Grande texto Nelson, você resumiu bem o que eu sempre falei e repito, nós somos os diretores de arte, não o marketing nem o cliente. Entre outras verdades, alias. Parabens pelo texto, simples e direto.
Sem mais palavras.
Só em paralelo com isso. Não sei se é real, mas me parece que a Gringo adotou sistema de banco de horas e tudo.
Se for real, é muito admirável! Deveria servir de exemplo pra todas as outras agências.
É. Realmente não é o mais certo. Certo é pagar pelas horas que o profissional trabalhou, e fim de papo. Só que, essa brecha existe porque existe o bom senso. Freelancer vive virando noites em um projeto, e com a grana do mesmo vive 2, 3 meses sem precisar trabalhar. No caso do banco de horas, pelo menos o cara tem direito de tirar o dia de folga e ficar livre pelo tempo que ele trabalhou. Não é se contentar com pouco. Perto do que vemos nas maiores agências do país (eu já trabalhei em uma delas e por isso posso dizer), a realidade é que você burla a lei com timesheet, não tem hora pra chegar — mas também não tem hora pra sair. E o banco de horas nesse caso é bem legal, você trabalha mais do que deveria num dia, e folga no outro pra descansar e relaxar a cabeça. Melhor do que ter que voltar às 9h do dia seguinte porque já tem outro job na sua mesa.
” Colaborar não é doar, nem perder…”
Adoreeeii!
Tudo o que você disse pode ser resumido nessa frase.
Parabéns pelo texto!
=)
Parabéns Nelson! Acho que vc considerou bem as agústias de sermos designers e de sermos tão pouco valorizados no dia a dia. Tantas vezes o desânimo bate e a vontade de chutar o balde é grande mas a gente ama o que faz e queremos ser respeitados! Valeu e Feliz dia de Reflexão para todos!
Só para as pessoas que pensam que isso só rola no Brasil. Não, isso é mundial, não importa a sua nacionalidade. Nós viramos prostitutas baratas. Estou longe de querer continuar minha vida assim, e tenho certeza que vocês também não querem. Ou todos agimos de maneira correta perante o mercado repleto de sanguesugas e corruptas, ou é ladeira à baixo.
Muuuitas decepções em comum. Há muita coisa a ser melhorada… belo post.
Excelente texto, Nelson. Parabéns. Concordo com o que o Marcelo Baldin disse. Estou longe de querer continuar minha vida assim, e tenho certeza que vocês também não querem
Concordo em muitas coisas contigo neste post, mas devo dizer que discordo plenamente na parte em que “poderia ter sido bem mais fácil ser jogador de futebol, ou administrador, certo?”
Não, isso não está certo. Vá lá treinar todos os santos dias, vá ganhar uma copa. Você acha que sofre pressãozinha de seus clientes? Perca um pênalty na final de uma mundial para ver o que é bom para a tosse.
Seria mais fácil ser um administrador? Levante uma empresa do nada. Faça ela faturar, contrate equipes e as gerencie de forma eficiente, saiba lidar com os conflitos entre as áreas, a má organização, a pressão dos donos da empresa, as reclamações de clientes / funcionários, etc.
É muito fácil achar que a profissão que excerce é mais difícil. Desculpe, Nelson, mas o Universo não gira em torno do seu umbiguinho.
Fala Jonas. O que eu quis dizer com essa frase foi que, ao escolher uma profissão Designer, o candidato nem sempre prevê o que vem pela frente. Todo mundo exalta e fantasia a profissão de designer, que na verdade é uma profissão bastante sofrida e repleta de fracassos (há épocas que eles são bem maiores do que as vitórias). Você prestando vestibular pra administração ou indo a 300 testes em diferentes clubes de futebol sabe, automaticamente, de tudo isso que você falou aí. E como eu disse, não quis menosprezar ninguém, e isso embute o fato de que eu sei quais são os desafios das profissões citadas.
O dono do clube chama o sobrinho pra bater o penalti na final?
Touché.
Marcelo Baldin, não se considera como argumento uma frase idiota, principalmente um clichezinho do Design.
Em se tratar de pequenas empresas, talvez sim, talvez chamem o sobrinho. Mas se tirar o seu micro-pensamento de seus softwares de imagem e de sounds em geral, e transformá-lo em macro, talvez você perceba que em grandes empresas / contas / projetos, muitas vezes, não é a meritocracia que comanda, e sim o famoso e inescrupuloso lobby. Tá ligado, maninho?
Jonas, você provavelmente não me conhece. Se me conhecesse, você não teria nem comentado.
- Sabe com que tá falando?
- Ops… não, q-quem é? (suspiro tenso e respiração ofegante)
- Marcelo. Marcelo Baldinho.
- O-o-o-ah… porra, perdão, cara. Me desculpe, sério (#Fudeu! #Fudeu! Tretei com o cara errado!!!)
Tu-tu-tu-tu….
Putz, Baldinho. Fique ofendido. :’(
Jonas Jonas, qual é a próxima? Vai xingar minha mãe também?
Jonas, eu acho que você tentou ser administrador e não conseguiu por não ser capaz, tentou também ser jogador e não conseguiu por não ter talento. O que você faz aqui?
Porquê para ser um designer né, acho que eu não preciso nem terminar não é!
Então vaza co-le-ga!
Vai fazer um teste vocacional.
Meu deus, chegou o colegial. Que foi ED, não comeu seu lanchinho no recreio?
Muito bom o post Nelson, partilho da mesma idéia e se cabe, se queremos algum tipo de regulamentação, legislação bem fundamentada que proteja nosso trabalho e quaisquer outras coisas, precisamos nos unir como classe, quebrar os esteriótipos criados diariamente e como você falou, precisamos e muito deixar o individualismo e o ego gigante de lado e ser coletivo e muito, muito mais humildes.
Não foram só belas palavras, mas a síntese de toda uma classe que vive intensamente arte, e nunca, eu disse nunca nos sujeitaremos a mesmisse e a cópia imposta comercialmente.
Jonas, você não é designer, né?
Vou tentar exemplificar algo pra ver se você entende:
- Se um administrador é ruim e cumpre mal seu papel, ele é demitido.
- Se um jogador é ruim e cumpre mal seu papel, ele é demitido.
- Se um “designer” é ruim, não cria nada que presta, não sabe nada sobre hierarquia visual, não sabe nada sobre teoria das cores, não sabe nada sobre proporção, não sabe nada sobre produção gráfica, não sabe nada sobre usabilidade, mas sabe abrir o photoshop, ele é considerado um ótimo profissional por uma grande gama de pessoas.
Falou e disse.
Advan, acho que esse é um dos pontos levantados nesse ótimo post. Nós, designers, temos que buscar nosso espaço como profissionais. Claro que tem muita gente por ai que se diz “diretor de arte” e não sabe patavina. O mercado tem que se limpar. Os designers tem que mostrar que são muito mais do que operadores de programas de computador. Ai está a dificuldade, é quase um problema cultural. Discussões como essa são importantes. Beneficiam a classe, abrem os olhos dos novatos e quem sabem podemos sonhar em ser mais do que prostitutas baratas como alguém disse ai em cima.
Perfeita a tua resposta, Advan.
Toma essa! =)
É aí que você se engana plenamente.
Primeiro: sim, eu sou um designer.
Segundo: não precisa exemplificar pra mim algo que você está simplificando absurdamente, sem considerar outras variáveis importantes. Qual profissional, independente do ramo, já não sofreu com superiores incapacitados de executar corretamente suas funções, mas se mantinham muito bem (às vezes eram até promovidos) por terem fortes alicerces políticos (Q.I., amigo de não-sei-quem, etc)?
Já trabalhei com péssimos Diretores de Criação, péssimos Gerentes de Projeto, do Brasil e fora do país – o que me quebrou a cara, pois imaginava que além de receber mais ao trabalhar para agências internacionais, o processo dos projetos seriam muito mais organizados e suaves, e foram em alguns casos muito mais desorganizados do que várias agências nacionais.
Você já teve reuniões com ótimos Gerentes de Marketing? Ou com péssimos? Sabe a diferença entre eles? Então porque raios, caro Advan, os péssimos também se mantém com seus altos salários em seus cargos?
Quem já não contratou um pedreiro ou um mecânico e teve um péssimo atendimento / resultado? Porque eles continuam fazendo serviços? Temos uma imaginação muito fértil de acreditar que a “justiça será feita”, e que os maus profissionais, sejam eles de qualquer área, serão punidos pelo mercado por seus maus serviços, ou como você mesmo disse, por saberem apenas abrir o Photoshop.
Mas não é assim. Independente do segmento profissional que você escolha neste mundo, não é só o seu talentinho que vai te destacar, que te vai fazer sair do padrão e ficar em cima da carne-seca. Nada é tão simples assim, meu jovem Padawan.
Jonas, se um médico cometer um grande erro, o que acontece?
E se um pedreiro cometer um grande erro, o que acontece?
E um administrador? E um gerente de marketing?
E um designer?
A profissão é prostituída, sim.
Você vê no jornal:
“Por causa de uma falha de um dos administradores, Vale pode ir à falência”
“Por causa de erro em plástica, Dr. Hollywood pode ser processado.”
“Por causa de um erro do Gerente de Marketing, a análise SWOT não detectou uma ameaça e empresa X perdeu milhões”
Mas se alguém já viu essa notícia em algum lugar, por favor me avise:
“Designer erra na hierarquia visual do website, causando desconforto visual nos visitantes e foram perdidos milhões”
Cadê a devida importância?
1. Eu disse que a profissão não é prostituída?
2. Você está mudando de foco. Se é assim, vamos ao novo foco então:
“Designer erra na hierarquia visual do website, causando desconforto visual nos visitantes e foram perdidos milhões”
Cadê a devida importância?
- Tem real importância? Alguém vai morrer se você deixar uma fonte fora de contexto no seu lindo trabalhinho? Isso é um ideal sem fundamento. Não é por causa da falta de reconhecimento de importância que o Design é menos valorizado que outras áreas.
O FOCO do que eu disse antes é: não é uma profissão especial, não muda o mundo como muitos acham.
A gente ta falando de profissão. Todas tem a mesma importância dentro do seu contexto. Um projeto mal feito, seja na tipografia ou não, pode trazer grandes prejuízos, mas ninguém ta ligando pra isso.
Foi isso que o Nelson quis dizer. Ninguém dá a mesma importância a um Administrador e a um Designer.
Ninguém disse que é especial, mas deve ser considerada como qualquer outra.
É banalizada, é tratada como “o pessoal do desenho”.
Eles estão errados então em banalizar. Mas boa parte dos designers também está errada em querer colocar a profissão no pedestal, só porque a amam. Também amo o que faço, mas para que tenhamos melhorias SIGNIFICATIVAS e EFETIVAS, devemos pensar macro.
Advan me abrium um sorriso :)
(:
O que pagamento justo mesmo para um boa parcela da classe: é puxar seu Iphone, seu macbook, e se prostar como a mais perfeita caricatura da classe. O Glamour de ser designer paga os perrengues que qualquer um passa!
Genial o texto, não se aplica só ao design gráfico: vejo diversos setores que integram a comunicação que se aplicam a sua analogia Nelson, e digo mais, acredito que tais premissas deviam ser assumidas pelas milhares de graduações sobre design que abrem dia após dia, fomentando um mercado já tão prostituído. Espero muito que seu texto crie um paradoxo nos aspirantes e traga as estrelas já estabelecidas no mercado p/ esta triste (e nefasta) realidade!
Aaahhh Nelson! Vem cá, dá um abraço! =)
Montinho no Nelson!
Tchu tchu no Nelson? Hein? Alguém?
Aeeeeeeeeeeeeeee!
Otimo post, sei muito bem do que você está falando, principalmente agora que sou estágiario, e o pior prestando serviço para p pessoal de marketing hehe.
Fantástico!
tinham de manter este tipo de discussão no topo do ideafixa hehe.
Hoje, mesmo sem saber que era o dia internacional destinado à nossa profissão, postei em meu blog o resultado de uma enquete que fiz semana passada: ‘O que difere a arte do design?’
Data pertinente ao debate. Texto muito bom para a reflexão sobre nosso posicionamento.
E quem designer? Quem fez um curso de design?
Quem passou pelos meios da formalização formatadora de pensamentos arrozificados que é a universidade brasileira hoje?
Já pararam para ver que o mercado só absorve quem se propõe subserviente desde de sua pré formação?
Já perceberam que as promessas são sempre fúteis? Que a reflexão artistica, e filosófica que que poderia ser proposta, é completamente execrada e escanteada?
Ja perceberam que existe uma elite pensante, atuante e paneliada, que define o que vai ser vigente em estéticamente e conceitualmente?
Interessante seu texto Nelso. Qual sua formação acadêmica?
Nenhuma. E isso é pertinente?
Claro que é. Tem profissões que exigem uma porra de papel timbrado. No caso dos engenheiros e médicos, concordo, porque tipos que quero garantia que uma ponte não caia ou um tumor seja detectado, né? Mas não no de designers. Tanto cara bom sem diploma! Por isso que sou contra a regulamentação. Imagina um cara fó-da tendo que pedir pinico prum babaquinha sem a menor perícia (me nego a falar talento qdo se fala de design) mas que teve dinheiro pra comprar um diploma em alguma universidade?
só curiosidade
Infelizmente a formação academica nesta area ainda é muito precária, porisso o fato de existirem tantos profissionais sem diploma. Isso não tira o mérito de ninguém.
Não mesmo, porque existe gente que faz faculdade e vai ser sempre ruim, existe gente que ganha muito fazendo curso universitário por já ter um certo potencial e gente que não vai fazer faculdade e tem um senso estético ótimo. Impossível generalizar.
Bom, eu não tenho diploma de faculdade, mas tenho uma estante com mais de 200 livros na cabeça e tudo o que eu já vivi até hoje. E ah, eu criei o texto porque tenho paixão pelo que faço e poderia me preocupar menos se eu fosse o único que vivesse essa realidade.
E aqui vai um desabafo. Sei de onde veio esse comentário, e só tenho uma coisa a dizer: “Não é amostra de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente”. Krishnamurti.
Fato Janara.
Conheço gente que é muito boa e estudou, gente muito boa que não estudou, gente muito ruim que estudou e gente muito ruim que também não estudou.
Já dizia um dos designers mais fodas que existem: “Quem sabe, sabe! Se nao sabe da aula!”
Depois perguntam porquê que a Educação está tão pobre…
Phoda-se o professor, ele não sabe mesmo, só está dando aula porque não sabe fazer, né?
Sério Jonas, essa é a minha última resposta. Você tá pagando um gorila cara. Sério, acredite. TODO MUNDO que trabalha na área sabe que a maioria dos professores não atua mais no mercado. E o que isso quer dizer? Como você pode ensinar uma profissão que está diretamente ligada a tendências, e 1000x mais com o avanço da tecnologia e a internet? Procure no Twitter, veja as pessoas reclamando dos preços das mensalidades em vista ao conteúdo que é passado pra eles. Ninguém mais suporta receber PowerPoints de 1998 com matéria pra prova em pleno ano 2010. Conhecimento é importante, mas temos total direito de questionar aqueles que são responsáveis pela canalização do mesmo.
Eu tenho conversado muito sobre isso com a minha namorada, ela estuda comigo. Eu falo pra ela, que sinceramente, uma das coisas que eu mais aproveito na faculdade é a biblioteca. Eu ainda não larguei a faculdade, por algumas questões, mas seria muito melhor gastar o valor da mensalidade em livros.
AH, não! Agora tu pegou onde não devia.
Quer dizer , seu NElsonzinho, que para você, o válido é apenas o MODERNO? Só as referênciazinhas que saem nos sites modernos importam???
Phoda-se Gestalt, viva a lista de favoritos do Nelson!!!!
Não cara. Não foi isso que eu quis dizer. Atuar no mercado é saber o que se passa. Nada se comporta como se comportava há 10 anos atrás nessa indústria. Desisto de você bicho, tu é muito burro mesmo. Me desculpe.
Bem, cabecinha estreita, pequena, burro.
Já percebeu que até agora eu não emiti nenhum xingamento contra você?
Que feio, Nelson…. que feio. Um menino tão talentoso xingando um pobre coitado….
infelizmente – e isso não precisa ser muito “vivido” pra perceber – a formação acadêmica não é importante na profissão. E a culpa é em grande parte das Universidades, estruturalmente (em termos de corpo docente) e em termos de foco – você tem um bando de gente que não faz a MENOR IDÉIA do que é pra ser um curso de Design montando grade curricular. Mas isso é uma outra questão infinitamente maior do que esta.
Mas eu acho que essa questão deveria ser importante, sim. Não para “tirar o não-formado do mercado”, mas sim pra fazer os “200 livros” virarem parte da grade. Metade das pessoas que vão cursar Design não esperam ampliação de horizontes, mas sim ainda acreditma na lenda de que um diploma te coloca à frente no mercado – pura balela.
