
Em Setembro, a banda Omega Code vai lançar seu primeiro video, dirigido pelo espanhol, Helio Vega, traduzindo a música Warmth em um conceito visual de primeira, incluindo CG, slow motion, HD e uma modelo linda e relativamente nua.

Muito bom o som.
Metal, me lembrei de ensembled band’s só que mais aprimorados…
Putz.. Esse promete! O som e o tratamento que esse grupo vem dando à deixam ótimas espectativas pra esse vídeo.
Já trinha visto o projeto mas nunca tinha ouvido o som. Muito boa a banda!! Parabéns Marcelo!!
Aguardo ansiosamente pelo clipe!!
o hype é massivo realmente. Falta definitivamente o principal: originalidade.
Só nao enxerga quem nao quer que Omega Code é copia descarada de Tool ao mais ínfimo detalhe.
Poster bonitos e hype nao fazem uma banda boa. A música faz, e neste departamento, como no design, voto na originalidade.
Respeito a opinião de tds só não entendo pq as pessoas que não gostam de alguma coisa tem que comentar algo (já que não é de seu interesse). Não é uma copia de Tool, vamos entender/estudar um pouco mais de música: existem estilos (exemplo Romantico ou Barroco), agora então vão querer falar que Beethoven copiava Mozart. A questão é que existem poucas bandas que adentram esse estilo, pois não é comercial e nem facil de se produzir.
Abs.
botando lenha na fogueira….
quem não gosta, não pode falar que não gosta? que mundo é este? AI5?
Não é não poder gostar, mas ultimamente vejo mto isso em comunidades de design em especial: criticos de plantão que não fazem uma critica mas querem convencer os outros a não gostarem simplismente pq a primeira vista e sem criterio algum não os apeteceu. Falo isso de modo geral (em varias areas) tanto que disse que respeito o fato dele não gostar.
Abs :)
*simpleees :P
E também tem sempre o outro lado, do deixa disso. Algumas vezes, considero que as pessoas acabam levando uma discussão mais a fundo do que ela realmente tenha se proposto incialmente, adorando gastar vocabulario.
Aqui não é a academia ou tese de mestrado, e se fosse tudo bem. discute a fundo quem quer, gosta quem estiver afim, critica quem não curte, e assim o mundo gira. Liberdade de expressão não necessariamente significa critica contudente baseada em argumentos sólidos e bem delineados.
“Liberdade de expressão não necessariamente significa critica contudente baseada em argumentos sólidos e bem delineados.”
Acho que quando se trata de um trabalho, ou quando a pessoa está prestes a julgar um trabalho, a liberdade de expressão deve caminhar junto com a coerência e o objetivo da conversa. Falar por falar, é bem fácil…
Cada um critica ou se expressa da maneira que lhe convém. O que não concordo é que em um espaço público de reflexão, os comentários tenham que ser necessariamente positivos ou construtivos. Quando uma obra se torna pública, espera-se que o autor esteja preparado a suportar as delicias e as maselas que a crítica pública carrega. Desprendimento.
E como se trata de uma conversa entre humanos, a livre-associação faz parte do enredo.
Sim, tudo muito lindo, todos livres e soltos, com os cabelos ao vento falando o que querem. Na prática isso não funciona. Tem que considerar os meses de trabalho e o esforço por trás para que então a obra, como você disse, pudesse se tornar pública. É foda elaborar um projeto e aí no final vem um zé ruela com a boca suja de uma dúzia de palavras vagas e sem objetivo. Detalhe que, uma coisa é se expressar, outra, é atacar.
Elise, faço das suas as minha palavras (um furto a la Picaso) – alguns argumentos são movidos somente pela emoção e razão é deixada a critério dos impertinentes, criteriosos,…
Pouco entendo sobre música, mas claro como a água “costumava ser”, o seu argumento mostra como é importante ir mais além na discussão e deve-se ter cautela no uso do argumento simplista, baseada somente em uma visão parcial de todo o contexto.
Legal ver crítica construtiva com argumento sensato.
Abraços.
Eis aqui um argumento sensato “E” movido pela emoção de ler essa dissertação pseudo-intelectualóide:
Algumas pessoas gostam de se mostrar superiores aos outros (na maioria das vezes só online) porque usam quotes de artistas famosos e fingem ser filosofos e compreender tudo e todos e de quebra o sentido da vida, quando na realidade
bastava ler e opinar diretamente sobe determinado assunto, ou então, remeter-se ao silencio.
