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	<title>Comentários sobre: Ode ao defeito</title>
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	<description>IdeaFixa - projeto colaborativo de artes visuais, ilustracão, design e fotografia</description>
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		<title>Por: Ruberto Palazo</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9320</link>
		<dc:creator>Ruberto Palazo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 02:57:33 +0000</pubDate>
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		<description>Lavínia,

Texto magnífico... sempre acreditei no que colocaste, que os defeitos valorizam cada ser humano, assim como a arte... e é nos defeitos que encontrarmos os detalhes mais sublimes... peço permissão para colocar um trecho do teu texto no meu blog, citanto obviamente a autora.

Abraços
Ruberto Palazo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lavínia,</p>
<p>Texto magnífico&#8230; sempre acreditei no que colocaste, que os defeitos valorizam cada ser humano, assim como a arte&#8230; e é nos defeitos que encontrarmos os detalhes mais sublimes&#8230; peço permissão para colocar um trecho do teu texto no meu blog, citanto obviamente a autora.</p>
<p>Abraços<br />
Ruberto Palazo</p>
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		<title>Por: Alicia Ayala</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9281</link>
		<dc:creator>Alicia Ayala</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:57:39 +0000</pubDate>
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		<description>Está rolando também uma volta ao que é da terra, ao folclórico, ao original, ao resgate da identidade atrelado ao conceito de nação transitável. 
É como um momento de resistência a globalização, o indivíduo sente a necessidade saber de onde veio, a que família pertence, que influências trae, respeito das tradições, com quem ele se identifica,  basicamente saber qual é a sua identidade.
Outro dia via a obra de uma polonesa que tinha o bordado típico feito na Polonia.
Os brasileiros são latinoamericanos e ao mesmo tempo vejo que eles se sentem muito desconectados do resto da América Latina sem saber que são tão parecidos. Esse não saber de onde vem, da mistura de culturas, cria o cenário do conflito de identidade brasileiro presente em muitas obras.
Por exemplo, o fotógrafo Claudio Edinger olha o nordeste do país quase com os olhos de um viajante e ao mesmo tempo encara como quem sente e participa daquilo.
Enfim, uma outra coisa que vejo que está acontecendo além da ode ao defeito. Vai que eu te inspiro em outro post, né? jeje</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está rolando também uma volta ao que é da terra, ao folclórico, ao original, ao resgate da identidade atrelado ao conceito de nação transitável.<br />
É como um momento de resistência a globalização, o indivíduo sente a necessidade saber de onde veio, a que família pertence, que influências trae, respeito das tradições, com quem ele se identifica,  basicamente saber qual é a sua identidade.<br />
Outro dia via a obra de uma polonesa que tinha o bordado típico feito na Polonia.<br />
Os brasileiros são latinoamericanos e ao mesmo tempo vejo que eles se sentem muito desconectados do resto da América Latina sem saber que são tão parecidos. Esse não saber de onde vem, da mistura de culturas, cria o cenário do conflito de identidade brasileiro presente em muitas obras.<br />
Por exemplo, o fotógrafo Claudio Edinger olha o nordeste do país quase com os olhos de um viajante e ao mesmo tempo encara como quem sente e participa daquilo.<br />
Enfim, uma outra coisa que vejo que está acontecendo além da ode ao defeito. Vai que eu te inspiro em outro post, né? jeje</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alicia Ayala</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9280</link>
		<dc:creator>Alicia Ayala</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:38:07 +0000</pubDate>
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		<description>Said,
A Lavínia tem razão sobre o fenômeno estético que estamos vivendo e já está acontecendo a super valorização do que é manual, artesanal. É como uma gangorra, vamos para um lado e vamos para outro para entrar no meio. 
E claramente ela não estava falando sobre design, ai sim a pegada é mais embaixo, é um post sobre artes visuais ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Said,<br />
A Lavínia tem razão sobre o fenômeno estético que estamos vivendo e já está acontecendo a super valorização do que é manual, artesanal. É como uma gangorra, vamos para um lado e vamos para outro para entrar no meio.<br />
E claramente ela não estava falando sobre design, ai sim a pegada é mais embaixo, é um post sobre artes visuais ;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alicia Ayala</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9279</link>
		<dc:creator>Alicia Ayala</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:33:48 +0000</pubDate>
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		<description>O perfeito hoje é sinônimo de industrial. 

A arte se aproximou e se apropriou dos objetos industriais, as pessoas se limitaram a uma estética industrial e agora vem o oposto disso. 