A faculdade talvez deveria te dar a oportunidade – e o espaço necessário – pra você se educar o suficiente para sair um profissional/pensador crítico e não um operador de Photoshop. O que rola é totalmente o oposto.
nossa quanto preconceito!
tive professoras FODAS tanto em ensinar quanto nos seus trabalhos comerciais. Quem fala esse tipo de coisa nunca pisou em uma universidade. Ou não entendeu do que se trata cursar uma. Ou ainda é um frustado q gostaria de cursar uma, mas não pôde. Cursar uma universidade te da uma vivência q trabalhar em agências seria impossível, vc se torna um profissional muito mais amplo. Não estou falando contra os trabalhos comerciais, mas é preciso pensar nessa união Acadêmico e Mercado.
Concordo Rafael, em uma área onde tanto se critica os tais “sobrinhos” a “autodidatia” está bem valorizada. Quero explicitar que não sou designer, trabalho com planejamento de marketing e as conclusões pessoais que acabei de expressar foram tiradas com base em todos comentários até então.
Sempre muito bom ler texto de quem pensa, de fato.
Parabéns Nelson, acredito que vc e os que comentaram estão resumindo bem o que significa esse dia.
abração
Daniel
Parabéns Nelson!!
Você conseguiu expressar muito das coisas que penso nesse post!!
É preciso culhão mesmo!!!
Bruno Munari disse algo muito importante em meados dos anos 60: “O Design foi feito para ajudar as pessoas e não pra lucrar em cima delas”. Isso quando o design estava começando a ser mais difundido. Dieter Rams falava a mesma coisa, mas graças a publicidade e a ganância, o design mudou de papel. Hoje fazemos coisas bonitinhas pra enganar pessoas. Então quero acrescentar outra coisa. Não quero viver como prostituta nem como enganador. (Provavelmente mais coisas podem ser incluídas).
Tudo se resume à isso: “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males” 1 Tm 6:10
Como Nelson disse, não estamos aqui pelo dinheiro, dinheiro é consequencia. Queremos estar de bem com oque fazemos, e ultimamente, quase ninguém está.
Ah…. qui bonitinho, tão solidário ele, vai mudar o mundo com seu design…
Serás tão forte, Marcelo Baldin, que seu design e suas musiquinhas irão tocar não apenas os corações dos empresários de agências e empresas de comunicação em geral, mas também mudará a mente de líderes de nações.
Talvez até quem sabe o Obama (que muitos de vocês juvenis acreditam ser do bem, da mudança e etc) se comova com as artes do Marcelo e pense melhor, reflita profundamente em seu âmago e resolva, junto com todos os líderes de todas as nações, criar o acordo da Paz Absoluta.
E assim, todos lembraremos de Marcelo Baldinho, o designer que mudou EFETIVAMENTE o planeta Terra e todos os seres que nela existem.
Amém, Senhor.
oscar niemeyer também disse o mesmo, sobre a arquitetura. Sugeriu ao arquiteto, conhecer filosofia… :/
Não existe reflexão, e muito menos humanidade, dentro do que chamamos mercado. Vivemos em um sistema capitalista, o qual sustentamos, e que por sua vez, nos sustenta também. Aceitamos subservientes condições impostas. Pois, isso nos enquadra dentro do sistema, e nos permite ter um Iphone no bolso.
Disigner não é arte ( não dentro dos critérios que eu entendo) E a arquitetura, pelo menos em São Paulo, só serve a especulação imobiliária.
Jonas, seus argumentos não valem mais nada depois dessa demonstração de imaturidade.
Jonas, finesse em pessoa.
Ironia não desvalida nada, senhores.
Conforme o que vocês acham, eu posso ter perdido razão ao zombar de um argumento EMOCIONAL no MArcelo, mas a única coisa que pode REALMENTE desvalidar meu argumento é um outro mais preciso e mais lógico.
Isso aqui não é uma competição. Ninguém tá aqui pra desvalidar argumento nenhum. Estamos debatendo. Opinião todo mundo tem, eu tenho a minha, você tem a sua. O direito de discordar você tem, assim como eu. Já o de tirar sarro da cara dos outros publicamente (claramente afim de ofender a pessoa), já acho que não.
“… e o comentário do Baldin foi apenas sobre buscar um exercício mais humano e correto da profissão, e não sobre salvar o mundo com design.”
Opinar com outra perspectiva foi algo legal que vc fez Jonas, mas cagou feio quando perdeu o respeito pela opinião dos outros.
Jonas, a eleição do Obama foi toda baseada em design, e não tenho medo de falar, que foi uma peça crucial para a eleição dele, querendo ou não design muda o mundo sim, mas um grande médico tmb muda, varias profissões podem mudar o mundo.
Boa! Esse argumento do bafocomics me cala como um headshot.
achei interessante a percepção sobre o assunto de quem não trabalha com design e sua colocação na resposta. muito bom.
parece que o universo do nosso umbigo é um pouquinho mais complexo e um pouquinho menos provável do que se imagina por aí. Sem contar que um profissional completo nunca exerce apenas uma função dentro de sua profissão. TODOS somos um pouco administradores (ou deveríamos!) e o melhor mesmo, é quando marcamos um gol, pois mesmo que não haja uma platéia, eu vibro!! e você?
Hello, Carolina.
Se você ler uma resposta que dei acima, para o querido Advan, SIM, EU TRABALHO COM DESIGN. E tenho vasta experiência aqui e lá fora.
Eu amo o que faço, assim como todos que aqui defendem fortemente suas posições. A diferença é o fato de que boa parte não caiu na real. Acham que é uma área MELHOR, ou mais DIFICIL que as outras. Alguns citam até a Bíblia, achando que podem mudar o mundo com suas interfaces, seus pôsters, suas musiquinhas para propagandas e etc…
CAIAM na REAL. Se existe uma forma de mudar algo, não é através da ideologia.
Jonas, se é a treta pessoal, me manda um email OK? Poupe a galera.
Ahaahahahaha
Não, não é pessoal.
Eu fui irônico e você que ficou emocionado.
Com certeza, né? O profissional de design que trabalha para uma agência de publicidade sofre bem mais que o que trabalha num escritório de design. Ou mesmo como freelancer. Claro que nos aspectos relacionados a valorização, compreensão e adequação de projetos. Quantas alterações ele não tem que fazer por uma falha de documentação? Ou mesmo por que seu chefe, um publicitário, vendeu um projeto com modificações free?
Eu só queria deixar mais evidente uma questão que o Nelson levantou, que me martela a cabeça:
Coletividade.
Isso vai ser meio que um desabafo.
Eu comecei a entrar no cenário do design há uns 7 anos e vou dizer uma coisa:
Posso contar em uma mão quantos “amigos de profissão” conquistei desde essa época.
A maioria dos designers que tentei fazer amizade, que são conhecidos no mercado, tem um ego sem tamanho. É impossível trocar algumas palavras, porque o cara é tão auto-suficiente, que ele não faz a mínima questão de trocar experiência.
Um dos lugares onde eu mais aprendi foi na Escola Panamericana, talvez não pela qualidade do ensino, mas pelos painéis que nós fazíamos, onde sem medo, o cara ia lá na frente, defendia a idéia e todo mundo falava o que achava ou não, sem medo de perder a amizade ou de alguém se tornar melhor por causa disso.
Enfim, acho que essa falta de coletividade que o Nelson fala, pode ser um dos grandes motivos de termos tantos problemas na profissão.
Gostei muito da forma como você se colocou neste texto, pois ele fez surgir uma nova esperança para a nossa profissão. O seu convite à reflexão é também um convite à atitude, pois nenhum sonho se torna realidade sem a ação (importante que esta seja mais coletiva). Embora muitos não reconheçam, podemos nos impor e continuar “batendo o pé” para o mercado notar que temos valor e o que produzimos tem seriedade; não é “só um desenhinho”. O que produzimos é fundamental para a comunicação de qualquer empresa, pois nos dedicamos arduamente em enriquecer a mensagem ou o produto (que logo mais será almejado pelos consumidores). Uma das barreiras mais difíceis continua sendo a (já antiga) questão da competência e capacitação profissional, atributos ainda muito escassos em grande parte dos designers aqui no Brasil. O fato de haver preocupação em reveter a situação já é um primeiro passo rumo à prosperidade da profissão Design. Só espero que esta preocupação seja crescente.
Parabéns pelo texto!
Muito Boa a discussão! não sou designer. Mas tenho muita vontade de ser, :] Maaas.. não depender da profissão. (isso nao foi só por causa do post) mas pq tenho vontade de ter minha empresa e tals ;D
Eu pago pra ver algum projeto do Jonas. Alguém mais?
Porque você quer ver meu portfolio? Você quer me contratar? Tem bala na agulha pra isso? Ou simplesmente quer mudar o foco da discussão para algo mais pessoal, por não ter ARGUMENTOS SUFICIENTES?
Pessoal? Estamos tratando de negócios. Inclusive, o post ta bombando. Seria uma oportunidade e tanto pra mostrar sua experiência inter-galática pra galere do desing.
Entendo. Você ainda quer chamar os outros para parcicipar com você de uma VENDETTA pessoal.
Ou seja: além do seu argumento não ser suficiente, você ainda precisa que outros acompanhem em seu ataque pessoal.
Que tal nós voltarmos para o debate, Advan?
Isso é muito difícil para você?
Jonas, você apelou ali com o Marcelo e pelo que eu vi até agora, você tá pregado na parte do administrador/jogador de futebol. A discussão é bem mais abrangente do que isso. Ninguém tá aqui pra decidir quem é o deus do design.
http://twitter.com/eufacodesing — Menção honrosa pelo gorila aqui sendo pago. Abs :)
E só pra constar, eu pedi o portfólio, Jonas, porque um dos seus argumentos é que você tem experiência sobre o que fala. Acho feio você ser tão “peitudo” pra falar que tem tanta experiência, e querer omitir isso agora.
Não posso afirmar, mas parece que você ta fugindo dá raia.
Vamos lá, prove que eu estou errado, por favor.
Vocês estão levando muito pelo lado pessoal.
E se o Nelson gosta de humilhar os garotinhos iniciaintes com um blog ESPECIFICO para isso, quem é ele para falar de mim?
Ficou muito ofendido com o que eu disse para o Marcelo, Nelson?
Agora, você Advan, está voltando a esse ponto por ter conseguido um apoio tão emocional quanto oq você diz. Quer usar o argumento alheio para ver quem tem o portfolio mais bonito? É isso? Quem tem mais prêmios? Quem ganha mais? É para esse ponto que você quer levar a discussão? Tem certeza?
Jonas, criei o blog pra ridicularizar todo mundo. Até a CUBOCC, onde o Marcelo e vários amigos meus trabalham eu já tirei sarro. Não leve tudo tão a sério. Você ainda é BV?
Não tem nada de emocional. É bem simples: Você diz ter grande experiência, me faça acreditar que eu devo levar em consideração tudo que você disse até agora.
Eu tenho muito a aprender, não teria tempo pra citar aqui todas as “disciplinas” do design que me sinto um leigo, não se trata de competição.
Você fez questão de falar que tem experiência de sobra, não eu.
Há quem fala demais, e faz de menos.
-
Você mostrar ou não, vai provar que você tem palavra. Não tem nada a ver com quem é melhor.
Ainda no mesmo ponto… não tenho mais paciência para isso.
Vou desistir de responder aqui e continuar em outros, tudo bem?
Aí você narra com alegria a sua vitória, e blá, blá, blá, blá, arregou, blá, blá, blá, amarelou, blá blá, blá… se tiveres o discernimento de conversar como gente grande, estarei nos comentários lá embaixo.
[...] Tweets about this great post on TwittLink.com [...]
No artigo, o Nelson cita as agências. O que ainda me assusta é a quantidade de estudantes de design encantados com a possibilidade de ganhar “bem” indo trabalhar em agências de publicidade. A publicidade faz com tudo seja feito às pressas e o chavão “a pressa passa, a merda fica.” seja verdade? All true. Os estudantes de design sabem a diferença, neste caso, de um diretor de arte x designer? Por anos, eu vejo estagiários e assistentes frustados por estarem em um ambiente (as agências de publicidade) que ninguém contou pra eles como era na faculdade e que eles demoram um bom tempo pra entender como funcionam. Infelizmente, nas agências, o photoshopeiro (que não entende lhufas de design) é quem é valorizado. Se você é designer, vc é artista. Empresas estão acostumadas com o prazo de ontem das agências e, com isso, ainda temos muito o que educar o cliente e à nós mesmos, como o Nelson bem disse. Sorte que agora está acontecendo uma “sobre-valorização do design” que pode ser muito boa nos próximos anos :)
as belas artes q algumas agências fazem nessa correria http://nfuieu.blogspot.com/
A diferença entre as outras profissões é que, por exemplo, um juiz: analisa os processos e faz o trabalho dele de acordo com as leis que tem que ser respeitadas e tal. O designer tb tem suas “leis”, como disse o Advan, de teoria da cor, hierarquia e tal. Mas são poucos os que, além de nós, sabem que elas existem, e além disso temos que lidar com o gosto do cliente e da mulher dele, da cor que ele gosta, da comic sans, que ele acha o máximo, e por aí vai…
Eu já aprendi a dizer “não” para inspiração alucinógena de cliente, mas sempre justificando o porquê do “não”.
Mas um juiz julga conforme o que ele acha que deve acontecer, desde que esteja dentro das leis. Isso é uma premissa do direito romano, que é a base fundamental da “justiça” no Brasil.
Daí o direito de apelação dos advogados de qualquer um dos lados.
Agora, quanto ao lance do design, acredito que você está extremamente certa em dizer que já aprendeu a dizer não.
Existem alguns fatores obrigatórios para melhorarmos as condições de trabalho dos designers, e essa é uma delas.
Talvez devêssemos compartilhar idéias EFETIVAS para essas melhorias. Como por exemplo:
1. O Designer deve SABER no seu sangue que sua profissão não é a mais difícil do mundo, não é a mais especial, não muda as condições do planeta, não salva almas. É um começo fundamental.
2. O Designer deve saber dizer NÃO. É o mais importante item para começar a acabar com a prostituição a médio / longo prazo. DIZER NÃO.
E aí acho que podemos pensar em outras coisas que sejam importantes para os profissionais da área, mesmo que nós cheguemos a discordar de vários pontos, deve existir o senso comum de fatores que nos ajudem a melhorar a área como um todo.
Sim, mas esse processo que acontece na justiça é feito por pessoas q estudaram para isso. Eu, que sou designer, nao chegaria contestando algo só pq acho mais legal ou mais bonito, porque não tenho conhecimento de direito, não sei como funciona e contratei alguém para fazer esse serviço pra mim justamente por isso.
O que eu quis dizer é q a maioria dos clientes vem com idéias absurdas sem ter o embasamento q nós temos, e acham que vai funcionar, e batem o pé quando falamos que não é bem assim. Ainda bem, quanto a isso eu não preciso mais me preocupar. Pois SEMPRE vou atrás de algo para justificar meu argumento e o cliente se convence que a minha solução é melhor. Também não estou falando que todas as idéias de clientes são ruins. Mas to focando quando a pessoa sugere coisas absurdas.
Acho q o Rômolo(malditos designers) deveria fazer uma tirinha sobre essa discussão. Tá merecendo.
a necessidade de abraço coletivo dos designers
Vão ter altas ahahahha
Claro que o Jonas talvez pudesse ser um pouco mais educado em seus comentários, mas também acho fundamental uma boa discussão ter opiniões diferentes, se não ninguém troca ideias e evolui a reflexão, certo? Então viva o Jonas que teve coragem de discordar de tanta gente boa. Mais alguém?
Boa Carol. (:
Carol, eu acho que poderiam haver menos guerras no mundo, mas essa questão, assim como minha educação ou falta dela, não são o foco desta conversa. Mesmo porque, me corrija por favor se eu estiver errado, mas não me lembro de ter xingado ou ter faltado com o respeito com qualquer pessoa. A ironia com que fiz alguns comentários, não faz parte dos tratos cordiais de uma boa educação. Às vezes, faz até um pouco bem. Já tentou?
Oi Jonas,
A educação é sempre, querendo ou não, parte importante de uma conversa, independente do tema. Comentários como “Ah…. qui bonitinho, tão solidário ele, vai mudar o mundo com seu design…” podem até ser engraçados, mas devem ser feitos pessoalmente, para pessoas que te dão essa liberdade. Na internet as coisas são diferentes e toda educação é, sim, pouca.
Mas voltando ao foco da conversa, acho que toda profissão é digna, e cumpre o seu papel em mudar o mundo sim. Seja um designer, um gari, um médico, etc.
Seguindo então sua lógica, querida Carol, você deveria falar comigo sobre minha ironia PESSOALMENTE, e não expor a todos a forma que você acha que eu devo me comportar, não é mesmo?
Então, assim como não me lembro do Marcelo ter me dado liberdade para eu ser irônico com ele, não me lembro também de eu te dar liberdade para você me dizer que eu deveria ser mais educado.
Entendeu?
