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Não, isso não foi uma pesquisa de meses, foi o que eu encontrei em 3 dias. E só coloquei a metade, acredite.
Onde começa a modinha e acaba o significado?
Eu vou ser bem sincero. Eu acho que esse tipo de pergunta fica longe de ser polemica, pra ser sincero, parece ser algo que vem do ego, nem sequer de uma visao “generalista”.
Os simbolos e a geometria estao ai antes mesmo de Jesus Cristo nascer. E todo mundo usa. Nossos monitores sao quadrados. Nossos carros se parecem todos iguais, se colocarmos em silhueta. Pense, abranja isso tudo em DESIGN… olha o quanto a gente ja tem.
Essa paradinha de uma galera estar usando bastante o triangulo, pode ser verdade… mas eh pretencioso achar que virou “modinha” – te digo o porque: nosso network eh MUITO, mas MUITO pequeno. Tem muita gente fazendo bilhoes de coisas diferentes disso e a gente nem sabe. Por isso os blogs, newsportals, premios de novos talentos e o caralho a quatro.
Nao podemos julgar o modo de alguns artistas tratarem diversos temas, como o significado do triangulo, porque achamos que tudo o que acontece esta sendo ao nosso redor. O mundo nao gira em torno do nosso umbigo. Tem muito mais que isso por ai.
Se uns usam por modismo, sabem que estao fazendo isso. Quem usa fazendo significado tambem.
Chéri,
Isso não tem nada a ver com ego, isso tem a ver com crítica.
A gente vive num network, como vc mesmo disse, muito pequeno e muito bajulatório. Todo mundo lambendo o outro e sem questionar o significado da maioria das coisas. Eu estou questionando a nova onda, o ‘creme do verão’ como diz o Heto, e eu tenho esse direito. Não tenho? Vc tem o direito de me questionar, assim como eu tenho o direito de achar que vc falou-falou e não disse nada. Parecia que você tava se defendendo, e eu nem postei nenhum triângulo seu aqui.
O que me impressionou, é que eu não fui atrás de nenhuma dessas imagens, elas apareceram pra mim , de tudo quanto é lugar, como uma avalanche. E todos com uma apresentação muito parecida. É óbvio que formas geométricas existem desde que o mundo é mundo, mas vc há de convir que é muito estranho o fato de, de repente um monte de gente repetir isso. Isso é modinha e pronto. Assim como a avat gard, assim como os arco íris, assim como aquelas firulas popularizadas pelo adhemas, assim como as luzes brilhantes do no-pattern.
Graças ao bom Deus temos muitas pessoas fazendo coisas bem diferentes . Esse post na verdade veio pra que um próximo incauto que se tente a colocar um triângulo no meio da página, sem que isso signifique porra nenhuma, pense duas vezes antes de simplesmente repetir o que a consagrada Vasava já fez, ou que o carinha quente lá no Behance tá fazendo.
Eu gostaria que o dono de cada um desses triângulos me dessem motivo para tê-los feito. Conceitualmente eu digo. Sinceramente….duvido que eu recebesse muitas respostas que convencessem.
Repetir uma fórmula, não torna ninguém melhor, então não é isso que eu vou estimular e é exatamente o que eu sempre vou criticar. Quer vc goste ou não. ( e se não fosse polêmico, vc não teria se dado ao trabalho de escrever mais uma monografia, rs)
Beijo
eu tenho certeza que é uma invasão alienígena.
ou seria uma previsão/homem ao senhor Rick Wright, que morreu esses dias? rs
Esqueci de dizer. Todas as imagens aí de cima são muito bonitas, não questionei isso. Mas questiono a facilidade de se fazer algo gostável utilizando uma tendência.
eu não acredito em J.C. – eu sou um puta agnóstico q anda quase caindo no ateísmo.
o que o queridão do Nelson levanta é legítimo, no entanto me pergunto uma coisa:
artistas são artistas, designers são designers, ou é tudo a mesma coisa? e qual é
a finalidade de uma peça de design?
acho que, o que a Janara levantou é que dos 10 cartazes que ela postou, 8 possuem
a mesma estética, exatamente a mesma estética. Triângulos com temática do universo,
não estou julgando o mérito, apenas divagando sobre – até pq recaio nos mesmo erros.
