Quanto as críticas eu preciso falar um pouco.
I) Não se deve esquecer. Design é uma profissão como outra qualquer. Isso é um trabalho. Você gasta um tempo trabalhando e ganha um dinheiro no final do processo, ou no meio, tanto faz. O importante mesmo é que o cliente pague pelo feito, pelo intelecto/físico investido.
II) Sim. O Amor a profissão existe! Que lindo. Como é bom quando amamos o que fazemos.
Ódio é um sentimento próximo ao amor. Ódio é natural. Mas não se deve odiar mais do que amar. A vida fica dolorosa. Pode questionar? Pode. Mas encher o peito de raiva e metralhar negativices só porque o trabalho não é “inovador”, porque não “mexeu” com meu olhar ultra.refinado e descolado é motivo pra solicitar um “tira essa merda da minha frente”? Acho que não é por aí. Nem todo mundo tem tempo de passar o dia ffffoundeando ou suando a moringa pra chegar a formas supernovas e próprio-únicas-estilosas. Nem todo mundo tem saco, ou melhor, nem todo mundo quer criar um “estilo próprio descolado” e faturar o milhão. As vezes o cara não tem o trabalho mais inovador dos últimos 20 minutos. Mas tem uma alma imensa, positiva, cheia de verdade e que numa conversa qualquer de boteco você volta pra casa mais aliviado, mais feliz.
Graças ao bom Deus e a Santa sorte, tenho alguns amigos assim. Muitos deles são designers. Muitos não estão no MainStream do design. Mas têm um trabalho honesto, acima de tudo verdadeiro. E nada substituirá a verdade. Essa verdade a gente enxerga no trabalho. Enxerga sim, se esforce um pouco que você enxerga. Então partindo disso pra tão aguardada linha do inovador, é um caminho natural, é simples consequência e não se deve ser levado tão a sério.
Eu acho que faço parte do que vc chamou de administração e sou obrigada a concordar com alguns pontos levantados. Só uma coisa que eu queria entender melhor, quando vc diz ” os rumos que o blog vem tomando” o que vc pode apontar pra gente melhorar? E eu tb acho que free forms é carne de vaca.