Segue um exemplo, e como todo mundo está cansado de ver portfolios e trabalhos de design, o exemplo é o trabalho da Beth Cavener, lindo por sinal, e que tem formas perfeitas mas com aquela rebarba.


Cotoco é um hit.
Maldosa eu seria se postasse o cotoco aqui nos comentários e fodesse com seu post, hahaha.
Essa escultura é do maneirismo, é muito maneira
o design imita a arte, já dizia Ronilsson de Paula. haha
maneirissima, rotsha.
entendi…a aposta são dois veados se beijando… saquei!
Mas, tirando isso essa ideia do “maneirismo” acho que já está rolando algum tempo. Peças com fontes feitas a mão. Design com recortes, manchas, splashs de tinta, pinceladas irregulares. Acho que, talvez a estetica seja em ciclos, um rebatendo o outro. Em era de digital onde pode-se atingir a perfeição a onda é ser imperfeito, feito “a mão”. O que vem depois?
não ache que seja isso meu querido, acho que é o vetor irregular, não é a mancha, ou o papel recortado e colado, acho que é uma tentativa de deixar o plano acidentado, é como eu disse, não se trata dessa onda “grunge” que como disse você há acontece há algum tempo. é difícil explicar, vamos esperar pra ver :)
“acho”
viajei, entendi errado… ;)
ainda aposto no “gente com cabeça de bicho” bombando em 2010!
boa Pedro, haha
Adoro estas antecipações do “por vir”. E muito pertinentes as observações, Renan.
Splashes de tinta, ink drops, spray, simulação de graffiti. O Grunge já foi.
Não se trata de simular as imperfeições do real, mas sim ter trabalhos com detalhes inacabados, sketcheados, ver beleza onde há uma certa imperfeição.
Quanto às pessoas com cabeças de animais, acho que já deu tb (apesar de que meus trabalhos assim me trazem retorno ainda).
Seria +ou- isso, Renan?
Adorei o post.
poxa Daniel, leu meus pensamentos! isso mesmo, compartilhamos a mesma “visão”. (lisérgico esse comentário, aliás) abração
previsões para o futuro é coisa da mãe dinah.
e ate agora o mueller ta de pé ;)
foda demais as esculturas da beth!
você é pura maldade Lupita.