
texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Formas do Consumo | ilustrações de minha autoria
Sabe aqueles assuntos que evitamos discutir, mas que todos nós temos uma opinião a respeito? Religião, política, gosto musical, futebol… No fundo, discutir sobre estas coisas é discutir sobre crenças e, portanto, sobre aquilo que nos faz ser quem somos. Mas será que a própria crença pode ser considerada um objeto de consumo? Se pensarmos em nossos gostos musicais e em nosso time de futebol, tal suposição não parece ser tão absurda. Quando elegemos determinada marca a ser sempre consumida (você só compra leite Parmalat, por exemplo), não estamos apenas acreditando que aquela empresa é melhor que seus concorrentes, mas também estamos assumindo um determinado modo de vida, um conjunto de hábitos e, por que não, uma personalidade que nos caracteriza enquanto indivíduos. Leia mais…









