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Por: Janara
25/11/2009


1. Diga quem é você em 5 imagens.
2. Porque você tá nessa vida?
3. O que desenhava quando era criança?
4. Uma foto para ilustrar cada década de Arnaldo.
5. Assuntos favoritos na mesa de bar: (até 5 imagens)
6. A pior e a melhor piada de 2009.
7. Quem você chamaria de gênio?
8. Quem te faz rir?
9. Qual é a grande vantagem de ser homem?
10. O melhor cartunista morto e o pior cartunista vivo.
11. Momento clichê: Uma banda, um filme, um livro, uma cor.
12. O que você não aguenta mais, porra!?
13. O que é arte?
14. O que é não é arte?
15. Você tá feliz?

A Entrevista Ilustrada volta esse mês com Arnaldo Branco e um trio imbatível:  futebol, sacanagem e mau humor. O jornalista e cartunista carioca criador de personagens como Capitão Presença, Joe Pimp e das tirinhas Mundo Animal responde a essas 15 questões de relevância duvidosa mostrando um pouco mais de Arnaldo por Arnaldo.

Leia mais…

Por: Janara
19/08/2009

Recebi esse link agora do Pedro (que tem um trampo que vale o seu clique) e não pude deixar de postar aqui.

Acho que todo mundo quando lê um livro acaba desenhando mentalmente a cara dos personagens. Por isso as vezes é tão decepcionante quando transformam livro em filme e escolhem um ator que não tinha nada a ver com o que existia no nosso imaginário.

Essa idéia fantástica de chamar gente bacana pra fazer um retrato falado dos personagens dos seus livros favoritos é do site O Livreiro, que é uma rede social para os amantes da literatura. O retratista é Yoshi Kawasaki e quem descreve aí no vídeo, Arnaldo Branco (que já foi citado aqui tantas vezes que já dispensa comentários).

Praver os retratos produzidos até agora, clica aqui. E pra ver mais retratos falados, aqui.

17/08/2009


(trilha mp3: Solex – good comrades go to heaven )

Já tem algum tempo que as tiras largaram a receita de 2 ou 3 quadrinhos sucedidos por um último com a piada final e explicativa pra dar lugar às que deixam por conta do leitor a interpretação do que acabou de ver. E não tô falando de “tirinha-cabeça” mas de um alvo um pouquinho mais abrangente que sua inteligencia.

 O caminho foi aberto principalmente pelo mestre [dos mestres] dos quadrinhos brasileiro, o Laerte, que em sua fase recente [pontuada após a morte de seu filho, em 2006] coloca a [sua] arte em um outro patamar, indo muito mais fundo que apenas mexer com sentimentos de alegria, raiva ou reflexão pra tocar em sensações que muitas vezes estão além do que somos capazes de explicar. O que você concluiu não importa e sim o que você sentiu.

 E a essencia da arte é essa, não é? 

Ótimos ilustradores da nova geração como André Dahmer, Arnaldo Branco e Rafael Sica não escondem a posição de pupilos e a referencia que a arte de Laerte é para eles. Talvez este também seja o caso de Heneh -  responsável pelas tiras que ilustram este post – e que estreia [estou enganado?] um estilo de arte sequencial surealista e sem sentido aparente [ia citar Dali, mas vou respeitar as devidas proporções] onde a “idéia” é substituida pelo “efeito”.

Ou são só rabiscos? Bem, isso já não depende dele, mas de você!

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