pode resultar em imagens bem divertidas, como as do russo Dmitry Maksimov.


pode resultar em imagens bem divertidas, como as do russo Dmitry Maksimov.



Graduada na Konstfack University of Arts, em Estocolmo, a designer têxtil designer Hanna Nyman está se destacando na indústria de decoração de interiores pelos seus papéis de parede diferentes. Ela trabalha com padrões e texturas diferentes, nos quais a padronagem floral “sai” da superfície do papel e se torna tridimensional. Hanna também faz esculturas utilizando origamis e luz.

Via Cool Hunting.

Quem são, na verdade, os superheróis da América? Isso é o que a fotógrafa mexicana Dulce Pinzón mostra em sua série de fotografias “The Real Story of the Superheroes“. Imigrantes mexicanos vestidos como os maiores superheróis dos EUA e do México, em seus locais de trabalho, provam que herói é aquele que se sacrifica pelos outros, não importa como. E sempre com bom humor, claro. Imagine onde Aquaman trabalha…

Editor de fotografia da Folha de Londrina, o fotógrafo Sérgio Ranalli tem um olhar único, sensível, rápido e muito humano. Suas fotos são daquelas que a gente gostaria de ver estouradas nos jornais, deixando o texto bem pequenininho… É preciso um olhar de artista para fazer diferente na fotografia de coitidiano.

Há 3 meses, foi ao Haiti e de lá, trouxe imagens maravilhosas, chocantes, um retrato do povo haitiano que vale a pena conferir.

Ele tem um flickr e um blog com um arquivo de imagens muito boas.
Tem um artigo fascinante sobre o documentarista Errol Morris no New York Times, falando sobre como as imagens podem ser usadas como arma.
“Se você quiser enganar alguém com uma fotografia, há milhares de maneiras de faze-lo. Você não precisa de Photoshop ou de manipulações digitais sofisticadas. Você não precisa de um computador. Tudo o que você precisa é mudar a maneira como essa imagem será recebida”, explica.

Como exemplo, ele utiliza as fotografias apresentadas por Colin Powell às Nações Unidas em 2003 para justificar a guerra que estava por começar no Iraque.
Via Boing Boing.

Este é um dos 90 recipientes que o artista italiano Piero Manzonium numerou e no qual pôs 30 gramas de suas fezes. O título da obra é singelo: “Artist’s Shit” (Merda de artista), grafado na latinhas em inglês, francês, italiano e alemão. Hoje cada lata está avaliada em 100 mil euros. A galeria Tate de Londres comprou uma em 2002 por 22mil e 300 libras com dinheiro público. O museu justificou a aquisição: “Manzonium foi um artista internacional incrivelmente importante ”.
Atualmente é difícil encontrar alguém que faça críticas consistentes a arte contemporânea. Aliais é difícil encontrar quem tenha um posicionamento crítico perante qualquer coisa. Quando muito do que se lê por ai são resenhas que parecem ter sido encomendadas para não dizer compradas ou escritas por alguém que pouco entende do assunto.
Porém, ainda existem pessoas que ousam criticar (bizarro dizer isso, mas hoje criticar se tornou ousadia) a sintomática artes plásticas de hoje. Mesmo que estas poucas vozes às vezes pareçam sumir diante a parafernália midiática e espetaculosa da cultura contemporânea, elas ecoam.
Uma dessas vozes é a de Luciano Trigo – Escritor, jornalista e editor de livros com seu blog Máquina de escrever. São de grande inspiração suas análises e críticas para pensarmos o cenário artístico atual, no qual qualquer porcaria é entitulada arte e pode ser vendida por milhões de dólares. Segue abaixo dois trechos de suas análises:
“Na arte, isso se refletiu de duas maneiras: primeiro, o fim da tradição do novo , isto é, a idéia de que tudo já tinha sido feito, e que só restava citar, recombinar, copiar ou simplesmente se apropriar de recursos do passado; segundo, a capitulação do artista ao mercado e às instituições . Os próprios museus aderiram a uma dinâmica associada ao consumo, ao entretenimento e ao espetáculo: a arte se tornou uma ramificação a mais da indústria cultural, e hoje, em termos práticos, seu status no mundo é mais ou menos semelhante ao da moda, com todas as suas características (incluindo as famosas tendências ). A esfera da cultura se reduz ao lazer e entretenimento comercializável, perdendo sua função crítica.”
“Vivemos a era da reiteração . Mecanismos vorazes de repetição do mesmo, reiterado em versões cada vez mais caras, esmagam o impulso da criação, ou ao menos limitam drasticamente, sobre a aparência da diversidade, o campo da inovação artística. Hoje ele é dominado pelas variações lúdicas sobre propostas do passado, se possível com um efeito desconcertante ou irônico como o de uma gracinha: transgressões controladas, apropriações de apropriações, citações irônicas e provocações tediosas constituem hoje o vocabulário de boa parte da arte contemporânea de sucesso, isto é, da arte reconhecida pelo mercado e pelas instituições, isto é, da arte oficial.”
“Por tudo isso, não se trata aqui de contestar este ou aquele artista, esta ou aquela obra, o que seria inútil, mas de compreender o contexto e a dinâmica da produção artística contemporânea. Existem, é claro, artistas de verdade e impostores, mas para o sistema isso não faz diferença. Ou alguém realmente acredita que um coelho de alumínio de Jeff Koons (coelho no qual ele sequer encostou o dedo) pode valer (eu disse valer, não custar) mais que um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Henry Moore?”
Outra voz crítica importante é a do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna. Suas críticas estão nos livros Descontruir Duchamp – a arte na hora da revisão e A cegueira e o Saber . Fiquei sabendo que ele lançará um terceiro livro sobre o assunto: O enigma vazio - impasses da arte e da crítica , que coincidirá com a bienal de arte de SP que já está sendo chamada de “a bienal do vazio”.