Oi Jonas, Vamos voltar a falar sobre design? Que tal? O que você acha sobre o que eu falei sobre designers, médicos, garis (e qq outro profissional) serem igualmente importantes? Que todos eles possuem o seu papel na sociedade e mudam sim o mundo, cada um da sua forma. Você concorda, discorda…?
acho meio perigoso e desonesto o rumo que a discussão está tomando, “todos contra jonas”. aviso logo que não conheço o autor do post, o jonas, nem nenhuma outra pessoa que comentou. acontece que ele foi o único a levantar pontos com um outro olhar e, valha-me deus, agora alguém me vem com essa de ver portfolio do cara, como se isso pudesse interferir nos argumentos apresentados. (quase) todo mundo passou do ponto e está ficando pessoal, mas ainda há tempo de resgatar o papo que realmente interessa.
É isso aí Nelson. Concordo com os pontos que você abordou.
E se as coisas não estão legais, por que não discutir, questionar, não se contentar, né?
Esse é o caminho.
E acredito sim que o Design seja um meio transformador, que possa sim mudar o mundo. Esse tema, por sinal, tem sido bastante discutido. Indico ao amigo o livro Do Good Design (http://www.davidberman.com/social/dogood.php).
Abraços.
A melhor maneira de mudar essa visão sobre o Design é inserindo a cultura do mesmo na sociedade. Leva tempo, não é pra ontem, e sempre vai ter quem reclame, e quem permaneça à margem da profissão. O mercado não é pra todo mundo, e assim como nas demais profissões, existe um sem-numero de gente ocupando espaço para que os verdadeiros profissionais destaquem-se.
Os mesmos designers [ou quase] que estão aqui hoje reclamando de condições profissionais, da capacidade estrutural e pedagogica dos cursos, faculdades e universidades, vão fazer o que quando tornarem-se os patrões, os professores, os diretores? Quando alguém faz alguma crítica, como voce reage? Voce puxa a fila das piadas infames ou tira a duvida do cara que tá começando na area e pediu uma ajuda pra quem supostamente entende do assunto? Quando voce não sabe escrever uma palavra corretamente, voce deixa ela daquela forma ou vai buscar o jeito certo? Como você fala de design com as pessoas que supostamente não entendem do assunto?
O designer precisa aprender a dizer não, fato. Não a sua propria glamurização, pra começo. Não as divas, estagiarias ou com 300 anos de carreira. Não aos egos inflados. Uma coisa que não é dita é que, quando estamos na comunicação, não fazemos arte: fazemos artesanato. [ E quem não entender essa frase, não vai compreender qualquer longa explicação... ]. Não ao mais do mesmo, como profissional e para a sua carreira.
discussão bacana!
Muito interessante isso! Gostei mesmo! Realmente precisamos criar coragem!
Os pontos principais que pretendo debater aqui, apesar de alguns desvios ROMÂNTICOS, é:
1. Você não vai mudar o mundo desenhando. Ou fazendo ilustrações bunitinhas que serão expostas em vários sites e locais do mundo. Ou montando um lindo layout para uma marca multinacional, para quem todos seus amigos, principalmente os iniciantes, querem trabalhar. Quando digo isso, não quero cortar as esperanças com fundamentos capitalistas, corporativos, ou até mesmo religiosos. PENSEM.
Pensem FORA dos seus umbigos. Estamos todos em um planetade bilhões de anos, com bilhões de pessoas e outros mais bilhões de seres vivos. COMO vocês acham que conseguem mudar o percurso da história? Sabem o que é isso?
É EEEEGOOOOOOO.
Isso é o mais puro EGOOOOO, que vocês mesmos rejeitam. O máximo que vocês conseguem fazendo as tais ilustras ou layouts é ainda mais prestígio, nome e status. PONTO.
2. Estabelecendo o Design como PROFISSÃO (algo racional) e não como amor, esperança, bla bla (algo emocional), temos caminho aberto para resolver outros problemas de nossa área, como prostituição, como abusos e etc.
Concordo. O limite entre arte e design é muito tênue. Eu de-tes-to quando me chamam de artista. Eu trabalho com infografia, e depois de investigar, pesquisar, fazer cálculos, representar isso em gráficos, testar alternativas… lá vêm os elogios (ou críticas) à forma da coisa. Porra, isso não é meu trabalho. Você não viu o meu trabalho.
E muitas vezes chamar alguém de artista é menosprezar. Pergunta pralguém da MetaDesign ou da Landor se quem os contrata acha que são artistas. Não. Eles são contratados porque precisam mexer com marcas que terão consequências mensuráveis em milhões de dólares.
Artista é quem faz um mural, não quem projeta uma marca ou um sistema de sinalização. Design tem que ser racional. Aliás, design É racional. O problema é sua proximidade da arte. Eu não estou fazendo arte quando escolho a entrelinha e o corpo de um texto. Estou projetando.
Alguém aqui conhece a Apple? Pois bem, a principal “ideologia” da Apple é “Mudar a vida das pessoas através de seus produtos e serviços”. Engraçado que, o design parece ter influenciado nisso. Tanto na parte de interface, quanto de produto. E nem venha me falar que não mudou a vida das pessoas.
E digo mais, querer mudar o mundo através de um projeto (design é projeto, não ilustração meu amigo…não é “um layout”, “um poster”) pode ser totalmente comercial.
Excelente exemplo.
Uma coisa é ideologia como estratégia de marketing. Outra coisa é o real objetivo.
O objetivo de Steve Jobs foi sempre desenvolver a melhor plataforma possível, em todos os aspectos. Não vejo o porque desse pensamento não servir como estratégia de marketing sendo que é o real objetivo, no fim das contas.
O dele pode ter sido esse. O da empresa não é. Existem ações, Nelson. Existem acionistas.
Bom, vejo que tenho muito pra aprender contigo. Daqui pra frente eu só monitoro. Vou ficar de olho em você :)
Agradeço a dedicação especial, Nelson.
O Nelson, como eu disse acima, resumiu bem aquilo que muitos designers pensam ao trabalhar em agências de publicidade. Não é novidade pra ninguem. A historia do glamur da profissão ficou pra trás há muito tempo, num tempo onde o designer ainda era confundido com um artista.
A profissão amadureceu para um lado muito obscuro hoje em dia, hoje ser Diretor de Arte não significa mais nada e esse era o unico cargo dentro de uma agência em que um funcionario dessa profissão poderia argumentar e ter uma certa voz ativa, mas o mercado tratou de calar isso, chamando a função de designer de diretor de arte.
Ideologias não fazem diferença? Acho que não preciso entrar mais detalhadamente nesse assunto, basta citar Ghandi, Mandela, Martin Luther King e outros. O que não pode existir é a acomodação na ideologia e achar que um belo cartaz vai salvar sua profissão, para a ideologia fazer diferença ela deve vir acompanhada de ações, simples, tire seu traseiro gordo da cadeira e aja.
Nossa profissão precisa de profissionais de coragem, talento e disposição. Somente sonhar não vai mudar nossa situação.Mas o fato é: só vivendo na posição de designer ou diretor de arte em uma agência é que sabemos dos perrengues que a profissão traz.
Acho que é uma área um pouco mais complexa sim, Jonas. Você pode não concordar, mas não é um trabalho exato, é mais “difícil” na minha opinião e o motivo é que ser bom na nossa área tb não é o único diferencial. Dependemos do senso estético dos clientes e as vezes (quase sempre) o gosto pessoal interfere muito e isso é foda, cada um tem o seu. produzimos coisas comerciais baseadas em arte, isso não é simples.
Exato! Lidar com um assunto subjetivo erm que as regras usadas não são consideradas pelo cliente é o principal motivo da complexidade da profissão, um advogado tem de seguir certas leis para que o processo ande, do contrario ele para. O designer tem as leis, mas se um cliente vai contra elas, não existe nada que faça o cara parar.
Parabéns pelas palavras. Concordo em genero, numero e grau. Abaixo às panelas que nos limitam e nos impedem de progredir.
Ah! Tá fikando chato esse papo. Vamos pra um bar, pessoas.
Eu gostaria de esclarecer algumas coisas ao Jonas, já que algumas pessoas (incluindo eu mesmo) já apontaram alguns de seus argumentos válidos. Esse blog tem um público. A maior parte desse público vive a realidade que eu apontei aqui no post. NÃO É EGOÍSTA tratar da nossa profissão apontando os problemas que enfrentamos todos os dias. Combine aqui comigo, é bem melhor do que fazer um post, com um cartaz em baixa e letras em formas de triângulos: PARABÉNS DESIGNER! HOJE É SEU DIA! Isso aqui é uma discussão. É uma faísca, que pode virar uma fogueira, e sair se espalhando pelo mundo. Vai saber no que pode dar? Tem um monte de gente interessada em mudar alguma coisa aqui. É um post de reflexão. Vamos refletir sobre a nossa profissão. O por quê de eu ter mencionado o administrador e o jogador de futebol eu já dei, então já que você entendeu, porque não focar nos outros pontos do assunto que, pelo número de comentários, é bastante abrangente?
Estudo Comunicação Visual na ETEC Carlos de Campos, muito famosa por ser ex-escola dos graffiteiros “Os Gemeos”, e o que vejo é que há 90% de “micreiros” entre os alunos.
Vão no Abduzeedo e leem um tutorial e saem aplicando aqui a tudo que passar na frente, sem o menor bom senso, como se aquilo fosse a solução para os problemas dele. Eles aprendem uma “receita-de-bolo”, não um conceito.
Riem quando digo quanto gastei com livros sobre Cor, Gestalt, Grid, História da Arte e outros, como se esse conhecimento não fosse necessário.
Criam-se “Operadores de Microcomputadores”, “Operadores da Creative Suite numero tal”.
Seu novo Mac não vai fazer de você um Designer por si só. Nem a Belas-Artes ou a FAAP que o papai paga.
Uma frase que costumo dizer é: “Quer saber quem é designer em uma agência? Desligue os computadores, quem continuar trabalhando é designer.”
Não sei se o comentário vem a calhar, mas deu vontade de escrever… ; )
Esse é um dos pontos a serem levados em consideração. O comportamento de quem ainda tá começando em relação à facilidade que temos hoje com a internet e o compartilhamento de informação.
Bom, vou dar minha opinião.
Não sei se alguém falou isso, se falou, eu re-intero.
SER DESIGNER ATUALMENTE É SER IGNORANTE!
Por quê? Simples, porque ignoramos a situação atual do mercado, a prostituição, o descaso com nossa área de trabalho, a invasão de micreiros e sobrinhos, os maus clientes, os clientes metidos a designers, as noites viradas por prazos absurdos, a falta de grana, falta de jobs, falta de oportunidades… enfim, ignoramos isso tudo, tudo que nos foi avisado no primeiro dia de faculdade/curso e aqui estamos na labuta.
Não tem nada mais ignorante que isso.
Sinceramente, acho que esse texto deveria ser transformado em um “MANIFESTO” para a profissão!
Em todas as profissões, todos os dias e em todas as épocas, nos defrontamos com o EGO de determinados indivíduos que, por simples julgamento particular, acham que são melhores do que seus iguais, esquecendo suas origens profissionais, os princípios da profissão e a ética por traz de cada uma. Muito embora os “designers” sejam vistos como profissionais de apoio (isso, é claro, em outras empresas, não em escritórios de design) seus processos criativos, suas produções e a forma como enxergam o mundo não os deixam a desejar nada de artistas plásticos, publicitários, arquitetos e outros profissionais relacionados.
Eu mesmo me formei em publicidade mas, desde sempre trabalho como designer e me orgulho muito mesmo de pertencer a essa classe. Tenho vários amigos designers e sou testemunha da luta que esses profissionais travam para serem reconhecidos e respeitados.
Salve a profissão de DESIGNER!!!
curto muito quando ganho uma pizza por ficar 3 horas extras a mais na firma pra resolver algo que esqueceram que eu tinha que ter recebido pra fazer.
Creio que qualquer pessoa que seja realmente apaixonada pela profissão luta por melhores condições e sim, crê piamente que pode mudar o mundo onde vive, começando do pequeno. Mudar o mundo não é consequência de um feito único, mas um feito de várias pessoas.
E, nossa, quanta prostituição…
Reflexão muito boa! Apesar de não ser designer, acho que todos nós profissionais que lidam com criatividade dentro de empresas ou digamos no “mercado” passam por esse tipo de coisa. E é muito frustante ver que o trabalho criativo que envolve tanta pesquisa, dedicação e sangue é colocado como algo supérfluo (principalmente no brasil). E pode apostar que o trabalho verdadeiramente coletivo é o caminho pra muita coisa bacana frutificar!
O Jonas vai infartar com o meu comentario poetico, mas achei legal esse texto que li essa semana:
“Design Gráfico é uma atividade de mão dupla: ao buscar sua matéria prima na sociedade, devolve a ela um produto reelaborado, transformando o senso comum em uma expressão de linguagem mais elaborada. Desta forma o design abre novos caminhos na densidade cultural apontando rumos futuros, desencadeando relações, modelando pensamentos, dialogando com a sociedade, contruindo valores, simbolos, e novos significados. Isto é interferencia e, por isso mesmo, requer do designer responsabilidaee social. Ser designer é gerar soluções a partir de variaveis concretas.
Oh, meu Deus, estou morr…. ARGH!!!!
Nada, cara. Gostei do seu comentário.
Pelo que eu sei, um “designer de produtos” mudou o mundo :D
Como assim vocês ganham pizza?
Preciso melhorar o nivel do meu desing então, pois nunca ganhei…
Pronto. Tá vendo porque é perca de tempo discutir essa profissão? Nos limitamos a lustrar nos egos para o próximo confronto de posts. É o que realmente importa no momento. Frases como “você sabe com quem está falando?” só me faz protelar para daqui 10 anos, lá onde vou ter mais de 800 cabelos brancos na minha cabeça, a paciência necessária e a mesa de bar com pessoas adequadas, pra discutir o post do Nelson com tranquilidade. Com fé de que ninguém é inimigo, que ninguém deseja ser melhor que todos, que isso é uma profissão como qualquer outra, apesar de beber da arte, do lirismo, da inspiração, do roque, do lsd, de seja lá qualquer faculdade não-racional que for. Não fico triste, sou paciente para uma conversa clara. Ao momento, pra meu gosto, muitos egos inflamados. Muitas causas vagas e perdidas antes de atingir o centro da questão.
Valeu Juba. Eu acho que a discussão rendeu grandes desabafos e as pessoas levantaram pontos interessantes. O que não convém a gente deixa de lado.
[2]
Hey man, só pra esclarecer uma coisa: “Jonas, você provavelmente não me conhece. Se me conhecesse, você não teria nem comentado.” Não remete ao meu ego, ou qualquer coisa que tenha no meu portfolio (como se isso realmente fizesse alguma diferença na discussão – faço tanta questão dele no momento que a ultima atualização foi feita à quase 2 anos atrás), e sim pela minha visão de mercado e de como a profissão se encontra no momento. Qualquer pessoa que tenha trabalhado comigo, ou já sentou comigo pra discutir o assunto, sabe do meu ponto de vista.
Existe um ponto muito importante sendo discutido aqui, e está longe de ser EGO o de alguém.
Gente desculpa, vou dormir por que mais tarde tenho facul.
HAHAHAHAHAAHAAHHAAHAH!!!!!!
Boa alternativa de ataque. Mas não é convincente.
Eu já disse: ataque os argumentos, não a pessoa.
Isso é mais uma prova de que vocês ainda são muito infantis.
Eu quero ver se esse alguém ter a coragem de se identificar e dar a cara a tapa!!!!
Que tal? Assim deixa mais emocionante?
Que tal começar por você?
Querido Nelson. Não sei se você percebeu, estão começando a brincar com meus comentários.
Sinto muito se você e o Marcelo se ofenderam com algo que eu disse.
Mas o fato é que estou tentando focar na discussão.
Mas e porque será que tão fazendo isso? Vamos focar na discussão, o propósito disso aqui não é promover uma batalha de opiniões, mas sim fazer com que elas se encaixem. Não é possível que alguém seja contra tudo isso que eu disse no post.
Não sou contra tudo o que vc colocou aqui. Mas você está criando uma imagem da minha pessoa pelo efeito “bola de neve” que veio lá de cima, quando brinquei com seu amigo.
Essa tirinha do Romolo é bastante pertinente:
http://www.ideafixa.com/wp-content/uploads/2010/04/MD_004.jpg
Esse minino só me deixa orgulhoso!
Uma vez, um dono de uma agência pediu para ele fazer alteração em um trabalho.
Ele perguntou o que tinha que fazer. O dono respondeu: sei lá, poe umas m&@#$ nesse layout.
O Bala fez o trampo e mostrou pro dono, que perguntou indignado o que ele tinha feito.
Ele respondeu: pus uma m&@#$, como você havia pedido hahaha
Vcs tem muito o q aprender com ele!
Boa Balaban!
Hahahahahaha, demaissssssss… tá aí um registro online de que essa história é verídica!
