texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Carolina M. Marchese Tanto no meio acadêmico quanto no meio profissional é bonito falar em abertura, liberdade de expressão, convivência de ideias, trabalho colaborativo, diálogo, etc. Como se não houvesse trincheiras ideológicas, panelinhas e preconceitos no Design. Eu, por exemplo, tenho preconceito contra quem (…)
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texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Formas do Consumo | ilustrações de minha autoria Sabe aqueles assuntos que evitamos discutir, mas que todos nós temos uma opinião a respeito? Religião, política, gosto musical, futebol… No fundo, discutir sobre estas coisas é discutir sobre crenças e, portanto, sobre aquilo que nos faz ser quem somos. (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustração acima de Ricardo Cunha Lima e ilustrações abaixo de minha autoria Muitos consideram a Filosofia do Design, conforme retratada em meus ensaios, “desnecessariamente subversiva”. Na perspectiva psicológico-existencialista, subversão significa distanciar-se de você mesmo, olhar para si como se você fosse um estranho e depois descobrir quem (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de minha autoria Muita gente tem pesquisado e publicado teorias/métodos/técnicas sobre Inovação. No entanto, como a grande maioria das coisas que eu li me pareceram entediantes e nada inovadoras, escrevi este ensaio falando sobre Heurística, os paradigmas de Kuhn e a intuição dialógica de Edgar Morin. Contudo, decidi ser inovador (…)
Continuar lendooriginalmente publicado no Filosofia do Design e no Formas do Consumo | ilustrações de Guilherme Henrique Como todas as palavras que se referem ao ser humano, o consumo nunca possuirá definições precisas e inquestionáveis. A opinião é necessária, sendo que a própria opinião também pode ser considerada uma forma de consumo. Por exemplo, parte da minha opinião sobre o consumo (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Guilherme Henrique “…o fundo do poço da vergonha foi atingido quando a informática, o marketing, o design, a publicidade, todas as disciplinas da comunicação apoderaram-se da própria palavra conceito e disseram: é nosso negócio, somos nós os criativos, nós somos os conceituadores!” (DELEUZE; GUATTARI, 2004, p. 19). (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Guilherme Henrique No filme O Cheiro do Ralo, o protagonista diz: “Deus criou o mundo, mas foi o homem que tornou o mundo confortável. O homem é o deus do conforto”. Por outro lado, o filósofo John Hick afirma em seu livro Encountering Evil (2001): “Um mundo (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Universo Humanus | ilustrações de Nicholas Pierre “Identidade brasileira é mistura, abertura, sincretismo, miscigenação…” – esse velho papo-furado de designer/marqueteiro sempre me incomodou. Quando o assunto é identidade cultural, o lugar comum para se evitar a enxurrada bosta-nova do futebol, samba e carnaval é falar de uma suposta mistura cultural entre regiões, (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Nicholas Pierre Após o fim do mundo da última semana, muita polêmica transitou em nossas timelines: cartilha do MEC, denúncia à educação brasileira, marcha da maconha, clínica de aborto, regulamentação do Design e até uma certa banda mais sorridente da cidade. O interessante é que, daqui a algumas semanas, ninguém mais vai se lembrar (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Nicholas Pierre Hoje falarei de um fator que parece ser desconsiderado na maioria dos métodos de Design: o bom gosto. Se você pensa que isso é algo muito relativo e que não pode ser reduzido a uma definição, perceba que tal afirmação é também reducionista – ter (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Matheus Mantovani “Diferentemente de Newton e de Schopenhauer, seu antepassado não acreditava num tempo uniforme, absoluto. Acreditava em infinitas séries de tempos, numa rede crescente e vertiginosa de tempos divergentes, convergentes e paralelos. Essa trama de tempos que se aproximam, se bifurcam, se cortam ou (…)
Continuar lendotexto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Matheus Mantovani É comum entre os estudantes de Design uma simpatia por determinados estilos distintos do que se considera tradicional, genérico, standart, senso-comum. Muitos buscam ser cool (esquisitos e descolados) para expressar uma suposta singularidade que, no entanto, retoma diversos movimentos do passado, tais como: o movimento punk, a beat generation, (…)
Continuar lendoPra mim, Design é igual prostituição: uma profissão digna e respeitável (sem ironias) que exerce, antes de qualquer coisa, uma das mais belas atividades humanas. E não há nada de errado em cobrar por isso. O que me parece errado é transar com quem você ama e continuar acreditando que existe um propósito “funcional” para (…)
Continuar lendoÉ com grande honra que venho contribuir com a IdeaFixa, este canal de comunicação tão valioso e reconhecido no campo do Design. Minha pretensão aqui é estimular a reflexão e possíveis debates com aquilo que eu chamo de Filosofia do Design, sendo o meu desafio apresentar isso através de uma linguagem acessível ao público em (…)
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