Abaixo alguns dos títulos dos artigos do Livro Desconstruir Duchamp:
- Fotografia do equívoco – A aura está no livro, na foto, no texto. Diante da obra real há o desencanto
- Suicídio da arte – O rei está nu e há muito rolou as escadas, sem aura e sem vestes
- O inacabado, o rascunho, o precário, etc. – Na modernidade, esboço e processo são tomados pela obra realizada
A seguir um trecho do livro A cegueira e o saber do artigo Ulisses e esse “mal-estar”
“…não temos que analisar nada, as coisas não fazem mesmo sentido, gostamos da superficialidade, do provisório, da confusão entre marginal e mocinho, de apropriação procedente e indébita, da transgressão pela transgressão, do brilho instantâneo das drogas ou dos flashes. Enfim estamos sadomasoquisticamente achando um barato “o mal-estar” da contemporaneidade.”
Para terminar o post uma obra de “arte” contemporânea.

“A obra acima, de Damien Hirst, integra a série conceitual “As Quatro Estações” e é composta por uma estante de aço inoxidável e vidro, com 6.136 pílulas de diversas cores, que aludem às estações do ano. É a mais cara obra de um artista vivo do mundo: foi comprada por 19,1 milhões e dólares em 2007.” Luciano Trigo - Leia está crítica na íntegra
Trata-se de um documentário sobre a relação aluno/universidade/professores nos cursos de design do país. O vídeo aborda diversas questões relevantes sobre o modelo de educação no Brasil e de como nós estudantes universitários estamos nos relacionando com a universidade. O vídeo é de interesse geral, principalmente para estudantes universitários ou aqueles que pretendem ingressar na faculdade.
O vídeo foi realizado por Mauro Alex, Alexander Czajkowski, Gabriel Costa e colaboradores. Foi exibido no Ndesign em Manaus neste ano. Parabéns aos idealizadores do vídeo. Muito bom!!!

A onda de tocar a userpic do Twitter com a brincadeira do site Por que tão sério?
foi divertida, mas quem soube explorar de verdade o personagem mais
fascinante do Batman - O Cavaleiro das Trevas foi o fotógrafo Vitor Shalom.


Natural de Brasília, é fotógrafo de moda e esteve presente na IdeaFixa 11. Além do site oficial, ele também publica no Flickr.
Impossível não falar dos novos vídeos que a Nervo do Nando Costa fez para Zune. Aproveite e olhe todas as fotos de todos os projetos e dá uma passada no motionographer que tá de cara nova. Rock’n'roll!


Dercy Gonçalves
* 23/06/1907
† 19/07/2008
Descanse em paz, e tenha paciência na fila para onder quer que vá.
Simples, funcional, criativa e diz tudo:

Trabalho da estudante Rebecca Low. O site dela está fora do ar. =(

Não entendi muito bem se é um coletivo ou um portfólio comunitário, mas achei bem legal.
http://www.seeplats.com/main.htm

E foi liberado. O curta. O curta que rodou em 2006. O autor é Denis Kamioka. O Cisma. Puro.deleite.visual.poético.com.br. Viva o fuckin.brazilian.japa.style.