
O lance agora é ser famoso e descolado. Portfolio bom pra quê? rs
Hahahahahahaha.
são tantas inspirações conhecidas no texto rs…muito bom. bjo
peraí, fala devagar pra eu anotar: tênis xadrez, blonde redhead…
Dado, você tinha colocado um trecho de “Psycho Killer” antes, mas mudou pra ficar mais cool. Olha o paradoxo!hahahah.
“Cansei de ver gente que esbanja “design” por todos os poros e todas as sílabas, que é o próprio agente do “cool”, mas que tem portfólios sofríveis, quando não horríveis. Outras vezes são trabalhos bons, mas tão superficiais e sem alma, que acabam sendo nulos”
Home run…
Vou ter de concordar com cada linha do que escreveu. O James esta cheio de futuros novos talentos haha.
Cabelo curto (muitas vezes colorido), lápis de olho, tatuagem “NEW SCHOOL” super-colorida, converse/asics/adidas/nike dunks, calça verde/amarela/rosa super-apertada com cinto de pregas, e pra completar, MOCHILA DA UFPR escrito: DESIGN (com um compasso formando a letra D) :D
oi mãe, eu sou hype, nem preciso trabalhar, conheço todo mundo, me pagam para aparecer nas festinhas cool de design e ficar bebado para todos se divertirem!
Já ouvi coisas do tipo: “QUe raio de estudante/profissional de Design é vc que não tem AllStar?”
Prefiro me preparar e fazer bons trabalhos.
Ótimo texto Dado
E complementaria esse texto com uma citação de um truta ai:
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“Somos atores que vestiram a carapuça e se confudiram com seus personagens; auto-sabotagem
Esmagamos a nós mesmos com nossa auto-imagem
A tal da ego-esclerose como diria o professor Hermógenes
Mas veja bem, não tô aqui numa de inquisidor pois como se diz: “Hoje pavão, amanhã espanador”
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ego-esclerose amigo.
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Cada um veste o que quer, faz o trabalho que pode, e tem o reconhecimento que merece. Quem somos nós para julgar o caminho que o outro escolheu. Acho que esse post é que é nulo, e ele é que discute um tema superficial. Todo mundo pode fazer design, com a roupa que achar melhor. Muita gente que se veste de designer não tem instrução profissional nem um portifólio consistente. Muita gente que não se veste de designer não tem instrução profissional nem um portifólio consistente.
Sergio, acho que o lance não é só roupa. O Dado citou UM dos exemplos de ridicularização da profissão designer, ou a popularização da mesma. A consequência é essa.. é como se fosse uma subcultura, que dita costumes (roupas, lugares, objetos, acessórios, gírias, linguagem, comportamento, etc), sem ter compromisso com o que realmente importa. Muita gente usa o título de designer pra se sentir bem com a própria consciência em vestir roupas ridículas, como se isso desse alvará de “diferentão da galera”. E a qualidade do trabalho em si, fica pra trás.
Falar “cada um faz o que quer, veste o que quer…” sim é que é nulo.
Concordo com o Sérgio, com excessão de que a parte em que o post é nulo e que discute um tema superficial. Toda discussão é válida, na minha opinião. Mas ambos, Sérgio e o Dado, estão certos nas suas opiniões. Na verdade eles até concordam…
Eu mesmo comecei escrevendo concordando com esse comentário e discordando do post. Mas então reli e vi que estava pra comenter o mesmo erro que a maioria cometeu ao comentar. Explico, mas antes é preciso dizer algumas outras coisas:
Qualquer tipo de crítica em relação preocupação exacerbada que as pessoas têm com a auto-imagem pra mim soa no mínimo estranho. Pq TODO MUNDO têm essa preocupação. Mesmo que ela seja passa uma “falta de preocupação”.
Todo mundo sabe e concorda que o jeito que as pessoas se vestem é uma das formas de se comunicar. Mais do que isso é uma AFIRMAÇÃO. Seja concordando ou não com a maioria. Mesmo que essa afirmação sejo só pra te fazer sentir como parte de um grupo. Ninguém me convence que os “grunges” eram menos preocupados com a forma de se vestir do que são as “it girls”. Que “skatistas” sejam desencanados e os “fashionistas” não. Mesmo que sua “encanação” seja: “JAMAIS USAREI TENIS COLORIDO” ou ‘SO VOU USAR CAMISETA E TENIS. Não vejo diferença nessa afirmação do que: “HOJE SO VOU SEGUIR A MODA”. Ambos têm pra mim o mesmo grau de preocupação exagerada em relação ao que vestem…
No entanto as pessoas cometem o erro comum em criticar a moda qdo na verdade deveriam criticar a atitude de quem veste a moda. Exitem pessoas superficiais, arrogantes, nulas independente do que vestem e de sua preocupação com isso.