Saudades de você, Nodinha!
É verdade isso? hahahaha
O melhor é que é. Hahaha
Pq eu tenho a impressão de q até sei onde foi isso! ahahahah
Haha, não foi onde você tá pensando Diego… eu tô ligado. Essa é outra história :P
deve ser foda pra caralho ser jogador de futebol.
a minha parte eu quero em dólar.
sem mais para o momento.
“Gaste 2 horas do seu dia aprendendo uma coisa diferente…”
Não vi nesse post nenhuma supervalorização da profissão, nem o Ego inflado que é típico na categoria, nem uma perspectiva romântica da atividade, como o Jonas apontou. O post do Balaban foi justamente no caminho contrário dessa visão egocêntrica; e o comentário do Baldin foi apenas sobre buscar um exercício mais humano e correto da profissão, e não sobre salvar o mundo com design.
Tanto o Balaban quanto o Jonas concordam num ponto que é o de aprender a dizer NÃO. E não acho que seja sempre o medo de demissão que faz com que se deixe de dizer NÃO aos abusos e distorções nos processos, mas também se deve muito à falta de conhecimento teórico de muitos profissionais sobre design, que permita uma argumentação fundamentada com o cliente ou seu superior na agência. Claro que há aqueles profissionais que possuem embasamento e mesmo assim se submetem. Mas se você não acredita naquela solução, porque executa? Por que você faz o que não acredita? Acho que a reflexão deve partir daí.
Rafael, é exatamente esse o ponto do NÃO. Pra dizer não, além de culhão é preciso embasamento…
Ainda bem que alguém entendeu oque eu disse!
Nelson! pego taxi e como pizza há sete anos! obrigada por me sentir menos sozinha nesse mundo de exploração.
esse lance da coletividade é super raro, com sorte tenho amigos que compartilham suas experiências sempre. Em relação ao mercado; Saí da Escola Panamericana direto para uma grande Editora e passei maus bocados.rs me deparei com micreiros, salários ridículos, vaidades, pizzas, raiar do sol, etc. E até hj é assim..porém as pessoas de fato tem medo de perder o emprego por motivos óbvios, as contas precisam ser pagas. O mínimo que o profissional de design pode fazer é se respeitar, antes de esperar respeito de fora, é dizer alguns nãos como jornadas de 18hrs, ter base para dialogar com o cliente, cliente esse que ñ entende absolutamente nada do seu ofício, se for seguir ao pé da letra o ‘O cliente sempre tem razão’ o trabalho vira pastel de queijo e sem função. Fácil falar né? mas é importante tentar manter uma postura por amor a profissão e por todos colegas da área.
É isso. Eu não to aqui porque eu só falo. Eu já fiz muito do que eu gostaria que muita gente fizesse, e vejo fazendo o contrário. Hoje eu vivo assim, tem dias que tenho dinheiro, outros estou quebrado; É o preço que se paga. Não consigo ficar rico sendo honesto comigo mesmo.
Eu sou da seguinte opinião…
Quem procura e gosta de Carreira é cherador de Cocaína…Trabalhar é muito mais que Carreira, Carreira tem muito mais ligação com Status do que com o Trabalho!
Quem quer trabalhar vai atrás e não fica atrás de uma tela de computador escrevendo em blog e achando que está expondo ideia que irá revolucionar a profissão…
Só é reconhecido quem trabalha, não quem reclama. E ponto!
Existe muita ReclamAÇÃO e pouca AÇÃO…
eu amo ser designer… parabéns pra tu, pra mim e pra ele!
Amor, brilho e muito bevel and emboss! nada que o degrade não resolva.
Enquanto fica essa balbúrdia de lutas hostis e diálogos ineficazes, gente como o tal do Hans Donner faz fortuna com os gradientes dele.
Esse é um dos pontos mais relevantes que vi, num comentário engraçado. Falaram lá em cima da Apple, mas quantas empresas são assim? Será que adianta nós ficarmos discutindo futilidades? Ou vale a pena investirmos em soluções práticas?
Hans Donner rulez hahahaha
Um exemplo, pra mim, é o suficiente. Se uma empresa pode fazer, qualquer outra pode.
O exemplo da Apple é o mais pertinente pra essa discussão toda. Pra quem já leu a história, a Apple luta há 30 anos contra um monstro escroto que é a Microsoft, que emburreceu todo mundo por muitos anos já que a Apple sempre se mostrou superior em quase todos os aspectos. E é isso que a gente tá tentando levantar aqui. Você só ridiculariza e minimiza o argumento das pessoas. Se tá tudo errado, deixa a gente aqui discutindo e não tenta estragar com o lance, por favor. Quando eu escrevi esse post, eu juro que tive o propósito mais legítimo, que é reunir pessoas do mercado afim de discutir, e não bagunçar.
Então porque as maiorias das agências do mundo não o fazem?
Agora sim, estamos chegando onde interessa!
Isso prova que você não tá por dentro do mercado. A Apple é independente, ela tem como cliente o consumidor. As agências precisam dos clientes, o fee mensal, e por isso não têm controle do que fazem. Preferem dinheiro. Agências e estúdios que têm foco na qualidade ao invés da quantidade demoram décadas pra surgirem no mercado com o propósito original. Hoje a indústria é regida pelo dinheiro. “Se pagar bem, que mal tem?”. O papel do designer nessa história e se valorizar e dizer não, e pra isso, se embasar, ler, ir atrás de conhecimento. Mudar de atitude.
Não fazem o que? Mostrar o portfolio?
Calma lá! Não vamos confundir questão retórica com dúvida.
Pelamordedeus…
Advan, se eu disser “vou te pegar na saída, bobão!” e chutar sua mochila imaginária e jogar seu apontador imaginário no lixo imaginário da sala de aula imaginária do primário, você susssega?
Preciso ser mais explícito?
Jonas tirou férias no dia internacional do designer. Essa foi engraçada, rs.
Hahaha, não perde a linha. Falou que é experiente, mostra o portfólio. Ta parecendo aqueles adolescentes que entram no Chat da UOL: “Surfista, 1,80″
HAHAHAHHHAHAHAHAHHAH!!!!
Ótima Janara! Aí sim!!!!
HAHAHAHAHAHAHAHAHHHAA!!!!!!
Tudo isso é culpa de 20 anos de peleguismo da classe trabalhadora. Sim, designers são tão trabalhadores quanto um metalúrgico, e não artistas, como muitos designers pensam que são. Não temos nem um sindicato decente formado.
Também pelo fato de Publicidade ter virado uma maldita faculdade da moda ou para quem não sabia o que fazer. Formarem-se massas de manobra gigantescas, prontas para tomar o lugar de qualquer profissional gabaritado por meia dúzia de reais, desvalorizando e tornando mais amadora a profissão.
É por isso que está como está.
Em qualquer outra profissão, os abusos que são cometidos com os profissionais de design seriam sinônimo de greve.
Quem protesta? Quem se une?
Designers desunidos jamais serão vencidos.
Porisso alguém aqui mesmo (em outro post) sugeriu fazermos uma greve simbólica no dia do designer, dia 5 novembro. É até comico uma profissão tão conectada, ser tão dispersa ao mesmo tempo.
Vamos na Praça da Sé queimar Moleskines.
“Vamos na Praça da Sé queimar Moleskines.”
HAHAHHAHAHAAHAHAHHAHAHAAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAH!!!!!
Jonas, vai trabalhar…
Tá preocupado comigo, Carol?
Se você veio aqui me criticar é porque você está com tempo também, não é?
O ponto Apple x Microsoft acho que é um excelente exemplo. Um quis fazer algo fenomenal, o outro quis ganhar dinheiro com isso. Hoje vemos o resultado de tudo isso.
Cara, a atenção à detalhes que o Steve Jobs dá, é incomparável ao trabalho da Microsoft, ou de qualquer outra empresa de hardware.
O cara se preocupa com o design interno das máquinas. As lojas foram projetadas pelo melhor varejista do mundo.
O design de tudo é criado, pensando-se na experiência do usuário. De abrir a caixa, a ligar, hoje nos atuais iMacs, apenas o cabo de força.
A gente sabe que quem preza por qualidade vai encarar 300 mil tipos de desafios durante o tempo que for necessário pra chegar lá. Imagine o que esses caras não passaram (além do que a gente já sabe) pra conseguir conquistar um mercado que pertencia unicamente a uma empresa. Hoje a história é diferente… então sabemos que quem preza por qualidade vai ter resultados a longo prazo. Quem preza pelo dinheiro não vai longe.
A questão está mais distorcida do que nunca.
Isso é um ponto interessante, mas que tal o foco no que pode ser feito para melhorar as condições de trabalho?????
Porra, não vai longe?????
Como assim?????
Aí você está no mundo da fantasia…
Quer melhor exemplo que esse? :)
As empresas são controladas pelo dinheiro, oras bolas.
É a premissa básica de uma empresa: GERAR LUCROS.
Cabecinha pequena, estreita. Pra chegar nesse ponto, existiu um ideal, existiu uma força intelectual que pensasse mais no usuário do que no final, que é o lucro. Compare o lucro da Apple nos últimos 10 anos com o da Microsoft. Parafraseando Jobs: “Ser o mais rico do cemitério não é o que mais importa para mim. Ir para a cama à noite e pensar que foi feito alguma coisa grande, isso é o que mais importa”.
Obrigado pelo cabecinha estreita. Adoro elogios.
O que você não está entendendo, é que existe ideal no começo.
Depois vira grana. E PONTO.
Não significa que sou a favor disso, mas essa é a realidade.
Muito bom o texto Balinha.
Como o vietnamita Noda disse anteriormente, o Bala já fez dessas. Bem como também já jogou catota (sim, CATOTA) no mesmo. Isso numa agência onde trabalhávamos juntos e com alguns outros caras que também diziam um belo NÃO várias vezes ao dia. Não preciso nem dizer que todos dessa época saíram da agência por terem se cansado da palhaçada que era o dia-a-dia, né.
É noix.
eu voto por descer todo mundo na paulista com nossos cartazes escritos em helvetica com um kerning impecavél, todos alinhados à direita.
HAHHAHAHAHAHHAHAHAHAAH!!!!!!
Não sou designer ou diretor de arte, mas creio que não muda muito. Dentro de agências e estúdios esse comportamento costuma se aplicar a todos.
O Nelson, nosso garoto prodígio, mais uma vez mandou muito bem. Esqueceu apenas uma coisa. Esse comportamento não vem apenas de donos de agências, marqueteiros ou sobrinhos dos donos de empresa. Tem muito designer e publicitário (estou generalizando porque a realidade é quase a mesma) que acha lindo trabalhar 20h por dia, comer pizza todos os dias, não ter finais de semana e durante a festa do clube falar pra todo mundo como está se fudendo na agência. Assim como ser nerd virou moda, na nossa área ser trouxa parece ter o mesmo caminho.
Esse é o tipo de gente que contesta a eficácia de um texto como esse. Gente que ampara a qualidade do profissional não no trabalho, mas na submissão ao seu chefe.
Do caralho mesmo. Conheço bastante gente assim, e é um dos males.
Valeu Bubi!
Eu voto na Dilma… =P KKKK
Pronto, falou em Design a galera vem discutir Apple x Microsoft…hahahaha
E querem ser reconhecidos como designers…rs
Mais uma vez perde-se o foco…
Quem não quer dinheiro e quer uma reconhecimento é um hipócrita! Simples assim (igual a “Oi”)
Ser profissional é trabalhar 8 horas por dia e curtir a vida. Ganhar hora extra e não pizza e taxi. Virar a noite e trabalhar no fim de semana não é (nem pode ser) característica de trabalho e sim falta de organização e respeito. Virar a noite é característica de trabalho de vigilante noturno e ele ainda ganha adicional por isso. Show Me The Money e eu show you the fucking job.
Parabéns Nelson, mais uma vez. Levantou uma questão importante em nossa profissão e me livrou de um câncer. Obrigado pelo espaço e oportunidade de desabafo. Amém.
Já que só daqui 10 anos terei saco para discutir isso, pelo menos tenho algo pertinente a oferecer a essa discussão para o momento. > How to be a Graphic Designer Without Losing Your Soul
Recomendo até a morte \o/ .
[2] Um dos melhores livros sobre o assunto.
é sensacional. vai além do design.
O difícil é aplicar, mas mesmo assim, ta valendo :)
kkkkk, caceta, achei a parada no Google Books. Rapaziada, pra quem gosta de boa leitura, o livro em questão está no google books! Lá vai: How To Be A Graphic Designer Without Losing Your Soul.
Acredito não estar todo o conteúdo disponível, mas se você se interessar, leia-o. Vai empolgar pra comprá-lo a Amazon.com por 16 doletas. =D.
Caralho, valeu Ju. Vou colocar no post.
Parabéns designers. http://www.iamnotanartist.org/index.php
Agora sim. Chegamos ao número duzentos.
Minha missão foi realizada com sucesso.
Até o próximo dia de “Design muda o Mundo”, com o capítulo: “Microsoft é um monstro malígno e a Apple veio nos salvar!”
Avante, Designers!
De layer em layer, uma criança será salva.
E comprem Nike! As ciranças escravas da China agradecem!!!
Jonas, basicamente obrigado por estragar com a discussão. Você até que tinha pontos válidos, por analizar o texto de uma outra perspectiva. Mas perdeu tudo e ficou no negativo com a atitude de piá de prédio. Um abraço.
Nelson, você diz isso porque é um ROMÂNTICO. O mundo vive às custas do dinheiro. Não existe nada mais importante do que isso. A única coisa acima do dinheiro é o poder. E ambos estamos longe dele.
Não discordo dos seus pontos. Concordo em muita coisa contigo. Mas a realidade é maior do que nossas paixões e vontades.
Vou complementar melhor lá embaixo, que não param de chover comentários.
Romântico não. Eu sou apaixonado pelo que eu faço, e ligo pro que as pessoas que também são passam no dia-a-dia. São cabeças como a minha e como a destas pessoas que pensam como eu é que estão sempre prontas pro inesperado, pro inusitado, por pensar livre. Quem bitola a cabeça pensando no dinheiro vive a vida só de passagem e não terá nada pra contar pros netinhos. Eu quero ser um homem respeitável não porque sou rico, mas porque fiz alguma coisa por alguém, ou por alguma indústira. Fim de papo.
“Romântico não. apaixonado…”
Paradigma?
Haha, burro pra você não é mais xingamento. Romantismo é um movimento, ser apaixonado quer dizer engajado, esforçado, comprometido.
Bom, eu paro por aqui.
Nelson, Marcel, Rod, Janara, Juliano e outros…Obrigado pela discussão. Posso dizer que é motivo de orgulho ver pessoas como vocês que tem tanta paixão pelo que fazem, quanto eu.
Jonas, continua investindo no portfólio fantasma, pode render “um One Show”.
Fica aqui minha indicação de um livro também:
“Um Toc na Cuca”
Não aborda design, mas processo criativo e principais bloqueios criativos. É bem bacana. Vale a pena.
=*
Quem liga para prêmios?
Você que está dizendo isso, garotinho Nike.
Bom, e se alguém quiser me adicionar em msn/gtalk:
Jonas, eu acho que você responde todos os posts pra tentar provar algo, mas ninguém aqui engole. Obrigado por desvalorizar uma discussão que poderia ser muito mais útil. Por favor, não responda esse post e vá fazer algo que vc saiba fazer melhor, quem talvez ali na Indianópolis.
Amém.
Aliás, para alguém que citou a Bíblia, você está me julgando demais, não?
Não tem algo lá que fala sobre isso?
Lúcifer disse a mesma coisa que você em outra parte.
PS: Leia oque a Janara falou lá em baixo.
Belo texto Nelson, só não concordo com uma coisa, pois pra mim, nem emprego, nem carreira.
O que conta na minha opnião é o design, o meu, o seu e dele, pois quando escolhemos o design não sabemos onde ele pode nos levar.
E pra melhorar, temos que nos unir começando a dizer não a concorrências.
Texto lindo, texto foda!
parabens Nelson, sempre polemico!
Ta em sampa ou curitiba?
Fala Everton, valeu cara… então, ambos os lugares, meio complicado explicar, mas é basicamente isso. Haha :)
haha massa!
email-me. planos entre sp e cwb. de repente agente se tromba!
Por favor gente, alguém tem que postar no (eufacodesing) este belissimo portfolio uaehueaheauheuah
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=13336958576076154694&aid=1232576023
COMPLEMENTANDO:
Nelson, você diz isso porque é um ROMÂNTICO. O mundo vive às custas do dinheiro. Não existe nada mais importante do que isso. A única coisa acima do dinheiro é o poder. E ambos estamos longe dele.
Não discordo dos seus pontos. Concordo em muita coisa contigo. Mas a realidade é maior do que nossas paixões e vontades.
Saia do seu mundinho e olhe para o mundo. Como ele está? Você já percebeu como estão tensas as relações entre os países? Você já percebeu que um número maior (cada vez maior, reiterando) de desastres naturais está acontecendo? O que os líderes estão fazendo? O resto é brincadeirinha de criança, como discutir ideais.
