Conferir um pouco do trabalho e da história dos grandes designers é uma atividade altamente rentável. Através deste site, que fala da criação de grandes marcas você conhecerá ou irá rever esta rapaziada. Vale o clique.
Posts de Juliano Domingues

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http://www.julianodomingues.com.br
Curitibano, Designer Gráfico, Ilustrator, baterista e entusiasta da causa tecnonista. Uma criança Feliz.

Se você estiver passando por Curitiba neste final de semana, não deixe de aproveitar o evento “do seu jeito” promovido pela loja Lamb. Boa música, cerveja, quitutes, além das Galochas e camisetas personlizadas na hora por artistas convidados. Exclusividade não tem preço minha gente! hahahaha. Prometo fazer umas camisetas bonitonas ; ) .
“Design sem respeito-próprio é prostituição.
Somente quando nossos profissionais
desenvolverem suas próprias convicções,
poderão conceber uma nova e verdadeira
linguagem gráfica.”
O texto saiu de um poster que meu amigo Tyler trouxe pra mim da Thailândia. Lá o design gráfico ferve e segundo ele mais até que a China. Autoria do Behaviour Group que ele visitou.


Para mim este link foi um passeio interessante. Capas de livro geralmente sintetizam (ou pelo menos tentam sintetizar) seu conteúdo. No link, trabalhos de diferentes épocas. Vai lá! \o/.
Via CTT.
A rapaziada do Banzai Studio de Curitiba, lançou dias atrás em parceria com a marca öus o curta-metragem 25 de agosto. Me chamou a atenção a maneira como transmitiram as singularidades de Curitiba nos detalhes e o apuro cinematográfico que deixa muita produtora high-end, high-business no chinelo.
Além do cinema os Banzais mandam ver em ilustra, design e música.
Nem tudo são rosas neste mundo creativo né minha gente? Taí um divertido vídeo que dramatiza a jornada que muitas vezes um projeto se torna. Chega uma hora que o camarada nem opina mais se está ruim ou está bom. Bom filme =D!

Todo mundo conhece o trabalho do Banksy. Mas talvez esta seja a primeira vez que ele mostra as caras, aparentando nenhuma resistência e mostrando-se simpático. Para não haver demais controvérsias insisto no “talvez” porque realmente vai saber se é o homem. Se você tinha curiosidade em saber quem ele era, aí talvez o esteja. Confira a reportagem completa.
Via mailonsunday.co.uk.

E foi liberado. O curta. O curta que rodou em 2006. O autor é Denis Kamioka. O Cisma. Puro.deleite.visual.poético.com.br. Viva o fuckin.brazilian.japa.style.
Um dos Melhores sites que já avistei nas minhas navegadas sobre o tema. Brand New trás excelente conteúdo e comparativos interessantes de projetos de re.design e marcas contemporâneas. Vale o clique.

O cara é meu brother de carteirinha. E tem uma mão feroz em seus designs. Além de tudo é mestre credenciado pela Adobe!!! Fiquei muito feliz em ver seu mais novo trampo na edição #11 da Ideafixa. Confiram lá! Tem muita gente boa também. E pra quem quer conhecer um pouco mais acesse aí o Bellones.com.

Numa Googlelizada básica, achei esta pérola. Maravilhosos cartazes de filmes. As imagens têm um bom tamanho
. No site você também encontra outros estilos. Eu particularmente adoro essa linha Blaxploitation!

Músicas típicas do Equador, objetos inúteis, cópias baratas de designs, Super-heróis nada confiantes e alimentos de qualidade duvidosa. O site The UnCoolHunter é uma fonte inesgotável de tudo o que anti-descolado e que não está na moda. No mínimo garantia boas risadas. Mas será que o contra-gosto não serve também também como inspiração?
O selo nova-iorquino Ghostly International e o canal de desenhos adulto [ Adult Swim ] juntaram-se para lançar um album on-line. Chamado de ghostly swim, as músicas são inspiradas nos desenhos do canal.
Bom gosto que vai do Hip-hop experimental de Dabrye, passando por minimal tecno, rock e o ambient do Tycho.
A boa notícia: GRÁTIS!
Acredito que muitos dos que navegam por estas bandas são designers ou entusiastas e simpatizantes da causa. E destes muitos sabem que não devemos beber apenas da fonte do design para produzir nossos desenhos. É óbvio: Assim o trabalho se torna referencia da referência, cópia da cópia (por mais que não seja uma mera chupadinha) e assim por diante.
Hoje é fácil cairmos nas tendências, nas cores e nas formas da moda. Isso não é ruim! Maravilhosos projetos são finalizados todos os dias ao redor do mundo, alguns dentro da tendência, outros nem tanto… E por aí vai.
Pois bem. Cabe a nós consumir e passar essa conversa pra frente: Além das boas referencias de design, consumir a arte, os filmes, conversar com pessoas das mais variadas origens (pobre, milionário, podre de rico, paraguaio, índio, norueguês, flanelinha), degustar comidas exóticas, sentar no corredor do ônibus (de vez em quando), ir pra oktoberfest, dançar música tcheca, levar a mãe no feirão da moda, enfim: abrir o coraçãozinho e receber absolutamente tudo nessa vida como referência para a boa venturança da nossa existência e da nossa profissão.
Parece óbvia essa conversa. Mas percebo que cada vez mais os jovens designers e estudantes buscam conhecer só trabalhos de design. Não passam da superfície, enxergam só o que que emerge de um lago que é muito mais profundo. É preciso compreender que um “puta trabalho” de design trás consigo muito além do que podemos enchergar.
Ufa hein? Me desembestei em escrever hoje. Para os que aguentaram ler até aqui vai um post bacana. Bezembinder é um blog holandês que nos trás arte de tirar o folego. Comteporânea da pesada.