é claro, a internet mudou tudo, abriu as portas para um intercâmbio mundial de referências,
mas existe um cheiro de pasteurização no ar?
as vezes me pego preso a algumas idéias, a alguns maneirismo, e isso é mau, para os designers é claro,
pq artista pode.
e sugiro a seguinte discussão:
o que teria pensado picasso se outros 50 pintores de sua época estivem retratando mulheres
estilizadas com a mesma técnica e motivos dele?
e o que teria pensado Otl Aicher se 10 outros designers estivessem fazendo posters com
a técnica de ilustração sobre foto que ele utilizou para fazer os cartazes das olimpíadas de 72?
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e trabalho de posters do Vasava para a Adobe tem um puta significado, estão usando a representação
do M.C. Escher – sugere continuidade, infinito etc – acho q ali sim existe uma idéia, até pq nesse caso o cartaz é um instrumento de design, e designer bom é artigo raro, até pq agora todo mundo virou artista.
olha, eu acho que a janara tem razão em promover esses questionamentos. o que mais se vê hoje em dia são “tendências em design” – o que é algo totalmente fabricado e vazio, visto que os caras mais legais (trochut, scott hansen, vasava)(legais na minha opinião!) estão buscando suas referências e inspirações num passado pré-digital e não viciado como o nosso.
acho também que a razão de ser do ideafixa é fazer justamente isso, mostra, questionar e gerar conteúdo, ou melhor dizendo, significado. não adianta ficarmos com esses posts “olha só que legal o portfolio desse cara”, essa coisa ensimesmada, se os trabalhos não nos movem ou fazem as pessoas pensar.
coisa bonita, bem acabada e “com efeitinho” tá cheia por aí – mas eu acredito que design (ou trabalho criativo) só faz alguma diferença se sair dessas panelas e nichos.
pronto falei!
Hahahah, boa. Deve ser uma homenagem coletiva ao Pink Floyd, não tinha pensado nisso.
Pra essas e outras questões sobre esse mundo glamuroso do tiçain grafics Gustavo Piqueira, ex-presidente do adg e dono da agencia de design mais premiadas nos ultimos anos, pela propria ADG (eheheh) escreveu um livro chamado Morte aos Papagaios.
Da pra conferir ele aqui: http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&id=9VT3K4gwYgEC&dq=morte+aos+papagaios&printsec=frontcover&source=web&ots=wmFnMHMfWD&sig=CUxbFOdMqtfHClY5Hd5fjrp0rXs&sa=X&oi=book_result&resnum=3&ct=result#PPA19,M1
Basicamente o que ele reporta é que muita, mas muita gente nesse mundo, não tem opinião propria sobre a maioria dos assuntos, se apropria do que os outros falam como se fosse pensamento proprio, e como se não bastasse também chuta a canela dos propagadores de tendencias, como é o caso do triangulo, como é o caso do handlettering, como é o caso do doodle, e todos esses elementos q fazem parte do design e da ilustração nos dias de hoje.
vale a pena conferir.
Bem bonito. Era isso que eu queria, gerar uma discussão saudável. Não quero impor nada. Não to dizendo que usar triângulo é uma grande merda. A grande questão é sempre levantar os ‘por quês’.
Ah, e acho particularmente coerente quando o Renan diferenciou Designer de Artista.
eu gostaria de ser mais agressivo nesse post, mas a polidez me impede.
hahaha
agora sim…! independentemente de concordar ou não com o post e os comments, deixo meus parabéns pela iniciativa de questionamento. puta que pariu, ninguem aguenta mais babação de ovo. já escrevi sobre isso uma vez numa lista de e-mails, então nem vou me dar ao trabalho de elaborar tudo de novo:
“(…) os designers (e em especial os type designers) costumam ser algumas das pessoas mais críticas e intolerantes que alguém pode conhecer. partindo dessa premissa, me espanta haver tanto consenso nesta lista, e tanta aversão a idéias diferentes. ta, talvez as minhas sejam simplesmente ruins — posso viver com isso. mas, matematicamente, me soa muito improvável que o consenso seja tão grande. o que me leva a suspeitar que se trata, em grande parte, de uma hipocrisia generalizada. o velho acordo: você finge que gostou, eu finjo que acredito e nós dois fingimos fazer parte de uma coisa melhor do que realmente é. (…)”
chega de lambe lambe, vai… porra, metade é mentira e a outra metade é opinião mal fundamentada, na minha opinião. não concorda? massa! vamos conversar, então. o lance é fazer um clube da luta.. a gente se encontra num blog, se enche de porrada (figurativamente, por favor.. meu nariz já ta bem machucado) por motivo nenhum e sai sem ressentimentos.
