
Joshua, pra quem não sabe, gera suas imagens por códigos em ActionScript, de forma que nunca um print será igual ao outro. E, diferentemente de artistas digitais mais puristas como John Maeda & cia, Joshua cria pequenos elementos que serão replicados, rotacionados, coloridos e distorcidos para compor suas peças. O resultado é impressionante, pois possui um requinte e um “cuidado impreciso” ímpar.

Comparando-se a Jackson Pollock, utilizando a máxima “Drawing using gesture as an input” (Desenhar usando o gesto como dispositivo), durante aproximadamente duas horas este skatista de 37 anos regado a 4 Red Bulls conduziu a platéia na palma da mão, fazendo por muitas vezes que nos esquecessemos de que era uma palestra e não um stand-up comedy. Sobrou até para a tradutora.
O resto eu roubo descaradamente do Armando aqui





