
Alguém deu sua opinião sobre o assunto. E aí, qual é a sua?
A foto é do Venâncio Filho.

texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Guilherme Henrique
“…o fundo do poço da vergonha foi atingido quando a informática, o marketing, o design, a publicidade, todas as disciplinas da comunicação apoderaram-se da própria palavra conceito e disseram: é nosso negócio, somos nós os criativos, nós somos os conceituadores!” (DELEUZE; GUATTARI, 2004, p. 19).
Os termos conceito e conceituação são recorrentemente utilizados por nós, designers. Embora haja uma ampla bibliografia sobre isso, trata-se de uma confusa etapa projetual que ora é localizada como ponto de partida, ora como parte do processo e ora como justificativa posterior. De todo modo, há sempre a necessidade de se representar ou ilustrar um conceito, como se fosse uma espécie de produto à parte, um tipo de aplicação e objetificação da criatividade em algo que possa ser vendido e utilizado de maneira eficaz. Leia mais…

Eu fico triste com a morte anunciada do português, mas dizem que isso é sinal de velhice. Temos que nos adaptar as mudanças e no máximo nos será permitido direcionar os novos caminhos, mas nunca mudar radicalmente o mundo. Mas chega de filosofia barata, porque essas duas linhas a mais que vocês leram dava pra ter escrito um tweet, atualizado o Feici, feito checkin no Foursquare e enviado dois SMS pra galera.

Abertas ao público de São Paulo e Salvador, visitas mediadas, palestras e oficinas que exploram a noção libertária de uma criação que já não é privilégio do artista – e da qual depende a transformação da matéria plástica do futuro. “Libertar as pessoas é o objetivo da arte; logo, arte, para mim, é a ciência da liberdade”, diz Beuys.
“O que quero dizer às pessoas é que elas poderiam fazer uma revolução se usassem o poder que têm. Mas elas não têm consciência de seu poder e, portanto, não fazemos revolução nenhuma. Mais uma vez as pessoas têm esse poder” — Joseph Beuys.