parabéns janara e não, não vou dizer o que penso do post, vou só ficar babando ovo pra ele e dizendo “wow, vc é demais” haha. wow, idea fixa é demais. mentira, nem sei como é hahaah quero dizer, deve ser, sei lá, não costumo entrar pq parece sempre a mesma história. mas ae me falaram desse post e tive que dar uma de malandro.
cheers
uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa basico né? eu vi algm pergunto se design e arte seria a mesma coisa, e não, não é!! E essa leva de triangulos, acho que são todos fãs de pink floyd! haha brincadeira.
ahh prefiro o quadrado! cada um no seu e ainda rola o pancadão do créu hahahahahahaha
só pra reforçar o coro: ótima discussão! realmente falta mais debate e sobre babação de ovo no cenário do design atual.
Uhuuuu. Tá ficando bom o negócio aqui.
Esse é o tipo de assunto que de tempos em tempos deve ser tratado para nossa auto-crítica e para dicutirmos o quanto estamos nos prestando para as coisas que fazemos.
Pegando o exemplo da onda “triângulos”. Acho bacana, vejo um simbolismo ligado a Deus, Universo, sociedades secretas e blábláblá. Mas fico impressionado com a velocidade de que o “ISHTAILE” chega na mão de diversos artistas / designers e estes trabalhos se multiplicam numa velocidade apocalíptica. E isso é óbvio que a INTERNET é o grande mal nesse caso, é tem nêgo (a maioria) que não resiste em não fazer algo que viu e achou do caralho. Ok> Quem é que vai sobreviver sem internet hoje? Se em tempos de Picasso a internet existisse era Picasso pra todo lado! Agora é preciso criarmos uma auto-resistência, uma auto-defesa do bombardeio de coisas boas que vemos na internet. Ser chefe e ser xerife de si mesmo. O que é difícil. Talvez uma saída sejam esses grupos de amigos onde todos mostram o que estão fazendo não esperando receber comentário fofos, diferente das já populares rede-tapinha-nas-costas como o colega Dado comentou.
E outra coisa: Férias de internet (como catação de referência), livros, revistas e todo tipo de conteúdo de tendência é uma saída para forçar a moringa a trabalhar por conta própria. Sei lá. Fique dois meses sem ver nada. Será que aguenta?
E minha opinião sobre o questionamento que o camarada Renan abriu: Acho que artista é um pouco designer e ultimamente designer é muito artista. Certamente existe uma linha quase invisível entre design e arte, dependendo do projeto em questão. Mas falando como designer não acho legal a busca incessante que vemos por aí para formatar um estilo. Isto é para artistas que muitas vezes nem está atrás de nada e sua expressão se define num estilo sem força alguma. Design é business, profissão, temos clientes, ganhamos dinheiro e na minha opinião o bom designer é o cara que executa bem, inova, cria com graça e faz as pessoas rirem quando identificam um rosto dentro de um A.
Concordo com o que a Janara disse. Sobre isso tudo, eu acho que acontece como a maioria das coisas no mercado: deu certo? Copia.
Cinema é assim, música é assim, no mundo dos games é assim e isso é uma merda.
No caso do design o que tambem acho que acontece é que as grandes revistas da area, aparentemente, se tornaram criadoras de dogmas e estas revistas (podem incluir tb behance e afins) enaltecem a repetição até quando fazem matérias falando oq é clichê (oops…foi uma). Assim como na musica e no cine tem muito designer q é hype por aí. N estou dizendo q são ruins. Tem caras q fazem coisas mto legais, mas vamos ser honestos N FAZEM NDA NOVO. N q isso seja o maior problema. Afinal é dificil ser 100% original hj em dia. N pq td mundo quer copiar, mas pq td é uma variação de outra coisa.
Engraçado q eu fui atingido pela mesma avalanche q a Janara mencionou.
