
Até 10 de Julho de 2011
No Poster for Tomorrow podem participar designers de qualquer parte do mundo (individualmente ou em equipa). A participação é gratuita. Toda a info, em inglês: www.posterfortomorrow.org/blog/view/118

Até 10 de Julho de 2011
No Poster for Tomorrow podem participar designers de qualquer parte do mundo (individualmente ou em equipa). A participação é gratuita. Toda a info, em inglês: www.posterfortomorrow.org/blog/view/118

Você que se inscreveu para os editais (vulgo ajudar o evento e ganhar descontos) do NDesign Rio 2011, hoje à partir das 21h a CONDe vai divulgar ao vivo quem foram os incríveis selecionados por este link.
Aí eles tem um vídeo para supostamente explicar este processo, que… bem… enfim, dá uma olhada.
E se você quer divulgar o NDesign na sua universidade ou região, o cartaz já está disponível para download.

Para divulgar o Prêmio Design MCB, há 25 anos o Museu da Casa Brasileira promove o Concurso do Cartaz. Como o próprio nome diz, é a partir dele que é definida a principal peça de divulgação do Prêmio.
Esta premiação pelo Museu da Casa Brasileira faz parte da história do design nacional e se consagrou nos últimos tempos como um dos mais importantes reconhecimentos da nossa área.
As inscrições estão abertas até o dia 25 de Abril. O vencedor do cartaz ganhará R$ 3.000,00 e terá um contrato de R$ 5.000,00 para a criação de outras peças gráficas relacionadas ao Prêmio Design. Inscrições e mais informações: www.mcb.org.br/premiodesign
Veja como foi a 24º edição do Prêmio:

O que emociona você (se é que algo emociona) no design? Para mim, sem dúvida, é a capacidade de síntese! Veja esse cartaz do Jianping He que foi premiado com medalha de prata na 22ª Bienal de Varsóvia: é conceitual, simples, profundo, político e ecológico. Tudo isso em uma ideia que parece simples, mas que demanda muito conhecimento da cultura a que ela se refere – Jianping He é chinês, radicado na Alemanha. Um designer uma vez me disse (não lembro quem) que uma grande marca pode ser contada para o cliente pelo telefone: “A sua marca é uma maçã mordida, como aquela da Bíblia, saca!?” Esse conceito pode-se aplicar aos cartazes que por natureza são tão sintéticos como as marcas – Fukuda fez isso, Milton Glaser fez e faz isso, Luba Lukova faz isso e os trabalhos são memoráveis, inteligentes e atemporais. A boa ideia fica e influencia, já o estilo puro e simples…

Em uma viagem recente de férias tive a oportunidade de retornar à Polônia, confesso que Cracóvia entrou no roteiro menos pela sua beleza e mais pelos cartazes poloneses. Quando estive na Polônia, em 1989, lembro que ficava mais tempo olhando para os muros e paredes do que para as riquezas históricas da cidade. Lembro de ver um país que saía da falta de liberdade do regime socialista, mas que esbanjava liberdade pelas paredes há muito tempo. O cartaz que ilustra o post é de Wiktor Sadowski, que junto com Wiesław Wałkuski está entre os meus artistas poloneses preferidos. A expressividade e conceituação destes artistas vem de uma tradição que começou nos anos de 1950 e que se mantém até hoje – a tradição de fazer comunicação com identidade própria, de respeitar a inteligência das pessoas e, principalmente, de procurar a liberdade. Para quem curte, existe um documentário muito bom sobre a história dos cartazes poloneses chamado Freedom on the Fence – eu recomendo!