texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Nicholas Pierre

Hoje falarei de um fator que parece ser desconsiderado na maioria dos métodos de Design: o bom gosto. Se você pensa que isso é algo muito relativo e que não pode ser reduzido a uma definição, perceba que tal afirmação é também reducionista – ter a mente aberta pode ser tão irredutível quanto ter a mente fechada (o reducionismo é a ambiguidade do relativismo, e vice-versa). De todo modo, mesmo quando tentamos fugir do dilema do bom gosto – quando achamos que a forma (harmonia, proporção, unidade) deve seguir ao máximo a função (usuário, contexto, necessidade) –, parece haver sempre um determinado senso estético implícito, em maior ou menor grau, naquilo que projetamos. Leia mais…