Avalanches de: triangulos, gotas coloridas, raios de luz, galaxias e bichinhos fofos sem profundidade usando cores básicas.
E outro problema q vejo é q essas cópias sem fim acabam prejudicando os originais.
Tipo o Chuck nopattern. Qndo vi o trabalho do cara pela 1 vez eu pensei “po, q legal”. Hj em dia em qualquer circulo do behance tem uns mil caras q fazem a mesma coisa. E atualmente afirmo sem nem pensar: eu to cheio de luzes brilhantes. To cheio de pedacinhos de coisas coloridas flutuando no espaço e to cheio dos bichinhos fofinhos. Se eu pudesse arrancaria as cabeças deles com a minha boca.
Resumindo:
Carinha faz algo > alguem duma revista acha cool > aí os amigos do cara da revista acham uma merda, mas pensam “bah, ele gostou. Entao deve ser bom” > aí outras revistas acham cool > aí o cara legal fica amiguinho de outros caras e estes espalham por aí q ele é cool > o cara coloca uma montagem q ele fez dum gato voando numa galaxia distante e o pote de leite do gato se transforma em pedacinhos coloridos em forma de a)triangulo b)gotinha c) raios de luz > os designers q tao começando leem naquela revista supercool q aquele designer eh o fodao > eles querem ser fodoes tb e acabam copiando consciente ou inconscientemente > o mundo vira um ciclo de tédio.
Acho que a proposta do camarada Renan deveria ser ampliada, questionando não só o que é design e o que é arte, mas também o que é apenas ilustração. Do dia para a noite muita gente passou a acreditar que ilustração é design, e que se imprimiu e vendeu, é obra de arte.
Em meio à essa corrida estética, pelo traço da moda e pelas técnicas-tendência, basta um olhar minimamente crítico para perceber o que é ‘trabalho’ e o que é ‘diversão’. Mas esse cliché latino-americano-criativo, de amigo-fã, de que qualquer coisa é do caralho, da cultura de ‘divulgar os amigos’ e de limitar-se aos cômodos ‘que lindo’ e ‘que bosta’, embaçam — para manter a polidez — esse olhar crítico…
Lembro das discussões no crop de que não havia designers inovadores na década de 00, apenas ilustradores-designers. Eu relutava em concordar, mas hj acho que é por aí mesmo (e não vejo problema algum nisso): você tinha toda aquela onda pós-moderna (ou qualquer nome que prefira) nos anos 90; gente aloprando no limite do bom senso. Até que isso acabou saturando e criando, ao meu ver, duas respostas: a) um desdobramento para coisas ultra modernas, com traços vetoriais clean extremamente geométricos em layouts saturados de elementos (que começaram a surgir por volta de 98 — foi quando o pantone prateado encontrou o magenta e os verdes cítricos pela primeira vez — ainda sem gradientes ou sombreamentos de qquer natureza) e b) uma resposta à putaria estética que surgiu em forma de auto-restrição e amor aos grids, que começou a ser notada com mais força lá por 2002/3. Era helvetica medium enorme alinhada à esquerda numa cor x sobre fundo branco pra todo lado. Fotos sem tratamento, mal tiradas e com flash estourado em um espelho eram um requisito. O nome bonito que davam a isso era “resgate do modernismo” mas para mim era uma puta bosta sem nexo e sem vergonha. Rapidamente o desdobramento e a resposta foram se esvaindo, e nada veio no lugar deles. Até que, e agora estamos no triste reveillon de 2004 para 2005, uma atividade que andava meio esquecida, repetitiva e confinada aos circulos de seus praticantes, estourou. O boom da ilustração foi incrível. Dentro do círculo deles mesmo viu-se uma explosão de estilos e uma tolerância ao ecletismo que era de encher os olhos. No design, a ilustração entrou como um elemento decorativo aqui e ali (enquanto os designers-street-arters-moderninhos-skatistas-rock-and-rave europeus já usavam desenhos bem urbanos como a totalidade de seus designs), até que foi dominando e preenchendo este vazio estilístico no design. Adhemas e Colletivo são alguns dos exemplos brasileiros que mandaram bem nessa nova leva (muito provavelmente sem imaginar o papel importante que estavam cumprindo).
