
Pedimos para as pessoas representarem graficamente a palavra Máquina, e o resultado me trouxe uma certa surpresa. Não imaginei que em pleno 2012, onde vivemos rodeados por toda a sorte de maquininhas, os robôs ainda são protagonistas do inconsciente coletivo. Talvez seja uma nostalgia infantil, ou porque o robô humanóide continua sendo ficção científica.
Mas afinal, quem não gosta de tentar adivinhar o futuro, ou sonhar com um futuro desenhado por si?
Para essa edição, duas capas. Uma do brasileiro mais paciente do mundo moderno, Márcio Ramos, "o cara" do pontilhismo por essas bandas. A outra é do hermano Juan Barabani, que fez essa ilustração especialmente para a Revista IdeaFixa.
Para fechar com chave de ouro a trilha da Calibro 35, que caiu como uma luva para o tema. A banda se formou na Itália em 2007, e tem como missão resgatar o climão das soundtracks dos filmes italianos das décadas de 50 e 60.
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