cultura Contemporânea inaugura em grande estilo na Casa França Brasil (RJ/RJ) a exposição que reúne os mais diversos expoentes da arte contemporânea do mundo. São 140 artistas que trarão para esse espaço performances, vídeos, instalações ao ar livre, mesas-redondas e música. Se não der para ir na inauguração, não deixe de conferir essa mostra que vai até o dia 30 de abril. Grátis!

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04/03/2011


Saiu a confirmação dos convidados para o evento OFFF 2011 de 09 a 11 de Junho em Barcelona.

O festival é reconhecido internacionalmente e existe desde 2001, além da experiêncida da viagem em si, é uma excelente oportunidade para expandir os contatos mundo afora. Os ingressos já estão a venda, então se está pensando em ir, agora é a hora. E aí? Quem vai?

Marian Bantjes

Stefan Sagmeister

Eboy

Blake Whitman (Vimeo Founder)

Aaron Koblin

Hort

Andy Cruz (House Industries)

Joshua Davis

MWM

Umeric

Design is Dead

“Dot Workshop” com Julien Vallée

E muito mais, lista completa aqui.

05/07/2010


Diversidade é o que você procura? Ah, então tem que passar no MIS para ver o novo projeto da ROJO®, a ROJO®NOVA. É uma mostra de talentos nacionais e internacionais que ilustram o processo criativo através de uma constante renovação da arte. A exposição em si é o próprio processo criativo, pelo que as obras ficam em mutação até ao término da exposição no dia 15 de Agosto. Participam mais de 50 criativos de todo o mundo, incluindo Mark Jenkins, Maya Hayuk, Fuck Buttons, Ryuichi Kurokawa, Robert Seidel, Krink, Kit Webster, Flávio Samelo, Tunng, Sin Fang Bous, Objeto Amarelo, Mulheres Barbadas, entre outros.

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17/08/2009


Somos criados e condicionados a etiquetar o tempo todo. Temos que ter uma opinião formada sobre tudo mesmo que essa opinião seja fruto do que lemos em jornais e revistas e foi fabricada pelos especialistas em generalidades – conhecidos jornalistas.

Dizemos ‘eu gosto’ e ‘eu não gosto’ a tudo, sem nem saber o porquê.

Estamos o tempo todo etiquetando.

Como num catálogo científico, vamos limitando nossas próprias opções, vestindo nossos cabrestos, criando top 5 e dando o poder a outras pessoas para escolher por nós.

Entretanto, é facilmente constatável que esse modo dicotômico de pensamento bem-mal, deus-diabo, certo-errado não nos serve mais. Até a minha máquina de lavar roupas sabe disso!

Minha máquina de lavar roupas possui um sistema fuzzy com 10 níveis de água e jatinhos que regulam o nível adequado de água para a quantidade de roupa colocada. A minha máquina de lavar roupas entende que ela não é só cheia-vazia.

Homem-mulher, heterossexual-homossexual, feio-bonito, normal-freak…

A nossa vida é produto do caos, somos a combinação de milhares de improbabilidades, como eu posso estar satisfeita olhando uma parede branca com um quadro pendurado?

É suficiente para mim aceitar essa hierarquia imposta há séculos atrás num pensamento dicotômico de quadro-observador, artista-homem comum, deus-escravo? Essa imposição serviu para afirmar uma classe dominante, para mostrar através da sua pintura a óleo sua pompa e possessões, para fazer com que eu me sinta ‘not enough’, nunca boa o suficiente e queira ser boa o suficiente perseguindo um ideal que jamais vou alcançar.

Não é ‘orgânico’, não é natural, não coincide com todo o caos e as milhares de combinações e incertezas existentes dentro de mim. Não sou sim nem não. Não ‘tenho que’ ter uma opinião fechada sobre nada, não ‘tenho que’ ter posição firme sobre algo porque corro o risco de não ter personalidade segundo as pessoas a quem otorguei poder sobre mim.

Sou um caos interconectado com todos os seres. A arte para esse meu ser também.

>> Referências: capítulo 1, Modos de Ver, John Berger (post e post); palestra Cabello & Carceller (post); Política del Acontecimiento, Maurício Lazzarato; Enredamaderas de Pablo Reinoso exposta no Malba em Buenos Aires.

>> Aos que aspiram a famosa parede branca, entendo como uma metáfora de quem aspira compartilhar suas obras com outras pessoas e respeito essa aspiração. Para mim, a vivência de uma obra de arte pode facilmente e intuitivamente ir bem mais além da parede branca.

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