A vida é um cabo de guerra e lá vamos nós.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O perfeito hoje é sinônimo de industrial. </p>
<p>A arte se aproximou e se apropriou dos objetos industriais, as pessoas se limitaram a uma estética industrial e agora vem o oposto disso. </p>
<p>A vida é um cabo de guerra e lá vamos nós.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Denise</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9150</link>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:15:23 +0000</pubDate>
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		<description>(não li todos os comentários acima, então, pode ser que eu teja repetindo coisas)
Hoje em dia o perfeito predomina, principalmente nas fotografias. Existe um modelo de braço perfeito, joelhos, curvas e seio. O perfeito, o belo, o &quot;sem erro nenhum&quot; é o que se tornou bonito e aí, quando a imagem não está &quot;tratada&quot;, &quot;adequada&quot;, &quot;refeita&quot;, o nosso olho clínico e cínico já identifica estas imperfeições. Como reeducar o nosso olhar? Como voltar a olhar as imagens como elas são? É um desafio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(não li todos os comentários acima, então, pode ser que eu teja repetindo coisas)<br />
Hoje em dia o perfeito predomina, principalmente nas fotografias. Existe um modelo de braço perfeito, joelhos, curvas e seio. O perfeito, o belo, o &#8220;sem erro nenhum&#8221; é o que se tornou bonito e aí, quando a imagem não está &#8220;tratada&#8221;, &#8220;adequada&#8221;, &#8220;refeita&#8221;, o nosso olho clínico e cínico já identifica estas imperfeições. Como reeducar o nosso olhar? Como voltar a olhar as imagens como elas são? É um desafio.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lavínia Carvalho</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9137</link>
		<dc:creator>Lavínia Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:59:23 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo. É a prerrogativa da arte e da expressão: um novo ciclo que nega o anterior. O interessante é analisar os motivos culturais e sociais que culminam no início de cada movimento estético. Neste caso, creio que justamente a facilidade de acesso a recursos que permitem a produção do perfeito, torne o defeito mais interessante. A prova disso é que vemos cada vez mais trabalhos com esse perfil. E, certamente, tão logo é adotada a nova estética, começa sua decadência, pois a busca de algo novo é sempre a motivação do artista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo. É a prerrogativa da arte e da expressão: um novo ciclo que nega o anterior. O interessante é analisar os motivos culturais e sociais que culminam no início de cada movimento estético. Neste caso, creio que justamente a facilidade de acesso a recursos que permitem a produção do perfeito, torne o defeito mais interessante. A prova disso é que vemos cada vez mais trabalhos com esse perfil. E, certamente, tão logo é adotada a nova estética, começa sua decadência, pois a busca de algo novo é sempre a motivação do artista.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: wikka cristal</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9131</link>
		<dc:creator>wikka cristal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 23:21:53 +0000</pubDate>
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		<description>aperfeição é uma chatice nunca gostei dela!!!!!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aperfeição é uma chatice nunca gostei dela!!!!!!!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Doug Erbert</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9124</link>
		<dc:creator>Doug Erbert</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
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		<description>Linha Tênue. Abrace o defeito agora para adorar o perfeito depois. E vice-versa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Linha Tênue. Abrace o defeito agora para adorar o perfeito depois. E vice-versa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Peterson Dias</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9112</link>
		<dc:creator>Peterson Dias</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 20:47:20 +0000</pubDate>
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		<description>Said, eu também acredito que não haja romantismo até mesmo porque tudo hoje em dia é &#039;trend&#039;. Tudo é hiperconsumo, a imagem alimenta e se retro-alimenta aos níveis do desgaste imediato. Hoje é a Susan Boyle fazendo megashows e a Stefhany ganhando Cross Fox. Amanhã encontraremos outras para substituí-las. E isso não é nem bom nem mau, apenas é. Acho pouco difícil acreditarmos em &#039;tendência&#039; atualmente. Ela não existe, nem em moda você algum stylist arriscando pagar mico falando &quot;agora vai se usar...&quot;. Os critérios são outros. Penso que os profissionais e interessados mais antenados são aqueles que associam as informações do passado com o que acontece agora. A maior tendência de todas é acreditarmos menos nas wikipédias da vida e mais na investigação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Said, eu também acredito que não haja romantismo até mesmo porque tudo hoje em dia é &#8216;trend&#8217;. Tudo é hiperconsumo, a imagem alimenta e se retro-alimenta aos níveis do desgaste imediato. Hoje é a Susan Boyle fazendo megashows e a Stefhany ganhando Cross Fox. Amanhã encontraremos outras para substituí-las. E isso não é nem bom nem mau, apenas é. Acho pouco difícil acreditarmos em &#8216;tendência&#8217; atualmente. Ela não existe, nem em moda você algum stylist arriscando pagar mico falando &#8220;agora vai se usar&#8230;&#8221;. Os critérios são outros. Penso que os profissionais e interessados mais antenados são aqueles que associam as informações do passado com o que acontece agora. A maior tendência de todas é acreditarmos menos nas wikipédias da vida e mais na investigação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Céline Imbert</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9060</link>
		<dc:creator>Céline Imbert</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:25:29 +0000</pubDate>
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		<description>Querida Lavínia!
Parabéns por sua luz. Estamos, sempre, num filtro de malha finíssima pela qual não conseguimos passar. Não seguimos a meia dúzia de modelos aceitáveis. Ao ler seu texto, senti um alívio e percebi quão distante estava de mim. Mais uma vez, assumi minha humanidade. Devo, sim, continuar minha jornada repleta de vida e dos meus defeitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querida Lavínia!<br />
Parabéns por sua luz. Estamos, sempre, num filtro de malha finíssima pela qual não conseguimos passar. Não seguimos a meia dúzia de modelos aceitáveis. Ao ler seu texto, senti um alívio e percebi quão distante estava de mim. Mais uma vez, assumi minha humanidade. Devo, sim, continuar minha jornada repleta de vida e dos meus defeitos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lavínia Carvalho</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9059</link>
		<dc:creator>Lavínia Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:23:25 +0000</pubDate>
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		<description>Said, em momento algum eu falei em abdicar do computador. Aliás, deixei isso bem claro: &quot;Evidentemente, não devemos nem podemos desprezar os recursos disponíveis que nos poupam tempo e permitem resultados excelentes.&quot; E discordo que seja romantismo, trata-se apenas da obsevação de um fenômeno estético que estamos vivendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Said, em momento algum eu falei em abdicar do computador. Aliás, deixei isso bem claro: &#8220;Evidentemente, não devemos nem podemos desprezar os recursos disponíveis que nos poupam tempo e permitem resultados excelentes.&#8221; E discordo que seja romantismo, trata-se apenas da obsevação de um fenômeno estético que estamos vivendo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: juliano augustº</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9056</link>
		<dc:creator>juliano augustº</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:09:40 +0000</pubDate>
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		<description>Se existe algum critério para avaliar qualitativamente algum trabalho gráfico, artístico ou não, seriam os critérios mais técnicos que temos (composição, ritmo, etc), valores que estão empoeirados nas estantes de temas para discussão. Eu, particularmente, tento observar qualquer trabalho por dois pontos focais, o do estetética (como conjunto dessas técnicas que falei) e o da expressividade (totalmente subjetivo e individual). Eu aprecio o trabalho do Eduardo por esses dois viéses.