Também tenho os meus ideais, profissionais, espirituais e etc. A diferença, querido Nelson, é que enquanto você romantiza e me ofende com xingamentos baratos, eu caí na realidade.
E você?
Caiu a ficha?
O que você não sabe é que a sociedade foi moldada pra que todos pensassem exatamente assim. Pra que TODOS caíssem na real, e entendessem de uma vez por todas que o que vale aqui é o dinheiro. Demorou pra isso acontecer. Sabe do exército Continental? Sabe da batalha dos Farroupilhas? Existiram porque lutavam por ideais. Porque não aceitavam a ideia de serem controlados e pagos por um bando de imbecis exploradores que vieram lá da puta que pariu. Eu vejo minha profissão e a indústria que eu sirvo da mesma forma. Eu não quero pensar em dinheiro. Minha família é pobre, mas tanto meu pai quanto minha mãe fazem o que legitimamente gostam. E esse foi o valor que me passaram. Eu não vou me matar trabalhando, nem enganar meus funcionários futuramente (e a mim mesmo) porque sei que minha caminhonete tá garantida e minha casa em bairro nobre vai estar quitada no ano que vem. Foda-se. Eu prefiro viver de aluguel, ser um merda que pega ônibus com gente fedorenta todos os dias porque eu ACREDITO no que eu faço. Vejo a minha profissão como a de um alfaiate. Nós servimos o ser-humano, nós pensamos no ser-humano. Tragédias ambientais? Eu sou ateu. Sou jovem, sei pouco sobre como salvar o mundo. Separo meu lixo, não jogo lixo na rua, nem tenho ar-condicionado. Meu celular vive desligado. Minha parte eu faço. O mundo lá fora gira, eu sei, mas esse post fala da nossa profissão. Entenda: O POST É SOBRE UMA PROFISSÃO. Se quiser ler sobre o mundo, filosofia, demagogia… vá ao blog do Bispo Macedo. Aqui a gente tá tentando fazer alguma coisa por nós. É uma comunidade online. Várias outras sobre vários outros assuntos existem por aí, então sugiro que cada um faça sua parte e pare de agourar quem tá tentando mudar alguma coisa. O objetivo principal disso aqui era gerar uma discussão, cada um vinha e falava o que achava, o que vivia, o que não suporta, o que gostaria de mudar. Eu não quis inaugurar um ringue. Eu não botei galinha pra brigar. Eu só quis promover um debate sadio, sincero, honesto, livre. Se você gosta de dinheiro e acha que essa é a base de tudo, problema é seu, amigo. Eu não vivo disso. Eu preciso dele pra comprar as coisas que me fazem bem, que me satisfazem. Mas é resultado do meu trabalho. Primeiro o meu trabalho, a qualidade do mesmo, o aprimoramento. Depois o reconhecimento e o dinheiro. É o velho papo do meu velho pai: primeiro as responsabilidades, depois a farra. Primeiro o meu trabalho, primeiro a minha profissão, primeiro a indústria qual eu pertenço e as pessoas que estão comigo. Depois o dinheiro. Abraço.
Jonas, vou dizer uma coisa só que pode te magoar. Acho que você foi pertinente em muitos momentos da discussão, mas qualquer anônimo perde a razão pela falta de coragem de colocar a verdadeira cara ao tapa. É legal ver alguém com uma opinião forte e que resiste tanto a uma discussão, mas nem colocar um e-mail verdadeiro para que alguém daqui entre em contato para ter uma dicussão que não seja pública (e consequentemente para aparecer para o público) desmerece qualquer bom argumento. E eu diria isso a você e a qualquer outro anônimo, já disse várias vezes inclusive. Te digo sinceramente, e é um comentário positivo: eu adoraria saber quem é você de verdade.
Perfeitamente Janara, tenho que concordar contigo. “Quem não deve, não teme”, é uma frase que se encaixa muito bem a esta ocasião. Isso é tudo.
Não posso te dizer quem sou na verdade.
Senão eu morro.
É sério.
Morre nada. Ninguém morre por conta de uma discussão sobre “dezaine”. É a mesma coisa que acreditar que o design salva o mundo.
Cuidadoooooooo…
Meça bem vosas palavras.
Tem gente que vai te atirar pedras por isso. Salva o mundo SIIIIIM
Eu só quero voltar pra minha casa…
Por favor, me deixe viver.
Vai e não esquece a lancheira, rs.
Hahahahahah!
Hahahah… acho que Jonas ganhou a discussão! Ta todo mundo abandonando o debate e alegando vitória, qualéééé designers, vão desistir? É nas diferenças que a gente cresce. Nunca ouviram falar que “toda unanimidade é burra”?
“[Jonas] Obrigado por desvalorizar uma discussão que poderia ser muito mais útil.” (Marcelo Baldin)
“Bom, eu paro por aqui.” (Advan Shumiski)
“Jonas, basicamente obrigado por estragar com a discussão.” (Nelson Balaban)
Jonas continue assim. Precisamos de pessoas mais racionais e objetivas, parabéns pela crítica. Baladan, parabéns pelo texto também. Concordo com quase tudo, mas concordo principalmente com a crítica do Jonas.
Já ouviu também: Errar é humano, permanecer no erro é burrice. ?
Pô cara, eu venho com Nelson Rodrigues e você vem com especismo? Rs.
Relaxe, seja menos impulsivo. Vocês, defensores do post, estão cheios de ‘ad hominem’ e escassos de razão. Nem repararam que o Jonas até concordou com parte do que está escrito. Vocês estão pegando pesado.
Pelo que está rolando, o fato é de que Jonas quer que a gente aceite as coisas como elas são, mas é exatamente o ponto que estamos indo contra. Escassos de razão?
You´ve got a point.
É isso. Não vamos nos sujeitar porque o dinheiro manda em tudo e todos. Estamos aqui por uma profissão, e a discussão gira em torno disso. Estamos aqui pra melhorar alguma coisa, ou no mínimo só discutir, debater. Dizer que nada disso vale, que nós temos mais é que nos fuder mesmo e procurar pelo dinheiro, é no mínimo desprezível.
A razão por trás do post está clara e evidente, diria até que é muito válida. Tem uma pitada de revolução e inconformismo, ta excessivamente dramática, mas é honesta – por favor, não me crucifiquem por essa crítica.
Mas vocês pecam na postura do debate e é ai que me refiro à escassez de razão. Vocês não vão persuadir ninguém numa discussão ao agredir seus críticos, ou ironizarem suas opiniões, ou invocarem autoridade. Isso não é intelectualmente honesto.
Não aguento mais… todos os Fantasmas para Cannes…
eles vão e voltam… parece uma espiral de Tim Burton…
Como em toda profissão, tem muita gente acomodada nesse meio. Pessoas que acreditam cegamente ter aprendido o suficiente para passsarem o resto de suas vidas, em sua zona confortável, sem maiores problemas.
Qualquer profissional que se valorize, não vai ficar feliz de virar noite na agência, comendo pizza e levando tapinha nas costas, mas tem muita gente que não se importa com isso, pois encara como um fato normal de quem trabalha em agência, e como eles são a maioria, todo mundo acaba pagando o pato.
Até porque, é só ir no voto nulo, né? Questionar pra quê se é mais fácil fingir que está tudo perfeito, não é mesmo?
A verdade é que sou um publicitário e apesar de todo o dinheiro que tenho, não posso fazer o que eu realmente queria. Meu sonho sempre foi ser TENOR. Minha vida desacreditou todos os meus sonhos. Sempre fui gente boa, sempre fui caridoso e preocupado com vários amigos.
Mas o dia em que coisas que mudaram minha perspectiva de vida aconteceram, eu deixei inclusive de ter fé nas pessoas, no mercado, e até no Universo.
Pensem bem antes de seguir os verdadeiros sonhos.
Esse mundo é injusto.
“A verdade é que sou um publicitário” …
Caso encerrado.
E a parte do TENOR, você não considera?
Seu chefe é designer ou publicitario?
E se ele lê isso e for publicitário? Já pensou o estrago?
Cruzes, quero nem ver.
“A verdade é que sou um publicitário” …
Caso encerrado.
QquUqaUqaUqAUqUAqUAqUAqauaUQauquA ! Mt bom
Caso encerrado? Ainda persistem nisso?
Quem gira a grana no mercado da comunicação?
Os designers?
Quem CONTRATA VOCÊS????
Você não foi tenor ou porque você desistiu pra ganhar dinheiro, ou porque era ruim. Não é porque as coisas são difíceis que você desiste delas só pra ir pra mais fácil. * Não me venha falar que carreria de tenor é impossível pois sou filho de uma cantora lírica e que consegue viver muito bem fazendo oque gosta.
A parte de ter medo de alguém, é com vc não comigo :)
Valeu Ricardo. Já sei que é você.
Oh, meu Deus! Me pegaram!
… NOT!
Nassa. Essa foi a pior de todas. Declarar de forma que fique sub-entendido que se não fossem os publicitários, designers não teriam função. Por favor. Quem construiu todas essas marquinhas que ficam no cantinho dos anúncios foram designers. A discussão nem é essa. Nem sei porque alguém deu atenção a esse garotinho aí.
“A verdade é que sou um publicitário e apesar de todo o dinheiro que tenho, não posso fazer o que eu realmente queria. Meu sonho sempre foi ser TENOR”
Desilusão não justifica idiotice…O texto do Nelson abriu um campo muito bom para discussões e pessoas como o Cactus fez comentários que renderia um bom papo, discordar de uma opinião é uma coisa, fazer comentários ofensivos é outra.
see ya
Mas quem cria?
Bill Hicks on Marketing http://www.youtube.com/watch?v=gDW_Hj2K0wo
E como todo mundo quer agora dar a última opinião, também dou a minha: discutir não é concordar e nem discordar de todas as opiniões. E muito menos começar e acabar o debate achando o mesmo que achava no começo. O meu conceito de discussão está ligado a troca e não a perdas e danos. Se isso fosse um clube de debate faria sentido dizer quem gahnou ou quem perdeu, mas não acho que seja a proposta. Então felizes aqueles que sabem pegar o que de melhor cada um disse por aqui.
PAIXÃO VS RAZÃO?
Existe algum designer mais experiente de verdade (décadas de carreira e realizações importantes) que possa dar o ponto de equilíbrio?
Nem se Steve Jobs, Dieter Rams, Bruno Munari, Stefan Sagmeister, Neville Brody falarem com você vai fazer diferença na sua opinião.
Discordo de você profundamente.
O mercado de comunicação precisa de mudanças drásticas, e essas mudanças vem justamente das conversas sérias.
Eu já disse várias vezes, gente, que concordo com vocês.
Marcelo, me entenda. Desculpe por eu ter pegado pesado, quis ser irônico com você. Eu sou publicitário, Diretor de Criação SIM. Mas já fiz layouts, e muitos, por muito tempo. Sempre tive esse pensamento.
O que é possível fazer para mudar EFETIVAMENTE a situação?
Você acha que gosto de chamar um freela e pagar para ele apenas 500 reais? Mas do jeito que somos apertados pelo cliente, como vamos reverter a situação?
Obrigado por voltar a seriedade. desculpe novamente pelas brincadeiras, pelo visto você e o pessoal realmente não gostou.
Mas existe uma coisa séria, que é: COMO MUDAR O MERCADO?
Po Jonas, meu brother. É sério msm q vc falou e disse tudo isso, e mandou agora que é PUBLICITARIO ???
Fala que é MENTIRA, PLEASE !
HahaHAHAHAAHAHaahahh
É mentira. Eu sou na verdade um administrador de empresas que se sentiu ofendido com o que o Nelson disse, e decidi me vingar a todo o custo, dentro dos argumentos plausíveis que não o ofendam, apesar dele me xingar constantemente.
Não é mentira. Sou publicitário sim, queria ser Tenor e me fodi na vida. Construi uma empresa incrpivel, fomos comprados, estou muito realizado profissionalmente, mas meus sonhos foram abandonados por horríveis fatos do mundo cão que habitamos. Ponto.
PUBLICITÁRIO? http://ow.ly/1DQac
Pôxa, aí vc já está de sacanagem.
Relaxa. É pra quebrar um pouco o gelo. Tá muito sério isso aqui.
galera, minha contribuição:
- é importantíssimo defender sua atividade, seu timing e seu valor. ninguém vai fazer isso por você. mas o cliente (quase sempre mal acostumado) precisa entender isso, portanto é preciso ter disposição para ser didático, expor fundamentos e mostrar resultados. precisa falar a língua dele. e se o seu chefe não pensa assim, pense seriamente se você está no lugar certo.
- o design nasceu como ferramenta de marketing e assim será sempre. essa visão de que “design puro” não visa o lucro é muito equivocada. ainda assim, é possível usá-lo para tornar o mundo melhor (pelo menos para o próprio designer…). a respeito disso, recomendo seriamente o ótimo Objetos de Desejo, da Cosac Naify (alerta: livro com pouquíssimas imagens rs), que tira bonito o designer do pedestal.
“o design nasceu como ferramenta de marketing” é bem discutível.
Por falar em valorização do design, precisando de um logotipo é só falar com o mestre Hugo Design
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=53153308&tid=5366846714962974949
Conhece essa campanha aqui?

Consigo ver saporra não!
Acabo de passar por um situação comum nesta profissão. Fiz um layout tem três semanas, um trabalho simples, mas são três pessoas que decidem e cada um pensa diferente, cada um traz uma alteração em momentos diferentes e agora por último um deles ligou pra agência e quis falar diretamente comigo. Pediu as alterações e eu disse o porque não era adequado ao projeto mudar, fiz a defesa. Ele simplesmente respondeu “Eu estou mandando, faça aí da forma que eu estou pedindo, entendeu!?” O que fazer? É cliente de fee mensal e o atendimento sempre tem medo de contrariar os caras.
O que eu faria: desligaria o computador e iria embora. Mas aí vai de cada um. Boa sorte bicho.
Obrigado pelo conselho, muito bom. Sua resposta é o retrato do mercado e da maioria dos profissionais que fazem parte dele. Basta olhar o discurso dos “grandes” diretores de criação ou hoje VP de criação. É sempre, muita ralação, trabalhos em feriados, fim de semana, noite a fora etc.
Eu sei, quem sou eu para me intrometer agora, mas vocês não acham que essa discussão é muito sem sentido?
Entendi muito bem o primeiro comentário do Jonas, o comentário do Nelson sobre outras profissões foi muito infeliz, mas ele conseguiu responder de forma educada. Só que aconteceu algo e depois disso começou uma baixaria maluca, por nada!
Entendo que tem muito designer com o orgulho maior do que tudo, e entendo mais ainda que existem problemas maiores do que um banner feio e madrugas viradas seguidas de pizza, mas não entendo porque tenho que me calar quando vejo algo errado só porque existem coisas mais importantes ou pessoas sofrendo mais do que eu “lá fora”.
Se toda vez que algo errado acontecer comigo e eu abaixar a cabeça e aceitar só porque tem algo muito pior acontecendo com qualquer outra pessoa ou “coisa”, em qualquer lugar do mundo, não vamos discutir mais nada, nem pensar em nada, só vamos dizer “sim” seguido de “sim”.
Eu vejo pessoas incrivelmente boas e inteligentes se submetendo a noites mal dormidas e trabalhos feitos nas coxas porque o “dono” e o cliente querem assim. E quando alguém comenta algo, sobre discutir com o chefe, todos ficam calados porque ninguém quer se queimar no mercado do design. E me pergunto, pra que então? Por que estou fazendo algo que ninguém, nem os próprios profissionais, conseguem dar valor, por puro medo e/ou acomodação?
Então acho ótimo quando alguém fala sobre o assunto, pois mostra que não são todos acomodados. Que eu não estou errada em tentar lutar pela valorização de algo que eu amo.
Sei que temos de ser realistas, o mundo gira em torno do dinheiro, mas nada é uma verdade absoluta, e as coisas só mudam quando as pessoas se unem para mudá-las. E isso começa com pequenos posts como este.
Ps. E outra, qual o problema do cara ser publicitário? Vão ficar se ofendendo por causa disso agora? Acho que todos podem dar sua opinião, não?
“Se toda vez que algo errado acontecer comigo e eu abaixar a cabeça e aceitar só porque tem algo muito pior acontecendo com qualquer outra pessoa ou ‘coisa’, em qualquer lugar do mundo, não vamos discutir mais nada, nem pensar em nada, só vamos dizer “sim” seguido de ‘sim’.”
Espero que o “Jonas” leia isso e que faça sentido, o que deve ser completamente outro esforço pra cabeça dele.
“Se toda vez que algo errado acontecer comigo e eu abaixar a cabeça e aceitar só porque tem algo muito pior acontecendo com qualquer outra pessoa ou “coisa”, em qualquer lugar do mundo, não vamos discutir mais nada, nem pensar em nada, só vamos dizer “sim” seguido de “sim”.”
