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08/09/2011


texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Formas do Consumo | ilustrações de minha autoria

Sabe aqueles assuntos que evitamos discutir, mas que todos nós temos uma opinião a respeito? Religião, política, gosto musical, futebol… No fundo, discutir sobre estas coisas é discutir sobre crenças e, portanto, sobre aquilo que nos faz ser quem somos. Mas será que a própria crença pode ser considerada um objeto de consumo? Se pensarmos em nossos gostos musicais e em nosso time de futebol, tal suposição não parece ser tão absurda. Quando elegemos determinada marca a ser sempre consumida (você só compra leite Parmalat, por exemplo), não estamos apenas acreditando que aquela empresa é melhor que seus concorrentes, mas também estamos assumindo um determinado modo de vida, um conjunto de hábitos e, por que não, uma personalidade que nos caracteriza enquanto indivíduos. Leia mais…

30/08/2011

Update: Removeram o video do Vimeo, mas achei no YouTube.

Um stopmotion muito bem feito, incentivando os fazendeiros a voltarem às origens. Indo contra a maré industrial. Também conta com a cover de “The Scientist” do Coldplay, feita por Willie Nelson. Leia mais…

11/08/2011


originalmente publicado no Filosofia do Design e no Formas do Consumo | ilustrações de Guilherme Henrique

Como todas as palavras que se referem ao ser humano, o consumo nunca possuirá definições precisas e inquestionáveis. A opinião é necessária, sendo que a própria opinião também pode ser considerada uma forma de consumo. Por exemplo, parte da minha opinião sobre o consumo foi literalmente consumida da opinião de Jean Baudrillard, que por sua vez digeriu e defecou outras opiniões, chegando à seguinte conclusão: o consumo não é literalmente real. Leia mais…

07/07/2011


texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Nicholas Pierre

Em meu entendimento, a maneira mais ingênua de tratar o consumo é encará-lo como um modo passivo de alienação ou manipulação ocasionado pela malvada indústria cultural. Em primeiro lugar, o consumo não é passivo, mas sim ativo: por mais persuasiva que uma propaganda seja, ninguém te obriga a consumir nada. Além disso, conforme nos explica Baudrillard (2008), o consumo é uma atividade sistemática sobre a qual se funda todo o nosso sistema cultural. Leia mais…

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