Achei o texto muito bom. ONunca vi alguém falando do trabalho de outrem de uma forma tão profunda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se existe algum critério para avaliar qualitativamente algum trabalho gráfico, artístico ou não, seriam os critérios mais técnicos que temos (composição, ritmo, etc), valores que estão empoeirados nas estantes de temas para discussão. Eu, particularmente, tento observar qualquer trabalho por dois pontos focais, o do estetética (como conjunto dessas técnicas que falei) e o da expressividade (totalmente subjetivo e individual). Eu aprecio o trabalho do Eduardo por esses dois viéses.</p>
<p>Achei o texto muito bom. ONunca vi alguém falando do trabalho de outrem de uma forma tão profunda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: said</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9054</link>
		<dc:creator>said</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:00:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ideafixa.com/?p=5458#comment-9054</guid>
		<description>Computador é só mais uma ferramenta, não precisa abdicar dele e nem do analógico para fazer trabalhos excelentes. Por que tem de ser um ou outro? E na boa, o computador é que impede o improviso? Pra mim ele permite testes mais elaborados com maior agilidade que o papel. Errou e ficou bom command/ctrl + s, errou e não ficou bom command/ctrl + z. Apliquei um overlay numa camada sem querer mas ficou perfeito, se transformou numa textura que sequer eu teria imaginado, isto não é esse &quot;defeito&quot; falado no texto? Se não é, qual a diferença? 

Do mesmo jeito que teve david carson e em todo lugar se discutia sobre seu trabalho, este resgate do &quot;feito-a-mão&quot; não passa de mais uma trend do mercado. 

O texto tá legal, mas o conteúdo não passa de romantismo. Vamos voltar a realidade? Isso dá gancho pra algo pertinente... design deve seguir tendências? A resposta é não. 