Exato. Esta discussão sobre as mazelas “disto e daquilo”, ou “minha situação é pior” perde completamente o foco no real problema da nossa classe, que é a desmistificação de que o que estudamos anos para conhecer qualquer um sabe de cor e salteado e só não faz pois o tempo deles – não o nosso, imagina – é precioso demais). Este pensamento é a origem de todos os problemas do designer.
Como nenhum dos meu comentários são aceitos e publicados no Blog, desisto dele…rs
A brincadeira já foi longe demais. Leiam ISSO:
Marcelo Baldin disse em abril 27th, 2010 | 5:10 pm
“Nem se Steve Jobs, Dieter Rams, Bruno Munari, Stefan Sagmeister, Neville Brody falarem com você vai fazer diferença na sua opinião.”
[Reply]
Jonas Antunes disse em abril 27th, 2010 | 5:19 pm
“Discordo de você profundamente.
O mercado de comunicação precisa de mudanças drásticas, e essas mudanças vem justamente das conversas sérias.
Eu já disse várias vezes, gente, que concordo com vocês.
Marcelo, me entenda. Desculpe por eu ter pegado pesado, quis ser irônico com você. Eu sou publicitário, Diretor de Criação SIM. Mas já fiz layouts, e muitos, por muito tempo. Sempre tive esse pensamento.
O que é possível fazer para mudar EFETIVAMENTE a situação?
Você acha que gosto de chamar um freela e pagar para ele apenas 500 reais? Mas do jeito que somos apertados pelo cliente, como vamos reverter a situação?
Obrigado por voltar a seriedade. desculpe novamente pelas brincadeiras, pelo visto você e o pessoal realmente não gostou.
Mas existe uma coisa séria, que é: COMO MUDAR O MERCADO?”
Pra mudar o mercado nós precisamos nos impor e nos dar o devido respeito. Coisa que acredito ser o foco do Nelson ao fazer este post. Enquanto o operário não grita, para, e faz greve, a indústria não para.
Depois tenho que ouvir que Alexandre Wollner é exagerado demais. Ainda bem que temos pelo menos um se dando o devido valor. rs
Obrigado pelo conselho, muito bom. Sua resposta é o retrato do mercado e da maioria dos profissionais que fazem parte dele. Basta olhar o discurso dos “grandes” diretores de criação ou hoje VP de criação. É sempre, muita ralação, trabalhos em feriados, fim de semana, noite a fora etc.
COMO MUDAR O MERCADO?
1. Empresas que apertam agências;
2. Agências cujos donos vivem estressado e xingando a todos;
3. Diretores de Criação que não tem tempo de pesquisar uma campanha descente e tem que fazer as “sacadinhas engraçadinhas” do último anuario;
4. Pressão em cima do Diretor de Arte, dos estudios, produtoras de internet, freelas e etc para fazerem tudo pra ontem;
5. Ironicamente, o tempo que nao tinha antes pra criar, agora sobra, mas pra fazer zilhoes de alterações.
6. Apesar de eu reclamar muito, sei que quem mais se ferra é o designer, o ilustrador e o programador.
Mas e aí? COMO MUDAR ISSO?????
Se como eu disse, quem domina é o dinheiro do cliente??????
Me lembrei do diagrama que a Paula Scher apresentou no dia da palestra da Pentagram, ele mostra um gráfico de como as discussões em blogs se comportam, independente do que falam.

E vendo pelos últimos comentários, ciclo completo.
deixa eu salvar isso pra mim.
hahaha gostei disso!
bjos K
beijo!
1. Chutar cachorro morto não resolve nada. Texto legal… mas há anos as mazelas pontuadas pelo Nelson estão zumbizando pela terra. Se toda hora que alguém as ressuscitar for levado pelo povo, vai faltar louros pra tais!
2. O Jonas foi corajoso, irônico e realista. No meio do caminho avacalhou e pra ele eu tenho uma frase de Raimundo Faoro: “Cuidado com a ironia, eles podem não entender…”
Bom, acho q o lance era ler o post e pensar: Oq EU, (primeiramente, e não mandar ou querer q os designers se comportem como tal) faço pra sair/melhorar essa merda de vida/mercado! E com essa postura, quem sabe iniciar uma educação do mercado/cliente/empresas com a sua nova postura?
Mas não, vem um monte de carpideiras dizendo q ta cansado dessa vida, q dói aki e ali, que temos q achar uma solução… q vamos nos unir e blah.
E ai eu me pergunto, onde vcs estavam antes do dia do Design? Do dia Designer? E antes do post do Nelson? Seriam os designers uma classe reacionista e saudosistas por esse tema?
Não tá gostando do game? Tá foda de mudar onde vc tá? Sai e vai montar outro jogo. Com outras regras! Se for justo, realista, financeiramente sustentável, qual o medo de se jogar? vai ficar dando murro em ponta de faca?
E sim, sou Designer e saí do game (agência, clientes loucos) pra jogar um jogo onde os valores q acredito e defendo sejam prioridade!
Abs Jonas pela sua insanidade. Sempre torci pelo coringa!
“E sim, sou Designer e saí do game (agência, clientes loucos) pra jogar um jogo onde os valores q acredito e defendo sejam prioridade!” — Mas é isso que eu tô dizendo com o texto. Tá rolando um desentendimento absurdo aqui, ninguém parece estar entendendo o real propósito do post. A ironia do Jonas não foi a única coisa que estragou com o papo… e, convenhamos, seriedade em um momento de discussão é primordial pra que se estabeleça um diálogo. Quem quer bater boca com um imbecil, desbocado? Quem quer ser tirado pra otário? Jogar outro jogo é dizer NÃO, fazer as próprias regras é dizer NÃO, custe o que custar, vire freela, dê seus pulos. É isso que eu quis dizer com o post. Querem discordar mas não sabem como.
As AGÊNCIAS de Publicidade tem uma associação séria. Os anunciantes também. Existem inclusive órgãos de regulamentação, que muitas vezes, pelo bem comum, chega a tirar campanhas publicitarias do ar!!!!! Esse último, para os Designers que não conhecem, é o CONAR.
Então, uma coisa que pode ajudar é um debate sério (perdão, ironizei e avacalhei geral depois) e a criação de UMA ENTIDADE que leve consigo a filosofia da profissão e que defenda seus profissionais.
Pela primeira vez você disse algo que faz sentido, que serve pra discussão. Parabéns.
A única tentativa de criação de um órgão que eu vi por aqui é a regulamentação da profissão, o que já é outra história. Eu particularmente acho uma grande besteira. Acho melhor cuidar do mercado antes, e depois das instituições de ensino. E pra cuidar do mercado, só quem atua nele.
Realmente falta um sindicato nessas bandas. Ajudaria… não creio que melhoraria de vez, mas seria um bom começo para depois de amadurecido se transformar em um órgão serio para defender a classe.
Já foi dito à exaustão que uma imagem vale mais que mil palavras, portanto viva a nós todos e vamos sim resolver nossos problemas de indústrias independente dos publicitários ou clientes.
Especialmente pra você Janara. http://j.imagehost.org/0029/hugodesign.jpg
Vish, tá cheio de nego assim por aí.
Vai ver se existe escândalo GIGANTE de clientes processando agências. E vice-versa.
Sim, existe muita merda nos bastidores, mas ninguém joga no ventilador.
As entidades que protegem as agencias e as entidades que protegem os anunciantes são muito eficientes. Toda vez que uma conta é conquistada por uma agencia, ela é anunciada em várias midias (mídias da publicidade para a publicidade, como Meio e Mensagem e etc). Agencia X conquista conta Y por Z milhões.
É uma senhora e bem estruturada panela que levou décadas para ser construida.
Por favor, antes que ALGUEM se exalte, não estou defendendo a superioridade economica e organizacional de empresas e grupos de comunicação especificos.
VOCES QUEREM MUDANÇA?
Se unam de VERDADE.
De forma tal que ninguem vai contratar um designer descente, pois todos os profissionais disseram NÃO para aquele job escroto.
Nossa, complicado fazer uma leitura dessa discussão não linear.. mas enfim..
..
Só quero comentar, pq me lembro uma vez que um colega (Pedro giongo), comentou algo que me deixou bem intrigado, “pq em discussões de blogs, quando alguém faz uma piada no meio da discussão é escrachado?” eu como um chato de plantão me prontifiquei a defender que blog sério não é lugar de piada.. maaas..
..
porra, se fosse no buteco e eu mando uma piada maneira (ou não) vcs vão realmente me apedrejar sem dar uma risada? porra, toma um gole do copo, ri de quem fez a piada, respira fundo e volta pra discussão. Ou tô errado?
Diego, acho que essa parte da discussão já foi superada. Agora estamos mais perto do objetivo.
300 comentários? hihihihi…brincadeirinha.
Da sétima para a terceira posição no Google. O objetivo é a primeira, hahaha
Verdade, já havia visto que foi superado.. mas é sempre válido lembrar né.. haha enfim.
com muita paciência estou encontrando vários focos de bons argumentos nesse mar de texto.
Não estou falando de REGULAMENTACAO de profissao.
Estou falando de uma ENTIDADE.
Tipo ADMDQSP: Associação de Designers de Midia Digital Que São Reais Profissionais. Ficou claro?
Regulamentação nos dias de hoje é perda de tempo só de se pensar nela. CONCORDO COM VOCE.
EU
CONCORDO
COM
VOCÊ.
Entidades podem ajudar com os interesses de uma classe, seja ela de qual mercado for. Para isso é preciso real união.
“Ah, não tenho tempo”.
“Ah, não tenho SACO.”
“Ah, isso me cheira a ONG.”
Quem tiver esse tipo de pensamento estará reclamando anos depois ou decadas depois.
O mundo é cruel. Uma entidade não assegura de nada. Mas só dela já existir, já dá receio em quem cria o ciclo FDP nesse mercado.
Hehe, eu só falei que o que eu vi por aqui foi uma regulamentação. Não vi entidade.
O que me incomoda nessa história é que eu não consigo enxergar credibilidade se um grupo de profissionais com 5 anos de experiência fossem atrás disso pra conseguir apoio de gente grande, pra então formar uma entidade, uma associação, um sindicato. A nossa geração não faz parte da panela estabelecida, rica e premiada.
Acho que o Nelson pegou em um ponto serio, seria bater de frente com uma elite consolidada no mercado.
Ou ocorre uma adesão geral, que incluiria conscientização na fonte, isto é, na formação do profissional, diretamente de onde esse profissional do design surge. Isso abriria um rombo gigante na defesa dessa panela.
Já existem Associações viciadas, com criterios de regulamentação, diplomas e etc?
Oras, então CRIEM uma entidade e ESTABELEÇAM as regras justas para atuação dessa entidade, como ela defenderá a classe de designers, e oq deverá fazer quem querer entrar nela daqui há 10 anos. Mas o mais IMPORTANTE: essa entidade não pode ser unilateral. Para quem não sabe oq isso significa, ela deve ter critérios que defendam os designers, mas saibam dizer tb qdo eles estao errados.
Aí sim vcs vão mudar o mercado regional, talvez depois o nacional e quiçá o mundo.
E não gostei da sua agulhada da panela rica, estabelecida e premiada.
Tem muito cara que começou lá de baixo. Muitos não nasceram em berço de ouro.
Eu parei de agulhar e já pedi desculpas por isso.
O velho ditado que diz que a União faz a Força não está totalmente errado.
Cara, sem querer dar início numa outra discussão vã, mas eu nem quis te dar agulhada. Nem te conheço. O que eu quis dizer é que esses caras que tão aí bem mais tempo não querem ser desbancados por uma geração bem mais atualizada. Canso de ver provas disso em portfolios inaugurados por diretores de criação que já estão há decadas no mercado. Tem coisa bem melhor e bem mais atual sendo produzida por gente beeem mais nova. É complicado, nesse caso, o que o Rod disse faz bastante sentido. Mas e os professores de hoje? Aceitariam isso? Os de amanhã somos nós, ou nossos colegas, ou quem já trabalhamos e reclamamos juntos das mesmas coisas um dia.
Cara, agora vc pegou em um ponto excelente. Associações.
–
Tempo atrás houve uma reunião sobre a um grupo paranense de design, que por fim tinha como maior objetivo levar o design paranaense ao seu merecido lugar, principalmente por conta dos eventos que acontecerão em curitiba esse ano. Mas como presenciei as reuniões, pude ver certas coisas que me desagradaram, pois o grande objetivo desse grupo eram melhorias para as empresas e não para melhorar a vida dos profissionais, em um dos momentos apresentarão vários documentos incompletos (eles mesmo citaram que ainda tinha de ser melhorado) e já chegaram pedindo uma contribuição de 400,00 R$ (facultativo óbvio).
–
Vou fazer uma breve introdução pra fechar com meu objetivo desse post.
–
Muitas empresas fariam parte desse grupo, porém todas deveriam ter boas práticas de mercado. Foi quando ao microfone questionei, como seria feita essa seleção e como se analisariam as empresas que tem boa prática, sendo que boa parcela delas continua a tratar os funcionários da forma que vem sendo discutido aqui a alguns posts. A resposta que obtive por um professor da PUCPR também profissional do mercado (proprietário de empresa) que eu deveria recorrer a algum orgão de proteção ao funcionário, (ministério do trabalho por exemplo)
–
Por fim, fica meu questionamento, como nos organizar? em quem confiar? e o que vocês acham disso.
–
Okay, não vamos começar uma discusão em vão.
O fato é que é real a criação de uma nova entidade. Uma hora ou outra, isso vai acontecer. A diferença é quando.
Pois se não acontecer, essa área vai virar uma grande e fétida merda.
Que tal focarmos nisso:
O lance da entidade? Da união?
ISSO não significa dar as mãos e cantar juntos uma música moderninha indie.
ISSO significa estabelecer critérios que sejam justos para os designers e para os clientes que os contratem. Criem uma entidade baseada não em formação, mas em conteúdo, ou como diria o meu querido Advan, baseada em PORTFOLIO.
Ah, mas assim como os criterios de formação nao sao justos, estes tambem nao o serão. Pôxa vida! Putz grilo! Vcs querem oq entao? Mudar o mundo sem sacrificio? Isso nao eh possivel.
Essa ENTIDADE deveria ser estabelecida inicialmente numa regiao inicialmente. Os lideres deveriam entrar em contato com as entidades de agencias de propaganda, as entidades que proteegm os anunciantes e assim por diante, com PROJETOS.
Que projetos? Pojetos bunitinhos de design?
NÃO. Projetos de mudança de mercado. “Ah, mas eles vão ficar com medo! Isso vai afastá-los!”
Daí a necessidade de ser um projeto de uma entidade que Não seja UNILATERAL.
Que mostre para os clientes que não só os designers serão defendidos. Os cliente stambém o serão. Mas acima disso, as medidas justas e aética de mercado que serãoo defendidas acima de tudo, entendeu?
Diego, não dava pra esperar menos, né? Tipo: “Tá ruim? Vai no Ministério do Trabalho, chama um advogado”. Patético. Eu acho que é preciso sim montar uma associação, que regulasse tanto o profissional de design quando o mercado. O mercado principalmente, mas o profissional também no sentido de regular a qualidade daquilo que está sendo feito e quanto está sendo cobrado por aquilo (esse último, no caso das empresas). Cobrar das empresas e dos próprios funcionários filiados um relatório mensal, algo do tipo, onde tivéssemos controle do que tá acontecendo. Aplicar multas. Promover greves se for preciso. Tem nego tirando sarro, dizendo pra queimar Moleskine… eu sou tão trabalhador quanto um operário que queima bandeira em Brasília, que invade o Senado. Eu tenho contas pra pagar também, e logo mais terei filhos dependendo de mim. Eu também posso defender aquilo que me deixa sobreviver.
Desculpe Jonas, talvez seja falta de capacidade minha, mas não entendi seu texto.
Então Nelson, concordo com isso. Mas as coisas rumam pra uma direção oposta. A coisa parece ficar cada vez mais informal. Uma prova disso é a quantidad de pessoas na área que trabalha sem carteira assinada. Ok. A maior parte já está acostumada a isso pois afinal crescemos e nos profissionalizamos dessa forma. Mas já pararam pra olhar as outras áreas de trabalho?
As agências encostaram no esquema “PJ”. Somente agências grandes trabalham de outra forma.
Agora, falando de mão na massa, o que pode ser feito?
Por onde começar?
Na porta de quem bater?
São essas questões que temos que começar a nos preocupar se quisermos organizar essa coisa toda.
“A nossa geração não faz parte da panela estabelecida, rica e premiada.”
Aplausos de pé.
Cara, design é inútil. Fútil e supérfluo. É coisa de boiola. Manda um psd pra África e vê se vai matar a fome de alguém. Manda um .ai quem sabe. “Nossa, o Irã tá jogando uma bomba sobre NY, o que faremos???” Designer: “Vou fazer um layout!!!”
Virem homens de verdade e procurem uma profissão que traga benefícios diretos à sociedade.