É só pensar: quem é o grande nome do design nos anos 00? Quem é o sucessor da linha Rand > Pushpin > Brody > Carson/Vanderlans/Fella/Vaughan/etc? O Sagmeister? Pode ser. O resto são ilusrtadores, correto? (e, se pensarmos bem, o Sagmeister tem um pé bem firme na ilustração. Afinal, toda aquela coisa de fotos de elementos formando types acabam caindo nisso). <<>>
Enfim, talvez seja um passo rumo à convergência de atividades, no rastro da convergência de mídias: o designer-ilustrador-fotógrafo-tipógrafo–artista. Mas talvez seja apenas que, na falta de um estilo de design interessante e novo, os designers tenham se voltado àquelas atividades das quais um dia foram um praticante frustrado.
O que isso tudo tem a ver com triângulos? Nada. Mas não me surpreende. O que me surpreende é eu estar acordado num sábado às 9 da manhã, sem ressaca e bastante propenso a tentar articular raciocínios complexos e compridos. Mas isso é problema meu.
Por fim (presumindo que alguém se deu ao trabalho de ler até aqui), o Juliano disse uma palavra-chave para mim: tédio. Faz bastante tempo que não fico fuçando tendências, não por uma busca nobre da originalidade, mas pq me enche o saco mesmo. É tudo igual, uma coisa incrível. Mas isso me bitolou por mto tempo, até que comecei a me alimentar visualmente em outros campos, em especial as artes plásticas, o design de produto e a arquitetura. De novo, não por me achar sofisticado, mas pq é tudo bastante novo e diferente para mim. Redescobri a surpresa ao ver um trabalho. Redescobri a admiração. Me vi inspirado pelo trabalho de outra pessoa de novo. Talvez o meu próprio trabalho continue sendo uma bosta, mas pelo menos tenho me divertido bastante. Eeeeeeee!
diclaimer: não sou hisotoriador nem nada do gênero. listei as coisas da forma como lembro e tentei resumir 15 anos de design gráfico, praticado por milhões de pessoas em dezenas de países, em 15 frases mal escritas por um alcóolatra insone.
ciao.
Não querendo defender, pois concordo que algo próximo de 90% do que foi feito sob a bandeira da retomada modernista — com aquela história do Default e todos aqueles 3Ds abstratos vazios — não vale quase nada. Foi mais uma resposta baseada no choque pelo contraste. Mas alguns holandeses, incentivados ou não pelo governo, pensaram e fizeram coisas bem interessantes — aproximando-se da fronteira com a arte através do conceito, ao invés da estética, eleita pelo ‘grunge’, que foi uma espécie de evolução natural do advento Carson —, inspirados pelo mito local, Wim Crouwel.
Passado o olho do furacão, é no mínimo curioso constatar que ambos — tanto ‘grunges’ quanto ‘modernistas’ — colaboraram nessa aproximação das fronteiras entre design e arte, mesmo tomando caminhos praticamente opostos… E ambos também, ao meu ver, são os últimos ‘movimentos’ identificáveis da história recente do design, dos quais ainda estamos na ressaca.
Mas essa onda de design-ilustração-arte parece ser mesmo a próxima grande massa de ar quente no glamuroso mundo do design, elevando a temperatura, só aproveitando a bonanza, até que a próxima grande massa de ar frio forme-se e cruze o seu caminho…
P.S.
Blah blah blah
[...] é mais do mesmo? Alguns meses atrás, a Janara postou sobre os triângulos no mundo [...]
Ahahahah o Nelson veio correndo defender o dele, tão típico ahahaha. Pai do céu.
esse aqui significado ó: http://www.flickr.com/photos/xotoko/2331626069/
^^
Hahahahah!!!
“Eu gostaria que o dono de cada um desses triângulos me dessem motivo para tê-los feito. ”
Eu também gostaria que todo os diretores de criação me dessem motivo para suas criações, que todos os engenheiros me dessem motivo para suas engenhocas e assim por diante. Pois sou o centro do universo.
[...] Postado em 25.09.2008 no blog ideafixa. [...]
a “modinha” começou aqui, ó: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bauhaus
hahaha. putz. o cara não acredita em J C ? qual o problema com o Jhon Cassaday !!?!? !
:)
http://www.flickr.com/photos/omegacode/sets/72157612639729702/with/3385073829/ FAN ART de uma banda ae