Se quer desenvolver soluções a curto prazo, trabalhe com publicidade, abuse das tendências, se quer ter um estilo próprio pra sua &quot;arte&quot; e deseja ficar pop no mundinho design internet seja artista ou ilustrador, hoje dá ibope. No design o buraco é mais embaixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Computador é só mais uma ferramenta, não precisa abdicar dele e nem do analógico para fazer trabalhos excelentes. Por que tem de ser um ou outro? E na boa, o computador é que impede o improviso? Pra mim ele permite testes mais elaborados com maior agilidade que o papel. Errou e ficou bom command/ctrl + s, errou e não ficou bom command/ctrl + z. Apliquei um overlay numa camada sem querer mas ficou perfeito, se transformou numa textura que sequer eu teria imaginado, isto não é esse &#8220;defeito&#8221; falado no texto? Se não é, qual a diferença? </p>
<p>Do mesmo jeito que teve david carson e em todo lugar se discutia sobre seu trabalho, este resgate do &#8220;feito-a-mão&#8221; não passa de mais uma trend do mercado. </p>
<p>O texto tá legal, mas o conteúdo não passa de romantismo. Vamos voltar a realidade? Isso dá gancho pra algo pertinente&#8230; design deve seguir tendências? A resposta é não. </p>
<p>Se quer desenvolver soluções a curto prazo, trabalhe com publicidade, abuse das tendências, se quer ter um estilo próprio pra sua &#8220;arte&#8221; e deseja ficar pop no mundinho design internet seja artista ou ilustrador, hoje dá ibope. No design o buraco é mais embaixo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renan Molin</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9042</link>
		<dc:creator>Renan Molin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 13:53:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ideafixa.com/?p=5458#comment-9042</guid>
		<description>O que me assusta é a falta de discernimento entre defeito e mal feito. Post interessante Lavínia, mas como quase todo texto ele pode ser interpretado para o bem e para o mal. David Carson se apropria do defeito e faz um trabalho lindo, no entando muitos outros designers e ilustradores dizem fazer o mesmo, mas o que vemos é um mal feito justificado. Afinal existem curvas tortas e curvas tortas. 

Quanto a resposta do Rafael sobre modinha: acho perfeitamente saudável, afinal, participa delas quem quer, certo? E não vejo o trabalho do Recife sendo depreciado por efeito da modinha que se instaurou. Além do que, antes do Recife houveram muitos outros e assim por diante. 

Quanto a publicidade e o capitalismo: Minha opinião é, já que a arte é para todos, e o grande público hoje pouco absorve desta, vejo um lado bom no &quot;maléfico&quot; efeito do capitalismo e da publicidade com esses estilos, de alguma forma eles(pp. e capital.) colocam o grande público em contato com os mesmos. O trabalho do Recife mesmo esteve em um anúncio há pouco tempo atrás, vale para o Recife que é um artista e sobrevive da sua arte, e vale para o público que absorve algo diferente da produção do Hans Donner.

ótimo post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me assusta é a falta de discernimento entre defeito e mal feito. Post interessante Lavínia, mas como quase todo texto ele pode ser interpretado para o bem e para o mal. David Carson se apropria do defeito e faz um trabalho lindo, no entando muitos outros designers e ilustradores dizem fazer o mesmo, mas o que vemos é um mal feito justificado. Afinal existem curvas tortas e curvas tortas. </p>
<p>Quanto a resposta do Rafael sobre modinha: acho perfeitamente saudável, afinal, participa delas quem quer, certo? E não vejo o trabalho do Recife sendo depreciado por efeito da modinha que se instaurou. Além do que, antes do Recife houveram muitos outros e assim por diante. </p>
<p>Quanto a publicidade e o capitalismo: Minha opinião é, já que a arte é para todos, e o grande público hoje pouco absorve desta, vejo um lado bom no &#8220;maléfico&#8221; efeito do capitalismo e da publicidade com esses estilos, de alguma forma eles(pp. e capital.) colocam o grande público em contato com os mesmos. O trabalho do Recife mesmo esteve em um anúncio há pouco tempo atrás, vale para o Recife que é um artista e sobrevive da sua arte, e vale para o público que absorve algo diferente da produção do Hans Donner.</p>
<p>ótimo post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lavínia Carvalho</title>
		<link>http://www.ideafixa.com/2009/06/25/ode-ao-defeito/#comment-9040</link>
		<dc:creator>Lavínia Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 13:30:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ideafixa.com/?p=5458#comment-9040</guid>
		<description>Concordo que tem um monte de gente se utilizando dessa &quot;estética&quot; para justificar trabalhos mal feitos. Mas o mal feito é sempre ruim e não merece nossa saliva...hehe. Eu acho bastante possível avaliar os trabalhos e ver como a imperfeições foram utilizadas, qual foi o critério e a adequação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que tem um monte de gente se utilizando dessa &#8220;estética&#8221; para justificar trabalhos mal feitos. Mas o mal feito é sempre ruim e não merece nossa saliva&#8230;hehe. Eu acho bastante possível avaliar os trabalhos e ver como a imperfeições foram utilizadas, qual foi o critério e a adequação.</p>
]]></content:encoded>
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