Agora vem a parte onde explico q maioria errou: ao ler um post como esse é na hora a gente imagina alguém com o visual chamado da “moda”. Pq imagina que só alguém com na “montaria” (ai vem um termo de moda) poderia ser encaixado nesse perfil. Mas em nenhum momento o Dado afirmou que estilo, que moda ele criticava.Se li direito na real ele não criticou NENHUM estilo em especifico. Mas sim (e ai ele acertou) criticou uma atitude de quem veste a moda. Se ele pensava ao escrever o pont em algum estilo específico não sei. Espero que não. O engraçado é notar como todos os “comentaristas” pressuporam qual era e começaram a “caça às bruxas”, tentando apontar qual era o estilo de quem é superficial. Com isso acabaram apenas mostrando próprio preconceito com o que as pessoas vestem.
Influenciado pelos comentários eu mesmo já vinha com armas em punhos para complementar o comentário acima. Criticando e o Dado tinha apontado o “estilo designer” (como Sérgio chamou) . Mas isso nunca aconteceu, logo o seu comentárip, Sérgio, só reforça o último parágrafo do Dado :)
Eu acho importante cada um gostar do que gosta, sem se preocupar com o que os “outros” vão pensar, sendo ridiculo, social, fashion, skatista e ate mesmo modinha surfistinha que combina bem com aba-reta e não tem nada haver com surf. Alias, Girardi, acabei de comprar um sapato! Abraços! =)
Acho que tá havendo uma confusão por aqui. Não entendi o post como uma crítica a quem se preocupa com a auto-imagem. Entendi como uma crítica a pessoas que se preocupma MAIS com a auto-imagem do que com o próprio trabalho. E sendo esse o ponto chave acho que não tem como discordar do post.
Pois é. Concordo com a Janara… desviaram-se do assunto.
Bom post, mas não sei se é motivo para tanta discussão.
Na minha inútil opinião, acredito que > Se os designers se vestem descolados, ultra-fashions, pós-modernos e de Vans, isso é culpa maior da exigência estética que a criatura tem consigo mesmo do que qualquer outra coisa. Talvez devido ao seu contato diário com a arte, com as referências mais lindas do universo e com os ffffounds da vida. Não vejo isso como uma tentativa de se posicionar como designer, algo do tipo “cartão-vivo-de-visitas”, mas mesmo não intencional, acaba acontecendo.
Por outro lado, essa rasgação de seda entre profissionais é comum num universo que conspira a favor disso. Flickrs, twitters e afins parecem ter sido desenhados para que as pessoas se conectem, se agradem e se divirtam falando mal um dos outros. Ou alimentem suas carências, formando rede de amigos de um único post.
E se for pra esse lado “descolado de seda rasgada”, hora bolas, então teremos várias categorias: Super-atualizado-f5 com selo de qualidade “ISO bom design”, Tênis-Brega e Design Medíocre, Vestido-como-mendigo e Designer de relevância, Ultra-fashion com conceito, Proprietário de Iphone – amante de triangulos e com conteúdo e por aí vai.
Ou seja: O orifício não tem haver com as calças.
Concordo que o interesse pela profundidade é essencial. Comer livros, viver a vida intensamente e com o olho da percepção sempre aberto, ser obstinado pelo que faz. Mas acho que uma coisa não anula a outra. Ou então essa discussão deveria ser levada para outros patamares. Afinal de contas, se quero ser um bom profissional, olhar pro trabalho feito e ficar eternamente insatisfeito com o resultado, porém com relevância, seria melhor eu fazer um Conversa de Bar Metida a Besta IV – Duetos: O Playstation é assassino do meu interesse pelo design?
Penso que o ideal é deixar o texto falar por si, mas talvez esse seja um caso para esclarecimentos. O primeiro deles é sobre o objeto da discussão. Roupas são apenas um de tantos códigos da auto-expressão. Quando me refiro a um “conjunto de condutas”, faço alusão a muito mais: talvez a tal “atitude” de que falou o Girardi. Ponto nº 2: não é questão de reprovar a atenção à auto-imagem, mas sim (e aqui remeto ao comentário da Janara), de questionar se essa atenção não deve ser menor do que aquela dada ao trabalho executado pelo profissional.
Porque questionar isso? Por que ser e parecer são coisas muito distintas e, num mundo onde a manipulação das percepções está tão difundida e alcançável, tem muita gente procurando um caminho mais curto e tentando ser algo através da imagem, através de parecer esse algo, sem realmente sê-lo. É meio viagem isso, e honestamente não sei explicar mais objetivamente, mas acho que faz sentido. Infelizmente acabei expondo essas reflexões de forma mais inflamada e inevitavelmente generalista, e isso pode ter confundido algumas pessoas.
