Para quem sofre demais por não ter

04.01.2012 / Em reflexão / Por Janara Lopes

Não precisa assistir, se a questão for tempo. Deixa o áudio rolando, faça um bem a si mesmo e pare para pensar um pouco.
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Comentários
  • Rafael

    Na boa? Isso aí é só um vagabundo.

  • Rafael

    Na verdade ele não é um vagabundo. Ele é um hipócrita, o que é pior. O safado fica pregando o desapego, a visão não capitalista e tal. Mas ele tem um Blog de e-commerce. Ah, vai colocar uma camisa seu safado!

  • Pedro

    Demais esse cara

  • http://brunofujii.com Bruno Fujii

    Ah, mesmo deixando o áudio rolando, é bom parar esses 10 minutos pra ouvir, pra não ficar ouvindo só umas frases fora do contexto… Eu gosto muito das coisas que ele fala, só acho que parece que ele tá revoltado demais (com razão) pela decisão que ele tomou.

  • Janara

    Legal Rafael, olha aqui uma tira inspirada em vc! http://www.ideafixa.com/os-adequadinhos

  • Pedro Marin

    Poxa, ele procurou aonde, no PCO ? :(
    Gostei bastante dele.

  • Pedro Marin

    Ser marxista não significa viver numa caverna, as pessoas tem que sobreviver no capitalismo, oras.

  • Preto

    Eu não o chamaria nem de vagabundo, nem de hipócrita… é simplesmente um cara que optou por uma “filosofia de vida” que para alguns é ridículo, para outros é revolucionário. O que interessa de tudo isso são as verdades, meias verdades e as bobagens que ele fala. As vezes uma frase pode nos fazer pensar, uma poesia, uma musica, um gesto de um estranho ou um discurso como esse. Não estou defendendo o cara, mas a parte boa é a discussão que ele proporciona, afinal de contas, se todos pensassem igual, estaríamos ainda na idade da pedra (exageros a parte hehe). Um fato… precisamos de muito menos do que acreditamos precisar, porem, QUEREMOS continuar acreditando… sim, sou um contaminado, mas tenho meus momentos de felicidade hehehee.

  • tora

    ahhhh, o bom senso ainda não está morto. Bem colocado C0 M0 Y0 K100%.

  • http://www.flickr.com/photos/marcelomortex/ mortex

    Legal. O cara fala uma parada sobre a publicidade no começo (entre várias coisas q ele fala) q é bem fóda!

  • bruno

    concordo em alguns pontos, acho outros meio xiita… agora acho contraditório o cara criticar ao extremo os endinheirados e vender pintura a 500 reais… me diz quem dá classe baixa tem essa grana pra gastar com arte?

  • Natália

    O mundo está cheio de pessoas que falam praticamente a mesma coisa que Eduardo Marinho. Todo mundo tem o direito de expressar as suas opiniões, e tem o meu apoio. O problema é que eu só vejo esses jovens falando e não vejo nenhuma mudança. As frases deles são muito bonitas, mas infelizmente não vão mudar a minha vida. Eu vi esse vídeo e sei que amanhã vai continuar a mesma coisa. E isso vai acontecer, não porque sou insensível ou porque não quero. Vai acontecer porque tudo que eles falam é copiado. Não há originalidade na fala. O mundo que vivemos hoje não é o mesmo dos filósofos. Não temos mais isso. Se pessoas como esse Eduardo Marinho se esforçassem para usar a criatividade que tem para pensar no futuro, e não relembrar o passado, vai saber se as pessoas ouviriam.

  • João

    “Por mais surrado e gasto que o martelo seja, ele deve continuar martelando se quiser causar alguma marca na madeira.”

    Bem, embora eu partilhe parcialmente com seu ceticismo e, de certa forma desânimo, acho que a questão aí não é tanto se um discurso é ‘original’ ou cliché, copiado de outros ou o que quer que seja, e sim a importância do que se fala.

    Se algum tipo de discurso (que seja realmente relevante a nível coletivo), não for verdadeiramente assimilado e levado a sério pela sociedade, não vejo problema no mesmo ser repetido mais e mais vezes (por mais simples e ‘batido’ que este seja), independentemente de seu ineditismo, até o ponto de causar algum tipo de reação/mudança.
    Talvez a questão a ser considerada aí seria mais em torno da abordagem – que pode soar repetitiva para muitos-, mas não em torno do que é dito, que, vamos ser francos, é bem verdadeiro.
    Antigo, ‘batido’, cliché… mas verdadeiro.

    Concordo que muitos (especialmente os jovens) ficam presos apenas no discurso, tornando o mesmo vazio e sem força (embora o Occupy WallStreet pareça ser uma feliz exceção), mas por outro lado, se fixar no ineditismo do que é dito, e não no seu peso (mesmo que o mesmo pareça ‘forçado’ e repetitivo nos tempos atuais) não vai nos levar muito longe.

  • João

    Por sinal, não sei se se encaixa aquí, mas taí um trecho interessante do filme Edukators, acerca do capitalismo: http://www.youtube.com/watch?v=F4YcKfuI0q8&feature=related

  • http://wbarato.blogspot.com/ wBaRaTo

    bom d+