
texto originalmente publicado no Filosofia do Design e no Design Simples | ilustrações de Guilherme Henrique
Cada vez mais tenho a impressão de que a ideia de inteligência coletiva de Pierre Lévy é um equívoco demasiado ingênuo. Quanto mais as pessoas têm voz, menos elas têm o que dizer. De dia, gritamos contra o mundo; de noite, celebramos este mesmo mundo – sob o paradoxo de que não escapamos de uma visão de mundo particular que, por sua vez, também pertence ao mundo. Conheço muitos jovens designers extremamente talentosos, virtuosos em técnica e pensamento, mas que se sentem vazios, desprovidos de sentido, com o vício da ociosidade (procrastinação). E eu me incluo entre eles. Leia mais…