Olha na verdade, desculpe se de certa forma lhe causei irritação marcos, não foi nem de longe minha tentativa, inferiorizar ninguém.
Mas tenho que concordar com você que ultimamente tenho mantido um linguajar e uns pensamentos bem pseud-intelectuais, e ainda me falta muito conhecimento pra sequer chegar a ser um. (oque não é meu intuítuo de qualquer forma)
Mas cara, achei que meu comentário era mais uma questão de elogiar a Elise por tentar aprofundar um pouco mais a discussão e tentar construir um diálogo dentro rede.
definitivamente gostaria de deixar bem claro, não tive a intenção de em nenhum momento me sobressair sobre ninguém e pra quem me conhece desde a universidade (que acredito não nos conhecermos ainda) sabe que nunca deixei nada com uma simples opnião,que as vezes (como quem sabe dessa vez) era o momento de eu só dizer se gostei ou não.
Mas relax bro, a vida é assim mesmo, cheio de gente que escreve difícil e complica a vida mais do que deveria, eu infelizmente vivo desse mal.
“A questão é que existem poucas bandas que adentram esse estilo, pois não é comercial e nem facil de se produzir.”
não acho. Existem MUITAS bandas desse estilo por aí (progressivo? experimental? rock moderno?), e muitas bandas BOAS. Só que não possuem a ferramente de divulgação que o Omega Code possui. No fim das contas, a publicidade conta mais que a qualidade do som em si – muito se fala da banda, mas pouco se ouviu de fato.
O que eu ouvi, particularmente não gostei. Achei pretensioso, como acho pretensiosas muitas bandas que surgem por aí.
Uma vez eu li uma frase do Trevor Dunn (baixista do Mr. Bungle e do Fantômas) que era mais ou menos assim: “ao fazer música, tenha em mente que: 5% vai amar, 5% vai odiar e os outros 90% não vão dar a mínima”. E é muito verdadeira.
O problema é que parece que é proibido não gostar da banda… que chovem pessoas defendendo uma suposta “ousadia”, “inovação” ou “originalidade”.
Uma pena. Tinha tudo pra ser bom.
Vou jogar minha ficha, se é que eu posso.
Não conheço bandas de metal progressivo que sejam realmente boas, a não ser as já conhecidas por todo mundo – não é esse o ponto? “Muita banda boa, pouca publicidade”? E olha que eu não sou músico, ou seja, tenho menos acesso a esse mercado como sendo simplesmente parte de um público. Não que ser músico te faz um especialista no assunto, isso sim é pretensão.
O Omega Code não se julga a banda mais original do mundo, e nem é. A posição sempre foi “pra quem gosta de Tool, APC, Mars Volta..”; Nunca “ouça nosso som, você nunca ouviu nada igual”. Nunca ninguém disse que foi. Nunca vi ninguém defendendo pela originalidade da banda. E aí mora a dúvida, será que é mesmo um “não gostei” honesto?
Divulgar um trabalho hoje é um ato de coragem, pois o que mais tem por aí é bunda-mole (talentoso ou não) escondendo o trabalho pra si com medo da vulnerabilidade que isso possa gerar. Divulgar o trabalho usando das mais diversas formas e meios não é crime, e sim uma faceta. Um truque. São vários os recursos e quem sabe manuseá-los da melhor forma leva o prêmio. Quem não sabe, chupa o dedo.
Em relação ao pretensiosismo da banda, como apontado acima, penso o seguinte: se eles acharam que tinham capacidade pra reproduzir uma mistura de referências que é a sonoridade da banda, nada mais justo do que deixar os caras fazerem o que eles querem. Repito, não conheço muitas bandas que consigam reproduzir a qualidade alta que o metal progressivo oferece. É aí que tá o pretensiosismo? Ou o fato do Marcelo usar o network que ele construiu nesses anos pra divulgar um projeto? Sinceramente não entendo.
Às vezes o que faz de um trabalho um grande trabalho é a divulgação. Creio que tem muita coisa boa por aí que a gente não viu ainda, e nem vai ver, talvez. Tudo é uma questão de enfiar o trabalho na cara dos outros, seja ele bom ou ruim – com isso, talvez ele melhore. Por isso, críticas construtivas são importantes… “não gostei” pra mim é dor de cotovelo.
Pedro – você poderia dizer da onde você tirou essa idéia que a banda impõe originalidade, ousadia, inovação? Quem defendeu a causa dos caras usando esses argumentos? Parece papo furado, uma desculpa pra falar que não gostou.