Concordo com o Girardi que ter uma não preocupação consciente com roupas ou o que quer que seja, é o mesmo que se preocupar, pois é uma forma de dar atenção e se posicionar frente ao assunto, como qualquer outra. O que acontece é que há graus e graus de preocupação. E há também outras coisas às quais se deve dar mais ou menos atenção (a famosa escala de prioridades). Como é a sua? É claro que me preocupo com a minha aparência (muito embora indícios fortes possam indicar o contrário hehehe), até porque meu trabalho e por extensão, pelo tanto que sou comprometido a ele, a minha vida, é essencialmente visual. E isso não poderia deixar de se manifestar em algo tão presente. Mas, pelo menos no meu caso, há outras prioridades maiores. E minha crítica é a designers, artistas, blablabla, que invertem essas prioridades. Que se contentam em parecer serem extraordinários quando (será que sou maluco?!?) o que realmente deveria importar é o que você faz. A verdade. A essência, chame como quiser.
E, não custa lembrar, sou apenas um cara, com uma opinião. É um direito meu expressá-la (e um privilégio poder contar com um canal assim para fazê-lo), assim como é direito dos demais lê-la ou não, e, uma vez lendo, concordar, discordar, desprezar, ignorar, comentar etc. Estamos todos exercendo nossos direitos (em vez de estar trabalhando), não é legal isso?
(sou eu mesma, nao lembro minha senha e to em outro pc)
O negócio que eu tenho pensado sobre ultimamente é que não importa a sua “tribo” (detesto isso, mas pelo bem do entendimento, vá lá), o esquema é sempre o mesmo: imagem, imagem, imagem. O parecer, e não o ser, como se as pessoas acharem que você é algo fizesse de você esta tal coisa – o mesmo esquema do repetir uma mentira tantas vezes que ela acaba se tornando verdade.
Infelizmente sempre tem gente que acredita.
O negócio é que tem gente a quem falta discernimento pra ver o que é real e o que é de fantasia – e não estou dizendo que não sou assim, sou sim e a maioria das pessoas também é.
O que mais me irrita é os “descolados” ficarem aí competindo pra ver quem é mais estranho, mais colorido, mais bizarro e disputando pra aparecer em site de foto moderninho, em festas moderninhas e eventinhos e bares hypados, as mesmas caras sempre.
É engraçado, porque todo mundo fala mal da playboyzada/peruada que aparece em foto de site de balada e revista social, quando no fim das contas é EXATAMENTE A MESMA COISA. Com mais tatuagem e menos dinheiro. Playboy não lê, mas moderninho lê meio Kerouac e se acha coolzaço. Same shit.
Isso é coisa de adolescente, de gente de 14 anos, e me pergunto se não é mais um subproduto da infantilização generalizada do século XXI, mulheres de 35 anos com celular da Hello Kitty. Agora a moda é ter 21 anos e hordas de amiguinhos vestidos de mendigo e óculos de tia velha.
Honestamente to cansada. Tenho iPhone, já tive cabelo framboesa, tenho uma calça amarelo-limão e uma tatuagem “newschool coloridaça” e já passei da idade de querer impressionar famosinhos. E foda-se.
Ué, tava logado? Browser maluco.
Sou parceiro de formar um grupo de amigos de um post só: cerveja e churrasco, quem topa?
outra coisa, queria entender a necessidade de todo e qualquer assunto ser discutido e esmiuçado em todas as suas perspectivas, pra mim o titulo do posto ja diz tudo.
bohemia ou original?
Haha, incrível como as pessoas PRECISAM se auto-afirmar quando existe uma parte no texto que lhes toca, ou até mesmo nos comentários.
Heto, a resposta não era pra ter sido em relação ao seu comentário, e sim ao post… eu vou de Original!
“queria entender a necessidade de todo e qualquer assunto ser discutido e esmiuçado em todas as suas perspectivas”
procrastinar é o que há e a ilusão de uma discussão produtiva deixa a consciência tranquila.
ps. topo o churras, quem vai liberar a churrasqueira?
Nelson, auto-afirmaçao é so uma etapa na evolução né? como ja diria o guru Mahatma Xiita Gandhaji: me afirmo logo sou cinico.
eu vou de original tambem, A ideafixa como controladora da discussao poderia liberar a churrasqueira na Ideafixa Corp.
abs
Valeu pelo 2.0 do post, Dado. Exclareceu melhor e achei interessante sua colocação sobre manipulação das percepções. Talvez hoje com tantos estímulos, as pessoas se sentem sozinhas, com medo de não serem reconhecidas e sim, este é um artifício para tal. Errado. Quem sabe após os anos 50, 60, 70, 80, 90 e das releituras infinitas dos dias de hoje, não chegaremos na linguagem da verdade despreocupada, regada a linguiça no pão, farofa e cerveja.
“Tentar fazer o caminho inverso, simular um feeling através da construção premeditada de uma imagem; tentar criar um interior através do exterior” = ser humano
Dado, concordo muito! Não sei se é rabugisse, mas tenho exatamente o mesmo sentimento… antes eu via pouco isso… agora parece que virou moda ser assim… querem parecer ser… não ser realmente…. “Esses eruditos passaram tanto tempo lendo idéias dos outros que não tiveram tempo de pensar com as próprias” Schopenhauer. Belo post. abs.
Esse cara aí da foto deve ter uns trampos muito bons!