Fernando, só estou aprovando seu comentário babaca para dizer que você é um babaca. Se você tem um portfolio online para vender o seu trabalho e diz que design é inútil, fútil e supérfluo recomendo que você faça administração ou cometa suicídio. Se é para entrar aqui para ofender quem tá perdendo um tempo da sua vida tentando discutir um mercado que só abusa da profissão da qual você compartilha: anham, senta lá Cláudia.
Você poderia gentilmente me passar uma lista de profissões “decentes” e úteis a sociedade?
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E também se possível me passar um documento/projeto de como realocar todos os profissionais das áreas inúteis, para as utéis, sem gerar desemprego.
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Por fim, sem condição de te dar algum crédito sem que você realmente argumente com seriedade, afinal o layout desse blog, seu teclado, seu copo, sua roupa, sua revista, seus livros, sua tv, enfim,.. seu mundo, foi projetado por profissões utéis, que eu jurava ser o designer, mas pelo visto fui enganado, certo?
Haha, triste é saber que alguém dedica tempo pensando e escrevendo algo que não fará a menor diferença numa discussão desse nível.
se eu quisesse salvar o mundo fazia facul de madre teresa de calcutá.
Eu só quero minha hora extra certinho e talvez até sobre uma grana pra Africa.
Mas ai eu ia investir num playstation3
A Casas Bahia envia um carinhoso SPLASH para todos os designers.
Parabéns pelo post. Nem preciso dizer nada, você conseguiu reunir a maior parte de tudo que seria importante dizer no dia de hoje.
Definitivamente o pessoal perdeu a sensibilidade necessária pra detectar humor negro. Meu comentário foi nada mais do que uma pisada num monte de merda escrita por micreiros que se acham designers, estragando um espaço que poderia ter sido aproveitado pra discutir os reais problemas que o mercado e a profissão enfrentam. Enquanto se está aqui defendendo egos e orgulhos, talentos e potenciais, os nossos “chefes” estão enchendo os bolsos às custas de nossa falta de sono, grana, alegria em trabalhar e principalmente reconhecimento pelo esforço sincero (isso em relação aos poucos que se salvam, entre eles alguns amigos que sabem quem sou e sacaram minha ironia ácida).
Viva o supérfluo. Até a prostituição pode ser uma arte.
Eu não vou comentar sobre a prostituição e o meu amor pelas garotas de programa, senao serei novamente apedrejado.
Difícil ter sensibilidade na internet, meu caro. Você quase fez renascer a discussão que quase estragou com o post. Tá todo mundo numa sintonia agora, então por favor, não estrague com tudo. Vamos voltar ao objetivo.
Então já queestamos sérios agora, conversando como gente grande, o primeiro passo para se construir uma associação justa é pesquisar como funcionam outras.
Uma das coisas que morreu com o passar dos tempos nessa area (“Ai, preciso desse layout pra amanhã cedo”), e que precissa ser ressucitada, é a PESQUISA.
Outros já passaram por problemas assim. “Ah, mas somos modernos! Somos diferentes! O mundo é diferente!”
Ainda bem que o Hitler fez a mesma merda que o Napoleao fez ao invadir a Russia. Graças a essa cagada repetida séculos depois, os nazistas se enfraqueceram o suficiente para perderem as estribeiras nas fronteiras estabelecidas na Europa.
Antes que alguem ache que estou surtando de novo, quero dizer que isso é um exemplo de que a História se repete SIM. A HISTORIA SE REPETE.
Então, deve existir uma pesquisa prática sobre as associações existentes.
Nessa pesquisa, uma hora alguem vai ter uma idéia brilhando, e vai achar que descobriu a Roda, qdo encontrar várias pessoas no estado, no país, lá fora em vários continentes que PENSAM DA MESMA FORMA.
é necessária acriação de uma ENTIDADE. sempre vao ter piadinhas sobre o logo da entidade, o kerning da entidade e coisas do genero. isso é legal e engraçado, mas isso é trabalho do ROMULO.
O trabalho de vcs é trocar mensagens pelo MSN e pelo TWITTER, marcar uma reuniao e transformar essa idéia em um projeto, e depois esse projeto em FATO.
Espero que os organizadores do Ideafixa apoiem isso.
Ou isso vira uma coisa seria, ou vira piada.
Se ficar só na piada, meus amigos…
Daqui ha decadas teremos as mesmas reclamações. E o pior: qdo tiverem criado uma entidade (pois nao eh possivel que muitas gerações profissionais aguentem essa merda de mercado), nao terao sido vcs.
Eu estou com várias ideias. Vou levar em consideração todos os seus pontos, e isso tem que dar certo. Valeu mesmo.
Acredito que isso vai mudar SIM as coisas.
Mas tem que ser feito com seriedade e com união.
Poxa, me deu até vontade de fazer aulas de canto depois dessa.
Bola para frente e vamos viver o lado bom de ser designer. Tô no 3º periodo, assim vocÊs me desanimam. Lutem vocês pelas coisas que desejam… será que se comportam como queria ser tratados. A velha discussão sobre o designer reclamão!!
Ja o seu post, Nelson, reflete sobre a carreira sem angustiar. Parabéns!! No fim, é bom que tenhamos um dia para comemorar nossa profissão, mesmo que seja o dia da empregada doméstica, PARABENS!
Eu era muito afim de entrar de cabeça numa idéia como esta, a merda é que tenho 40 alterações nesse job pra amanhã de manhã. Ainda bem que me pagam um taxi e a pizza é de primeira.
Alguns de vcs possuem alem de incriveis PORTFOLIOS (um beijo para o Advan) e grandes NETWORKS.
isso é possivel.
Tantos profissionais de outras áreas que alcançaram seus sonhos de fazer a diferença sempre citam o fato de imaginar e de realizar oq foi imaginado. Vivemos num mundo capitalista e cruel às vezes, mas dá pra ser honesto.
Espero que isso seja possivel.
MAS DEIXO UM AVISO:
Aqueles que tomarem a bandeira no começo, vão ser considerados uns maluquinhos, uns idiotas, loucos completos “quem eles pensam que são???? entidade! isso é uma PIADA! hahahahah!”
Mas a persistência com o passar do tempo vai mostrar que o caminho certo é o que prevalece. Lembrem-se muitos disseram décadas atrás que “É BURRICE ACHAR QUE AS PESSOAS VÃO QUERER TER COMPUTADORES EM CASA”.
Espero que dê certo.
OUTRA COISA:
a partir do momento que a entidade estiver sendo criada, é importante (já disse isso antes, mas é bom repetir), que as outras entidades, principalmente as que pagam as contas (entidades de clientes e anunciantes) saibam que não é algo contra eles. Isso é de extrema importancia, caso contrario, o projeto pode ir por agua abaixo.
Por mais que exista amor com a profissão, na hora das conversas sérias com essas entidades de clientes e anunciantes, é importante existir a PONTE, ou seja, algo que indique a eles que falamos as mesmas lingua. Nos falamos de amor, prazo, qualidade, detalhes, alinhamentos, etc. Eles falam de dinheiro.
Deve existir essa PONTE. “Ah, mas nao eh facil!”
Bem, a vida não é muito fácil. É bem louca, mas não é fácil.
Perdi alguns posts. Eu estava ali salvando o mundo com o design, então tive que ler quase tudo denovo.
No final das coisas a minha ideologia infantil de querer ser honesto, funcional e feliz no que faz voltou a pauta? Quem diria.
Não. Você está errado denovo, sendo guiado pelo emoção. Não estamos falando de design salvar o mundo.
Estamos falando de como se pode salvar um mercado fudido.
e para tal, são necessários sacrifícios REAIS e RACIONALIDADE. Ainda discordo plenamente de você. Sei que fui um chato em minhas ironias insistentes. Mas para mim, design não salvou, não salva, e nunca salvará o mundo.
PONTO.
Mas a profissão pode ser excercida de forma exemplar, com uma entidade que proteja os direitos dos designers, mas tb proteja o direito dos clientes. Vc está falando sobre design. Eu estou falando sobre RELAÇÕES. pois o mercado nada mais é que gente comprando e gente vendendo. como a vida de quem vende está uma merda, algo deve ser feito.
Sem mais, peço novamente desculpas e peço atenção no foco.
Você não entendeu nada, denovo. Dessa vez EU estava sendo sarcástico.
Mas vamos nessa, uma hora você entende oque eu quero dizer. Ou não.
C’est la vie.
Veja o lado bom: discordamos e não nos entendemos, mas temos um ponto em comum:
assim como nós, muitos e muitos designers desejam a mesma coisa para o mercado.
Não estou falando baseado no que muitos escreveram aqui. Estou me baseando nas reclamações que todos ouvimos / fazemos com amigos todos os dias via MSN. Ou em fóruns em geral.
Posso até ressucitar como um papagaio como conscequência. Mas ainda bato na mesma tecla que a criação de uma entidade justa é uma solução que não será definitiva, mas com certeza mudará regionalmente, depois nacionalmente e finalmente internacionalmente, em um prazo muito longo que pode levar anos / décadas, a condição de quem trabalha na área.
Então, como dito há algumas centenas de posts atrás: é preciso criar a cultura de Design.
Muitos profissionais bons aqui, que sequer sabem explicar o que significa a sua profissão e quais papeis cumprem na economia e na sociedade, não podem esperar que as pessoas [os clientes, principalmente] entendam isso SE NÓS NÃO ENSINARMOS A ELAS.
Sei que é mais facil agora ficar olhando o ibope do post, quantos retweets, números, status, etc… mas se a ideia aqui é buscar soluções diferentes para um mesmo [e velho] problema, vamos a elas e deixemos, por alguns instantes, os egos de lado.
deixo a pergunta, para quem interessar possa: como voce conversa sobre Design com pessoas que não estão envolvidas com ele?
Você está batendo na mesma tecla que a Revista Design Gráfico bateu duranet anos. Você conversar com seu cliente ajuda pouco. Criar cultura? Você acha que uma entidade serve para fazer oque????
Por favor, leia os itens que citei anteriormente, principalmente sobre as entidades que já funcionam na publicidade, as que defendem as agências, tem as que defendem os clientes e tem as que regulamentam oque vai ao ar. Muitas vezes esta última entidade, chamada Conar, causa várias polêmicas, mas serve a um bem comum, serve de PONTE.
Essa ideiazinha de conversar como designerzinhos humildes não FUNCIONA.
Eu provo isso pra você com o simples argumento que eu disse no começo. Todos discutem isso há ANOS. E até agora NADA.
NADAAAAAAAA. Fui claro?
Uma entidade não é a salvadora da classe, não é algo messiânico.
Mas ela cria obrigatoriamente uma cultura, com suas reuniões com outras entidades, principalmentes as dos anunciantes, e em suas palestras, workshops e etc.
ENTIDADE, ORAS BOLAS.
Hahaha, muuuuito bizarro isso tudo. E o pior que o sarcamo do Marcelo tá na caruda… enfim. Conversa em loop.
Na verdade respondi ao Tony.
Você fala DESIGN.
Seu cliente fala DINHEIRO.
Uma ponte é necessária. Uma ponte EFETIVA é necessária.
emenda no que eu disse abaixo e naquele comentário também. Há uma dificuldade de interpretação, de vários “profissionais” da nossa area, quanto ao papel que devem cumprir, a maneira de fazê-lo… certos comentários passam a impressão de que as empresas e os clientes pagam para que a gente se mostre, e não para cumprir com uma necessidade que, as vezes ele sequer compreende completamente como resolver. Disso, no mais, é como foi dito de trocentas maneiras: sujeita-se quem quer. Reclama quem não busca evolução. Reina quem pode.
Uma coisa complementa a outra, “Jonas”.
A entidade cria a cultura, a cultura fortalece a entidade, um ciclo. Com a publicidade foi assim, com o design pode ser também [olhar pra trás, pesquisar, conhecer a história... essas entre outras coisas que você citou, e concordo!].
Como voce disse, humildade não combina com alguns designers. Fácil entender porque as coisas não mudam, né? Fácil entender porque as criticas ao mercado parecem mais “choro por não mamar da mesma teta” do que por capacidade de fazer melhor, certo?
Ou seja: apenas disse com outras palavras, naquele comentário anterior, que concordo contigo em diversos pontos. Quanto aos clientes, sabemos que muitos sequer sabem o que fazem no mercado [bem como alguns profissionais], quiçá valorizar o design. Só que os profissionais doladecá da historia tem que chorar menos e fazer mais. O caminho, nós sugerimos. Se alguém encontrar algum melhor, por favor não jogue na cara de ninguém. Use e revolucione.
Eu não tô entendendo direito, parece que você ta criticando o post sendo que a verdadeira intenção do mesmo é fazer surgir, despertar esse desejo de mudança. Se ficamos quietos, somos uns merdas, acomodados. Se falamos, somos chorões. E é tão fácil apontar o dedo na cara dos outros desse jeito, mesmo quando a intenção é das melhores? Não consigo mesmo entender esse povinho que reclama de quem tá tentando fazer algo pra melhorar. Você mesmo deu o diagnóstico (do seu ponto de vista) da situação toda, e porque até agora não agiu? Tá esperando por alguém fazer isso por você? Ou nós, chorões de plantão, vangloriando de estatísticas (tem alguma outra citação em relação a isso além da minha em relação ao Google? Quando na verdade era essa a intenção, CHAMAR ATENÇÃO da melhor e mais abrangente maneira possível?). Sinceramente, não adianta vir aqui e gastar seu tempo com mau agouro. Eu realmente não tô aqui pra isso.
Concordo contigo também. Mas é necessário que todos compreendam que muitos problemas surgem neste mercado por causa das várias inter-relações predatórias entre designers, estúdios, produtoras, agências e finalmente clientes.
O ato de fazer mais não está veiculado apenas em ser THE BEST, ou como muitos falaram em dezenas (provavelmente centenas) de posts atrás, em dizer NÃO nos momentos certos. São coisas que adiantam? Sim, com certeza. Mas adiantam individualmente para poucos.
“Ah, estou pouco me lixando pra quem não é Fódão como eu”. Bem, aí realmente, para um tipo assim, não faz diferença a criação de uma entidade, já que ele é tão auto-suficiente. IMPORTANTE: não estou dizendo que você ou alguém específico neste blog seja assim, estou dando um exemplo aleatório. Como eu zuei com o barraco dezenas de posts atrás, me sinto na obrigação de citar que estou exemplificando alguma coisa. Caso contrário, existem altas chances de se re-iniciar uma balbúrdia.
Voltando ao ASSUNTO:
Agora, cá entre nós. Ninguém faz alguma relação comercial boa se não tiver um bom cliente. Se não tiver alguém que te valorize, te dê liberdade, em suma, te dê CONFIANÇA. Existem clientes assim? Com certeza, mas são poucos.
Quem dos leitores aqui no IDEAFIXA é sortudo extremo a tal ponto de nunca ter tomado um CALOTE???
- EU NUNCA TOMEI UM CALOTE!!!
Quem disser isso com certeza é um grande sortudo.
Uma entidade eficiente com certeza evitaria esse tipo de merda. Ou lascaria com o cliente que resolvesse lucrar mais em cima do designer simplesmente não pagando-o.
Como sou um publicitário, participei anos atrás de um debate entre amigos. Pois soubemos que a Associação de Produtoras ameaçou (leia-se pôs contra a parede com soco no peito) a Associação de Anunciantes. Sabe porquê? Poeque as produtoras que são CONCORRENTES cansaram de receber as granas de 3 a 4 meses depois dos trabalhos serem veiculados na televisão.
Isso amenizou muitas coisas, graças a uma pauta de uma entidade aplicada a outras duas grandes entidades.
ENTIDADE, senhoras e senhores. ENTIDADE ou choradeira.
Não adianta nada você fazer um lindo design que só te dá um status. Uma entidade não irá trazer o socialismo, não irá salvar vidas. Mas ela irá proteger os interesses de centenas de profissionais, e milhares conforme for se expandindo.
Ops, respondi ao Tony.
Como escrevi demais, não vi que você já tinha o respondido.