E só por questões de ética mesmo, se é que 100% do público aqui é profissional. A Elise é esposa do Marcelo, merece o mínimo de respeito.
Meu Deus do Céu! Eu vou ter que intervir porque aparentemente saiu tudo fora de contexto.
1. Vocês podem amar ou odiar a banda, isso não vai mudar o fato dela existir ou continuar trabalhando.
2. Cópia de Tool? Realmente amamos Tool. Uma banda fenomenal que é pouco conhecida no Brasil, faz um estilo de música que poucas bandas fazem, mas não copiamos Tool. Tool não usa música eletrônica no meio da música. Tool não usa gutural. Tool não remixa suas próprias músicas. Tool não usa referências de música brasileira em sua música (vide Sheol). Tool não usa nem violão em suas músicas. Enfim, diversos fatores que nos diferenciam. Mas como existem pouquíssimas bandas que fazem esse tipo de ambiência nas músicas, a primeira coisa é falar que é cópia de Tool, mas tiram o fato de que bandas como Porcupine Tree, Opeth, Mogwai, Deftones, e etc. também o fazem. Cada um com a sua diferenciação.
3. O fato de que pessoas defendem a banda é simplesmente pelo fato de gostarem dela.
4. A ferramenta de divulgação nossa é o cérebro. Não gastamos 1 tostão em divulgação.
5. O que eu acho mais engraçado de tudo isso, é que vocês nem chegaram perto de escutar o resultado final e ficam opinando. Quer escutar? Vá dia 23 de Julho no Manifesto em São Paulo. Se não gostar, jogue tomate e peça o dinheiro de volta em dobro.
6. O que existe de pretensioso???
7. O real problema não é não gostar, é a falta de incentivo. Não gostou? Sugira algo que melhore ao invés de jogar pedra. Essa é a diferença quando se faz um “comentário”. Já me falaram quando era pequeno: Se não tem nada de bom pra falar, não fale nada. Se for comentar, que seja algo construtivo. Não vi construtividade nenhuma nos comentários do Marco nem do Pedro.
8. Fico feliz que temos muito mais ‘lovers’ do q ‘haters’. Pena que os haters falam muito. Não tem importância, sabe porque? Leia o n°1.
Bom, eu nao pretendia causar toda esta comoção expressando a minha opinião.
Mas vejo um problema fundamental aqui. Todos voces (ou a maioria) estão a confundir opinião com “hating”.
Meus caros amigos, eu nao conheço pessoalmente ninguem daqui, tampouco sabia que estava falando com a esposa do musico da banda ou com o papa.
Houve um artigo sobre o Omega Code, eu expressei a MINHA OPINIÃO, e opinião é isto mesmo, não tem de ser construtiva ou destrutiva. Ela é o que é e ponto final.
Agora.. “pena que os “haters” falam muito?”
Sinceramente Marcelo. Estamos em 2009, estamos na era das redes sociais e das discussões, vc só quer ouvir apupos e elogios? Se fecha numa bolha então e desliga o computador.
Mas se vc esta se preparando para expor um trabalho no mercado, tem que estar preparado para ouvir criticas.
Não estou aqui a odiar nada, simplesmente o trabalho de vocês PARA MIM não trouxe absolutamente nada de novo, o que obviamente não invalida que existam milhões de pessoas que gostam.. Bom pra eles e pra voces.
Agora, se vc tocar funk ou samba, e colocar lá guturais, uns sons eletronicos e uma violinha, não muda o fato de que continua sendo FUNK e SAMBA, qualquer que seja a variável que vc escolha colocar ali..
Abraços e boa sorte no Manifesto.
ps: E no dia que EXISTIR um resultado final, eu vou ouvir com o maior prazer e opinar, mas até lá eu opino no que existe, porque é meu direito. E quem ficar ofendido, pode optar por não ler, ou pode tirar as calças e pisar em cima também. O resultado é o mesmo.
mas em momento algum eu quis fazer uma crítica construtiva ou destrutiva do som da banda. Eu – mais uma vez insisto – estou longe de ser o dono da verdade e tampouco quero o ser. Só quis postar meus 50 centavos aqui porque já vi alguns casos em que pessoas foram criticadas duramente por amigos e pessoas ligadas ao Projeto simplesmente por não terem gostado. Eu, inclusive.
