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Por: Matias
16/02/2011



Os primeiros remixes surgiram na Jamaica, na época do ska e do rocksteady, quando os proto-DJs da rádio faziam novos mixes de música para agradar seus ouvintes. Agora o termo se aplica a novas experiências e subversões, como a nova travessura do amigo da casa Fritz von Runte, Bowie 2001: A Space Oddity.

Fritz, que já remixou a Lily Allen e deu razão aos que diziam que os Beatles eram do mal, desta vez remixou música e cinema. Explicando: não é um simples álbum de remixes, e sim uma nova trilha para 2001: Uma odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick.

Então não só temos um novo olhar sobre as músicas do David Bowie, mas também um novo olhar sobre 2001. Ouça a música e veja o filme (ou faça as duas coisas juntas) em bowie2001.com.

Por: Matias
14/03/2010


Essa imagem anda circulando faz tempo pelos twitters e tumblrs da vida, e achei excelente. O autor/a conseguiu plasmar em pessoas comuns as características dos sites. Uma Wikipedia nerd, um Twitter falante, uma Deviantart meio otaku.
É um exemplo ótimo de como um personagem não precisa ser óbvio. Como o Dahmer pediu, “Atenção, publicitários sem noção. Mascotinho é coisa dos anos 80, parem de botar bracinho e perninha em tijolos, feijões e seringas.”
O que me lembrou a seguinte atrocidade, uma materialização desta cretinice denunciada pelo Piores Briefings do Mundo:

Tipos, né?
A propósito: não encontrei o autor/a da ilustração dos sites. Se alguém souber, avise, que deve ter mais coisa boa de onde veio esse.
É autora, confira aqui no DeviantArt da elontirien. Dica do colega Gunnar.

Por: Matias
03/01/2010



Consumismo parece ser o assunto preferido de Brian Ulrich, fotógrafo de Chicago, autor dessa série sobre shopping centers abandonados. Esse ensaio saiu aqui, junto com uma entrevista, ótima para quem gosta dos pormenores do trabalho de fotógrafos, como eu. No seu site há outros trabalhos sobre assuntos similares.

Por: Matias
20/12/2009

Calma, não vou falar da Bonnie Tyler; isso é para uma edição “Cafona” da IdeaFixa. Vou falar sobre o vídeo acima, que é uma versão literal de Total Eclipse of the Heart, onde a letra fala exatamente o que acontece no clipe. Pode parecer chato, mas algumas tentativas ficam hilárias, como essa aí em cima.
O conceito dos “literal videos” começou com o produtor (de vídeo, música etc) Dustin McLean, também conhecido como Dusto McNeat. Depois, outros desocupados mais gente criativa fez os seus (veja mais no resto do post, no YouTube, e no site do Dusto).
O melhor dos vídeos é que eles tiram sarro um pouco do músico, outro pouco da canção e muito do diretor do clipe. Tentativas de metáforas visuais são esculhambadas sem dó, a pobreza de ideias fica evidente, clichês são evidenciados, falta ou excesso de orçamento viram falhas.
Se algum dia eu dirigir um clipe (provavelmente jamais), pensarei em como seria sua versão literal. E tirar sarro de si mesmo pode ser um bom teste de qualidade para outras áreas: que defeitos vão encontrar no meu trabalho? Do quê vão rir? Melhor ser previnido.
Leia mais…

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