“Tudo o que você pensa, pense ao contrário” pode soar como um daqueles livros de auto-ajuda profissional… só que melhor! Só fui descobrir
Paul Arden agora (que também escreveu “Não importa quanto você é bom, importa quanto você quer ser bom”). Basicamente é um livro que explica os benefícios de tomar más decisões… e qualquer que seja a sua, é a única que você poderia tomar. Isso até parece uma continuação do post anterior (é de fato é!), já que – a não ser que você seja um Picasso – ao que parece, todos nós evoluímos na tentativa-erro.
O próprio Malcom Gladwell (na palestra que citei no
outro dia) falou sobre o estudo de um carinha chamado David Galenson que diz que… se pudessemos dividir tipos criativos em dois, o primeiro grupo compreenderia os “inovadores conceituais”, aqueles tipos com “big, bold ideas” expressas muito rapidamente. Ele usa Picasso como exemplo: um homem que ao longo de sua trajetória, é possuído por uma série de idéias verdadeiramente revolucionárias expressas em sua arte imediatamente. Já o segundo grupo compreenderia os tipos que não possuem idéias revolucionárias, mas que ao longo do tempo vão descobrindo coisas num processo de experimentação e tentativa-erro. E aqui está a maioria de nós.
E se não nascemos prontos, o “Manifesto Incompleto para o Crescimento”, escrito por Bruce Mau é um soco no coração para aqueles que buscam inspiração no trabalho de todas as manhãs.
1. Allow events to change you. You have to be willing to grow. Growth is different from something that happens to you. You produce it. You live it. The prerequisites for growth: the openness to experience events and the willingness to be changed by them.
2. Forget about good. Good is a known quantity. Good is what we all agree on. Growth is not necessarily good. Growth is an exploration of unlit recesses that may or may not yield to our research. As long as you stick to good you’ll never have real growth.
3. Process is more important than outcome. When the outcome drives the process we will only ever go to where we’ve already been. If process drives outcome we may not know where we’re going, but we will know we want to be there.
(e mais 40 princípios
aqui)