O lance é que tudo isso fica parecendo picuinha de cunho pessoal, e não é. Não critico a divulgação da banda em si, como o Nelson pontuou “usar o network adquirido”. Legal, TODO MUNDO faz isso. Mas como disseram no primeiro comentário, o hype está grande e pouco se viu. Como disse o Marcelo, “ninguém ouviu o resultado final e já estão falando mal”, sim, ninguém ouviu o resultado FINAL, mas presumo que a divulgação massiva do EP tenha sido para “dar um gosto” do som, certo?
Notem que no meu comentário eu não me pronuncio sobre as menções à se é cópia do Tool, do Opeth, do Porcupine ou os detalhes de cada música. E sim ao fato de que a banda tem muitos “lovers”, mas basta alguém que não gostou falar algo que é praticamente crucificado. O próprio Nelson, que nada tem a ver com a banda a não ser ser amigo do Marcelo e apoiador do Projeto, foi extremamente GROSSO num reply no twitter simplesmente porque eu disse que tinha achado “pretensioso”. Não posso achar? É proibido? Eu tenho “inveja”?
Não, eu não tenho inveja. Do jeito que está, parece ser picuinha pessoal e acho que nem temos idade mais pra isso, certo? Eu não tenho absolutamente nada contra pessoas que eu não conheço, só digo que há um hype enorme e uma expectativa idem para algo que – para mim – não trouxe nada de legal, e eu gostaria de ter o direito de manifestar isso sem ser taxado de “invejoso” ou me mandarem estudar música.
Certo?
Pedro, na teoria é puramente isso – você querendo manifestar sua opinião. Na prática, soa como se o resultado do trabalho da banda tivesse um compromisso com o hype superblast na internet, digo, círculo de designers e afins. E você manifesta tua opinião. Parece que incomoda, sem ter um motivo assim, digamos, considerável. Julgar o trabalho contrabalanceando com o “hype”, só porque é muito bem divulgado… imagine, são mais de 20 artistas com uma média considerável de audiência (falo pelo Joshua Davis, YWFT, Si Scott, Colletivo) – teria como passar batido? Isso é consequência de uma BOA DIVULGAÇÃO, e não necessariamente de um BOM TRABALHO. E não, não acho que TODO MUNDO faz isso. Se fosse, todo mundo saberia quem são os sabichões que comentam por aí falando em tom alto e queixo erguido. Mas ninguém sabe.
“O próprio Nelson, que nada tem a ver com a banda a não ser ser amigo do Marcelo e apoiador do Projeto…” – Errado. Eu faço parte do projeto, sou um dos artistas. Omega Code é um projeto que une som e visual, e eu não apoiaria nem associaria a minha imagem a algo que eu não acreditasse ou não pudesse defender.
sim, me desculpe, esqueci disso, vocë é um dos Artistas do Projeto. Mas enfim, não muda o que eu quis dizer, só a terminologia. Eu me referia à ser parte da banda.
E lembrando que nem sempre “hype” significa boa divulgação. Muitas coisas têm boa divulgação e não entram nesse hype. Na verdade, só agora me ocorreu que a palavra que eu gostaria de ter usado antes era “overated”, manja? Existe muita coisa assim. O lance é que me incomoda não como designer ou como “pseudo-músico” que sou, e sim como pessoa mesmo. Como público, como você mesmo disse. A diferença é que isso está no meu – nosso – círculo. O dos designers. Eu tenho a mesma opinião, por exemplo, sobre o Cansei de Ser Sexy, mas ninguém nunca veio me crucificar por isso.
E na verdade, me perdoe se eu estiver errado, mas as vezes isso parece incomodar mais a você do que ao Marcelo, por isso que eu acho que as vezes as coisas tomam um lado pessoal, que não existe. O Marcelo disse bem – a banda vai continuar existindo quer as pessoas gostem ou não. Legal, esse é o espírito, como eu citei no meu primeiro comentário. Mas isso da mesma forma não muda minha opinião.
Enfim, acho que a discussão não vai a lugar nenhum. Eu quis colocar minha opinião aqui para que, como o Salciotti twittou sobre – se discutisse a questão de publicidade/promoção vs. qualidade do trabalho (e qualidade é um conceito relativo). Não deu certo, talvez não dará nunca.
Enough. Vou ali tomar uma cerveja :)
*overrated, comi um “r”
Eu entendi, tirando a parte de que “nem sempre ´hype´significa boa divulgação”, tô aqui matutando pra tentar entender. Mas o fato de eu ter me posicionado 2 vezes em relação a esse assunto e o Marcelo uma única, não quer dizer que eu esteja mais incomodado do que ele. Agora eu tenho que me controlar pra contra argumentar com uma pessoa qualquer só porque a colocação não foi direcionada à mim? Por favor.