Nelson, te peguei pelo ego? há algum problema em criticar a postagem / um dos vários direcionamentos que ela tomou, ou pra postar aqui só vale se for elogio? Assim como você, o fato de parar de salvar o mundo pra vir discutir o assunto já é um começo [ou um meio], certo? Não fique tão “incomodado” com uma opinião contrária… não te julguei, considero dispensável que voce tente fazer o mesmo comigo. Se o problema for portfólio ou contato, tá no link do meu nome ;)
Quanto a fazer, os clientes [começando pelo Atendimento que tem que vender o meu trabalho, e acabando nos próprios clientes] da agência onde trabalho e dos meus freelas ouvem sempre sobre Design e Comunicação, conversamos sobre isso como conversamos sobre outros assuntos, uma vez que para que seja entregue um trabalho de qualidade, preciso saber muito sobre ele, sobre o que faz e como faz para que tenha dinheiro também para me pagar; logo, quero que ele aprenda sobre o que eu faço, para que entenda melhor, gostando ou não, como traduzo os problemas que ele me paga para que resolva. Acompanhei o começo da pró-design PR e não fui além porque não pude investir nem o tempo, muito menos o dinheiro, nela. Todo mundo que me diz que “publicidade manipula as pessoas né? não gosto… mas a profissão é bacana, muito glamur né não?” e “ah, design… voce faz site, né?”, depois de alguns minutos, acaba sabendo outras coisas e perdem essa “noção comum”, sem pitis ou mimimis, em português brasileiro quando escrito, e sem frufrus quando dito.
também não estou aqui pra mau agouro. Quero ver se a “turma do barraco” de hoje vem continuar o assunto amanhã :)…
“Se o problema for portfólio ou contato, tá no link do meu nome ;)” — Parei de ler por aqui e me recuso a ler qualquer outra opinião sua.
a gente tenta, a interpretação não deixa. Seguimos como estamos, tbm volto pra minha labuta de salvar o mundo. Obrigado por ter lido ao menos alguma parte, já sei q não foi em vão ;)
Se uma pessoa dá calote na telefônica, cortam a linha dessa pessoa. Simples.
Se uma empresa não honra com suas dívidas perante uma outra empresa, processo neles! Simples.
Se uma agência não receber seus honorários milionários, a entidade que a protege vai apoiá-la em processo juridico. Simples.
Se um designer toma um calote… hã… bem… ele põe pelo menos o job no site dele?
ENTIDADE. AGAIN and AGAIN. Como um maldito papagaio.
Jonas, esse é um dos pontos [a concorrencia / competitividade] que ninguém quer discutir, voltamos a questão do ego. Preferem a afofagem de ovos nos carbonmade´s e devianart´s da vida [ou até aqui, porque não?] do que falar sério sobre o assunto. Essa mesma turma que se acha fodona e independente é a que não larga dessa vida de taxi-e-pizza… voce ama o que faz? então vai fazer o que você ama e pára de chorar. E enfie na cabeça: antes de fazer UM trabalho decente para um grande cliente, enfrente mil trampos com clientes pequenos e médios. Assim um grande cliente será “seu pra sempre”, e não por uma raridade que vai enfeitar portfólio pelo resto da vida.
veja se “completo direito” o seu raciocinio: a entidade sobe o nível de tudo: dos profissionais, dos clientes, do mercado. Só não enxerga isso quem não quer. É óbvio que não vai acabar com a raça dos empresários ruins, muito menos dos micreiros, diplomados ou não. Mas vai valorizar quem realmente se valoriza. Vamos “fazer história” todo santo dia, e bom design [boa propaganda, marketing coerente, branding de verdade, etc etc] deixará [deixarão] de ser exceção [exceções]. O segundo passo, nos “cursos e faculdades”…
Só pra trazer um pensamento sobre o comentário da comparação sobre o jogador de futebol e o administrador. Quando o jogador de futebol faz tudo certo ele é amado, é valorizado etc. Quando o administrador faz tudo certo, a empresa cresce etc ele tem sucesso. A diferença é que o designer mesmo fazendo o que é certo, aplicando seu conhecimento adquirido pela experiência ou estudo o reconhecimento, valorização, melhores condições de trabalho custam a acontecer. Você designer fez tudo certo, pesquisou e criou, mas o cliente não gostou apenas pelo gosto particular dele, e daí? Já era.
É preciso união sim, mas também podemos começar a nos impor dizendo NÃO, como já foi dito aqui. Cada um fazer sua parte, entender os mecanismos que definem os valores da cada trabalho, não aceitar ser uma mero cara do computador. Querer ser tratado como um verdadeiro profissional. Tem o lado contrário que vai sempre dizer que não liga pra nada disso porque tem sua grana garantida, tem os “designers” que continuarão fazendo seus “trabalhos de qualquer maneira”, mas um mercado/cliente consciente do verdadeiro valor e importância de um design/designer profissional fará aos poucos sua própria seleção natural, onde quem quiser continuar atuando terá que estuda, se aprimorar.
nossa, mas designeres é uma tribo só de cacifes hein?
Que tal esquecer tudo que é diferente em nossas opiniões e pensar o simples e básico?
Que tal batalhar primeiro por hora extra, salario justo e um sindicado que sirva pra algo antes de tentar mudar o modo de visão do mundo sobre o que fazemos?
é simples vai, só pararem de colocar a carroça na frente do boi.
Olha ai algo que todo mundo concorda, a hora extra, começamos por ela e dai pra frente fica facil ( talvez eu fique rico antes de ficar facil)
não vou postar portifólio agora, fiquei com vergonha de ter um carbonmade.
E isso aqui http://www.adg.org.br/ não seria uma entidade já criada para tentar fazer algo?
Até onde eu sei, a ADG impóe uma restrição chamada formação.
Tem freelancers mega-talentosos e até donos de agencias de design que não tem formação.
Antes de alguém gritar com o ar das entranhas “MICREIROS!”, lembre-se que o próprio autor do post citou que não possui formação superior em design.
Pode-se criar uma nova. Deve-se criar uma nova.
Com certeza se as existes fossem eficientes, não teríamos todos os companheiros do network reclamando (e muitas vezes com razão) sobre as precárias condições.
Tem que ter cuidado ao formar estas entidades, porque tem muito designer/DA/DC que são puxa-saco de patrão, que tem rabo preso e vão está no meio só para atrapalhar. Não há muito diferença entre designers e garis, já que os dois não sabem a importância e força que tem. Os designers assim como os garis não sabem se organizar e fazer uma greve geral, queria ver se não seriam valorizados da forma que deveriam realmente ser.
Garanto que se fizer uma greve de verdade, as coisas seriam diferentes. Se não me engano, os garis na Italia fizeram uma greve que causou uma desgraça monumental por lá.
a não, o Boris Casoy tirou a gente tmb e eu nem fiquei sabendo?
Além do lance da greve (que deve acontecer somente em ultima instancia e se a causa é justa e nada foi negociado), existem muitas coisas importantes em que os designers poderiam ser auxiliados.
Vamos sentar juntinhos em volta de uma fogueira e ouvir algumas histórias normais E alternativas de um universo paralelo:
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ERA UMA VEZ 1
Antonio está preocupado. Entregou toda as alterações solicitadas pela agencia e pelo cliente. Emitiu sua nota. O prazo de vencimento está chegando. Antonio foi profissional, entregou tudo nos prazos que prometeu. Será que honrarão com a parte deles? Pois as contas existem para Antônio. E elas não querem saber se o cliente da agência está de bom humor e benevolente.
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UNIVERSO PARALELO 1:
O prazo do vencimento está chegando. Antônio está tranquilo, pois uma clausula de seu contrato, um modelo criado para os associados da “ENTIDADE” avisou em bom portugues que se a agencia entregar um só dia, uma multa inevitavel cairá em seu colo. E todas as Associações de Propaganda com quem essa agencia é associada a avisaram no Edital número X: ENTIDAE E DESIGNERS DIVULGA SEUS NOVOS TERMOS CONTRATUAIS.
Ou seja: atrasou tomou.
ERA UMA VEZ 2:
Jaqueline Malvada é Gerente de Projetos de uma agência FDP. O projeto deu um monte de merda, o cliente está PUTO, sobrou uma merreca de verba disponível, a gordura de lucro da agência está intocável. O que fazer? Chamar um freela talentoso, passar toda a dor de cabeça pra ele e pagar uma merequinha menor ainda que a merreca disponível (lembrando que o lucro é imaculado, nenhum centavo dele poderá ser prejudicado). Ela chama um desginer bom. Por ser bom não apenas em seu trabalho, mas tambpem em sua ética, ele diz NÃO. Vamos chamar um outro então, tão bom quanto, mas que esteja precisando de grana. O outro tão bom quanto, ou até melhor (se é que existe um criterio que defina isso) acaba aceitando. Os 2 designers ate se conhecem, mas nao trocam muitas ideias. Um deles acabou de cair numa puta roubada. E a agência está mais aliviada. Alguém vai se foder, e não é o lucro imaculado!
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UNIVERSO PARALELO 2:
A agência nao tem alternativa. Ou chama um carniceiro tosco mercenário, ou chama um designer da maldita (URGH!) ENTIDADE. Merda – pensam eles – vamos ter que mexer no bolso. Não tem escapatória…
Quantos receberam um cartão de homenagem? viram um anúncio especial? foram parabenizados pelos atendimentos ou patrões? Ninguém lembra. Isso realmente importa também? O legal mesmo seria ser reconhecido e valorizado profissionalmente. Temos que nos valorizar em primeiro lugar. Obs. (Porque meu outro comentário ainda não foi liberado)
Caro Ezequianas: assim como um aniversário, o dia de qualquer profissional deve ter mais um objetivo de reflexão e possíveis mudanças do que uma festa, congratulações, demonstrações de amor e etc.
Na minha opiniao, portanto, se acontecer, é bônus.
Se não, continua a reflexão do mesmo jeito.
ERA UMA VEZ 3:
Neste episódio especial, temos um grande elemento: a CONCORRENCIA.
Uma grande multinacional chega com a proposta: Se matem para nós. Criem o mais belo layout para nosso site / anuncio / sei-la-oque. O vencedor vai ganhar alguma graninha. Ou nem isso. Dá um produtinho de merda pra ele. Vai gritar mesmo como louco ao saber que vai para seu portfolio…
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Os designers riem entre si e notificam a multinacional de uma triste noticia: ele terá que definir um numero limitado de concorrentes. O vencedor levara o valor completo do job. E a mais triste de todas: todos que nao forem aprovados mais participaram TERAO UMA PORCENTAGEM ESSE VALOR, POIS ELES TRABALHARAM, ORAS!!!
Olha dentro do contexto do “ERA UMA VEZ 3″ tudo isso faz sentido. Já aconteceu comigo uma história em termos de prospecção. É comum agências entrarem em processo de prospecção e ter que apresentar algo para o cliente, seja lá campanha, nova ID visual etc, o que acontece em alguns casos é que a agência tem muito interesse no indivíduo e por fim sua equipe fulltime está lotada e aí pede para o atendimento ligar para o freelancer. Cabe ao atendimento informar sobre o briefing e tal, depois com todo aquele charminho ele diz que pelo fato de ser prospect e a agência tá lá no “RISCO” o designer será pago se o cliente fechar com a agência.
ELES FALAM ISSO DE BRINCADEIRA NÉ FOI SÓ UMA TIRADINHA!
PIOR QUE NÃO NÃO É AMIGOS.
Resumindo, você aceita o trabalho e se fode 10, 20 ou até 30 horas do seu tempo para talvez sei lá um dia ser pago? Claro que o cliente tem que fechar com a agência se não meu irmão já mé não é?
Portanto a criação de uma entidade digamos que nos “proteja” destas situações será muito bem vinda e QUE também eliminará os famosos “PROSTITUTOS” da nossa indústria tornando a concorrência algo com mais seriedade e honesta para quem trabalha duro e tem contas e família para sustentar no final do mês.
Bom, quero deixar claro que isso não acontece em todas as agências ou estúdios, mas o fato é que acontece.
Jonas, numa boa… Me chupe.
Olha só o Jonas virou simbolo sexual… Já é tara de algumas pessoas.
Desculpe, Failfuck. Mas essa proposta precisa ser analisada.
Você é Homem ou Mulher?
Caso seja homem, sinto desapontá-lo, respeito quem curte, mas eu não gosto de fornicar com seres humanos do mesmo sexo.
Se for mulher, sinto desapontá-la, eu sou um homem comprometido com minha namorada.
Então Failfuck, de qualquer maneira, sua proposta é um #FAIL
Asim como seu “nome.” :)
Isso aqui não é um fórum pra anônimos ficarem trocando elogios. Discuta o assunto em questão e ignore o que não interessa.
Foi ele que me provocou, tio!
[...] e buscas de pessoas que replicaram e criaram os artigos que ao meu ver é uma forma correta. – Artigo do Nelson Balaban no IdeaFixa.- Divulgação do Armando Fontes no dG.- Lista do Bit.ly que mostra quem replicou a tuitada do [...]
Ilustrador não é designer!
Okay, okay, então volta lá pro buteco pra desenhar em guardanapo engordurado com seus amigos.
Ilustrador não é designer mas a ilustração serve o design (assim como a publicidade), e tenho certeza que qualquer ilustrador, relevante ou não, já tenha enfrentado os problemas que foram citados aqui no post e nos comentários.
Que bela discussão… tem muita gente levantando pontos interessantes. Perdi o dia inteiro ontem aqui, hoje preciso mesmo render alguma coisa. Mais tarde eu volto. Valeu galera :)
Voltei só pra dizer que fiquei feliz por toda a discussão ter tomado um caminho, que possivelmente vai nos render bons frutos.
Jonas, mesmo sem portfolio, eu gosto de você. Não muito, mas gosto.
Isso não é recíproco. Você é um inimigo.
Só estarei satisfeito depois de te dar um coro no Street Fighter, sendo um dos Rounds de PERFECT.
Abandonem os egos e se organizem, é isso que falta.
Abandone sua idiotice e leia um livro, é isso que falta.
E viva a discordância! Não fosse ela este tópico teria uns 30 posts dizendo o mesmo de sempre.
Achei muito boa a discussão, só o que me preocupa é o que foi dito sobre formação acadêmica. Não acho que a Profissionalização de uma profissão passe pela anarquia acadêmica.
Sim temos faculdades precárias, sim temos dificuldades de arcar com os custos de um ensino de qualidade mas acho que é contra isso que devemos lutar e não simplesmente abandonar as Faculdades e partir pro estudo por conta própria.
Esse é o caminho para não sermos tratados como profissionais sérios e sermos diminuídos na frente dos diretores de marketing e tudo mais.
Se quisermos mesmo transformar o mundo, não o faremos sem educação.
Mirem-se mais seus grandes mestres e doutores, em pessoas que estudaram a vida toda, desenvolveram teses e fizeram a sua profissão ser respeitada e menos em CEOs de multinacionais que sim, no fundo no fundo, so querem multiplicar seus lucros e aparecer na capa da TIME.
Se eu mirar no meu mestre vai ser para dar um TIRO de calibre 12 no saco dele.
Todo mundo já sabe que A FACULDADE É UM PLUS ACADÊMICO, mas isso não interfere em nada os resultados que o profissional pode alcançar. Em NADA.
Próximo.
A alegria acabou.
O pessoal enjoou.
O debate morreu.
Voltemos então daqui há um ano com as mesmas reclamações de sempre.
Abraços!
Amigo, o post não é seu, e você nem é designer. Mais desapego, por favor. Você já causou o suficiente aqui no post, bagunçou e tentou organizar. Ficou falando sozinho. O papo já acabou, já estou me mexendo por aqui, não quer dizer que temos que ficar batendo boca. O post em si era pra despertar o pensamento na cabeça das pessoas, então consegui alcançar o objetivo. A vida continua e ano que vem tem mais post.
Se alguém precisar de ajuda para dominar o mundo é só avisar.
ás vezes os designers hoje se comportam como as celebridades da TV. querem fama e pronto.
Como assim perdi essa discussão?. hahahaha. Ótimas provocações Jonas! nessa profissão em especial corremos o risco de ficar muito egocêntricos, vaidosos e alienados.
Pretendia até continuar, mas rolou um:
“A bola é MINHA! Não brinco mais!”
Aí acabou.
LEIAM O ÓTIMO LIVRO: >>>>>COMO SER UM DESIGNER GRÁFICO SEM VENDER SUA ALMA<<<<< Editora Senac
LEIAM O LIVRO: >>>>>UNIVERSO EM DESENCANTO<<<<< and you gonna know the truth
Enfim, acho que se alguém se interessar a voltar a esse post velho (pq nesse mundo a informação fica obsoleta muito rápido) queria questionar esse ponto sobre a universidade.
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70% da minha formação profissional foi graças a Universidade (reclamei/briguei e me envolvi muito nesse período) e alguns professores e colegas lá de dentro, a qualidade de ensino é precária mas somente abandonar o ensino formal não vai dar diretrizes profissionalizantes para todos.
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Afinal essa entidade se propõe a formar alguns pensadores
não sei como é o lugar onde vcs trabalham ou ja trabalharam pra achar que banco de horas é admiravel… banco de horas é um assalto ao trabalhador, qualquer advogado trabalhista pode confirmar isso. Claro que pior é não ter… mas fazer vc passar mais de 8 horas trabalhando sem te pagar hora extra não é certo. o que fazem pra amenizar é usar o tal do banco de horas, então vc trabalha 15 horas por dia, e ganha por isso algumas horas? desculpa, não vejo nada de admiravel nisso, vc perdeu todo seu dia e noite, se desgastou mais do que devia, não viu seu namorado, sua família, viveu um dia inteiro pro seu chefe… e ganha horas!!!??? ninguem vai te dar as horas de vida que vc perdeu ali… um banco de horas não justifica vc sair 2h da madruga do trabalho… acho que é se contentar com muito pouco