“Painting a naked girl in a room is too easy”

Entediados, os grafiteiros franceses Keag e Sore resolveram partir para uma nova linha de trabalho, o body painting.
Pintar uma garota nua em um estúdio não é ilegal, e o proibido para a dupla que existe desde 1993 é obrigatório! Como manter-se fiel às raízes então? Fazendo a conexão entre a pintura do corpo – bem ordinário – e o grafite ilegal no metrô – por definição, não muito politicamente correto. :p Daí é que surgem as polêmicas fotos do livro Pimp my Bitch.


A Daiara Figueroa traduziu o que eles dizem no editorial do livro:
“Aqui esta um prefacio para por alguns pontos no lugar antes que o povo fashion foda com a gente: Aiaiai não sou vidente mas ja to vendo eles chegando do marais, passy, das galerias (pontos de arte de paris).. os experts em arte vão ficar felizes da vida, cuspir catarro verde com seus pulmões raivosos, as gargantas profundas vão vomitar de tanto se engasgar! vão babar, cuspir, vai gozar branco nas suas roupas, vai cobrir os claps claps de nosso mundo, só vamos ter que ficar com a vergonha … mas tudo bem, a gente esta pouco se fodendo, estamos acostumados!”
O livro editado pela Wasted Talent tem tiragem limitadíssima – apenas 500 cópias com 80 páginas cada. Mais fotos aqui.
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ps: Esqueci de me apresentar no primeiro post! :) Fui convidada para colaborar aqui no Ideafixa com posts sobre cultura e arte urbana. Não só sobre, mas principalmente porque é um dos assuntos que mais me interessam. Em 2009, criei o projeto ooglab.com que pretende investigar os desdobramentos da arte – especificamente o grafite – no desenvolvimento, na cultura e nos moradores de uma cidade. Depois da uma olhadinha lá! Beijos, @munique.







ieiii! :) obrigada pela tradução!