AFFF pra acabar o assunto (minha parte)
pela ULTIMA vez se gostam ou desgostam problema é de cada um!
Minha opinião é sobre as criticas mal embasadas que se espalham na net! Afinal olha isso, uma bagunça que tds quiseram expressar uma opinião e não construiram nada! E nem se pode defender mais Conteúdo ou usar vocabulario adequado, Brasil-il.
um dia todos vamos rir disso tudo…. ao som de Omega Code hahahaha
:P só pra quebrar a tensão
“Agora, se vc tocar funk ou samba, e colocar lá guturais, uns sons eletronicos e uma violinha, não muda o fato de que continua sendo FUNK e SAMBA, qualquer que seja a variável que vc escolha colocar ali.”
Então o teu argumento sobre cópia não serviu de nada, Marco… primeiro você diz que os caras são cópia descarada de Tool, e depois vem dizer que adicionar diferentes instrumentos à um estilo (o que diferencia eles de Tool), não muda o estilo em si. Ou seja, continua sendo metal progressivo, estilo que não foi cunhado pelo Tool.
Nelson, tenha calma.
Voce não tem precisa responder avidamente a tudo e todos, constantemente e de todas as maneiras possíveis pra defender a banda desta maneira.
Concentrem-se (já que vc é um dos “artistas”) em soltar pra rua o produto final de uma vez para o mundo opinar.
Todo mundo já viu que os poster sao bonitos, o visual é bonito, a network é bonita, o video deverá ser bonito.. mas confesso que pra mim o que interessa é a musica. Claro que nesta era de MTV onde o estilo é infinitamente mais oimportante que a substancia vcs já são mega-estrelas. Falta o resto, pelo menos pra mim, mas como já foi dito acima, vcs tem muitos fãs e isto já é um excelente começo.
Abraços e boa sorte.
Tá certo. Me desculpe… é culpa do cigarrinho de artista.
Ah nerson! não culpa o cigarrin do capeta não! q ele, pelo contrario apaziguaria toda desavença nesse sertão de maldade! hahaha hahah não mexe com meu paiero! ahha que ai eu fico bravo! ahahhahahahahah
Cheguei à essa discussão bem tarde, e li todos os comentários. Não vou retomar uma discussão que parece ter se encerrado, portanto deixo aqui simplesmente minha opinião:
Conheci a Omega Code há pouco tempo, através de buscas no MySpace. Ouvi as músicas e baixei o EP. Gostei das misturas eletrônicas, foram feitas com bom senso. Existem evidências claras das referências apresentadas (Tool, Porcupine Tree, Mogwai). A divulgação que a banda faz causa curiosidade e cumpre o seu propósito, mas ao ouvir o que está disponível até agora, não me surpreendeu. Não posso dizer que a banda tenha uma identidade própria ainda, talvez pela falta de experiência de shows. Acho que essa experiência é fundamental para sentir a resposta do público ao vivo, que pode ser variado – não somente músicos e designers entendidos do assunto. Isso só tem a acresentar à banda, que tem muito potencial e instrumentistas dedicados.
Quanto ao vídeo, estou curioso para vê-lo, e espero ser surpreendido.
Finalmente opinão com cara de opinão.
Obrigada Fernando, em breve terão vídeos disponíveis do primeiro show também, que rolou na quinta-feira dia 23/07, no Manifesto Bar, mas já existem fotos (flickr.com/omegacode) caso haja curiosidade.
Abs :)
Em primeiro lugar, é de meu interesse, se não fosse nao o comentava. Música é meu interesse, e que eu saiba o espaço de comentários é isso mesmo, caso contrário troque a palavra “Comentários” por “Elogios” e ficam todos felizes no seu mundo cor de rosa imaginário.
Quanto ao “vamos estudar música” e a analogia com beethoven e Mozart eu até ia comentar, mas só mostra o pedestal que algumas pessoas criam pra si próprias e se auto intitulam donas da verdade.
Sugiro que vá a loja mais proxima e compre qualquer album do TOOL e OUÇA!
Vais se surpreender ao descobrir que a tua banda predileta copia desde os arranjos, a sonoridade e as estruturas de acordes, até a temática das letras. Se isto pra voce nao é copiar, nao sei o que será, mas nao acredite só em mim, OUÇA!
Por favor nao confunda falta de originalidade com “estilo musical”, porque a copia é sempre fácil de produzir.