Sou um australopithecus urbanus, que não gosta de coisas escondidas ou meias palavras, e que estava acostumado com a vidinha “morrinha” do interior fluminense, quando acabei me apaixonando pelo teatro e sua literatura. Mas em 1989 descobri os computadores e um programinha chamado CorelDraw e desde então, larguei o teatro amador e venho buscando espaço no mercado. Sou autodidata quanto ao manejo de programas vetoriais e, em 1994, iniciei um curso de Comunicação Social com ênfase em jornalismo, mas que não foi terminado e acabei freelancer, fazendo impressões em silk-screen, pequenas coisas para internet, ilustrações, etc. Minha formação é baseada nas minhas experiências com teatro amador, oficinas de artes e muita literatura e pesquisa sobre o assunto. Ultimamente encaro a labuta diária como Arte finalista em São Gonçalo (RJ), mas se for preciso (e quase sempre é) faço fotos, escaneio, xeroco, vetorizo, embrulho para presente, arranjo troco e mando entregar. Acredito em produzir sempre com o máximo de qualidade possível, mesmo que o briefing peça algo que o impeça de romper os padrões vigentes do design comercial. Creio que trabalhar de bom grado, com toda a nossa energia e entusiasmo, é o modo que temos de contribuir para uma vida melhor.